Pulp no Brasil

Banda liderada pelo carismático Jarvis Cocker em apresentação única no Brasil

Longe das apresentações ao vivo por mais de 10 anos, a banda retornou em grande estilo no ano passado causando sensação em festivais como Primavera (Barcelona), Isle of Wight e Wireless (ambos no Reino Unido).
Agora, finalmente o PULP chega ao Brasil: eles farão um show único no país, em São Paulo, no dia 28 de novembro, no Via Funchal, dentro do Projeto Live Music Rocks 2012. Os ingressos estarão à venda a partir de 15 de outubro, através do www.viafunchal.com.br.
A apresentação no Brasil faz parte da turnê sul americana, que terá ainda apresentações em Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile).

Jarvis Cocker, frontman do Pulp

 

 

Formada em Sheffield (ING) no final da década de 1970, o Pulp teve seu apogeu popular na década de 1990 com a geração chamada de artistas chamados “brit-pop” (Blur, Oasis, Mansun e outros mais).
O seu álbum Different Class (1995) é o ponto alto e o disco que catapultou a banda ao estrelato pop no Reino Unido com hits como “Common people”, “Disco 2000”, “F.E.E.L.I.N.G.C.A.L.L.E.D.L.O.V.E” e “Mis-Shapes” . O último trabalho fonográfico de inéditas foi We Love Life de 2001, que contou com a produção do ícone Scott Walker.
O PULP é formado atualmente por Jarvis Cocker (vocal, guitarra, teclados), Mark Webber (guitarra), Candida Doyle (teclados), Steve Mackey (baixo) e Nick Banks (bateria).
Data: 28 de novembro de 2012

Via Funchal
Rua Funchal, 65

Vendas:

Bilheterias Via Funchal:
Funcionamento: diáriamente das 12h às 22h
Informações: (11) 3846 2300
Vendas on line: www.viafunchal.com.br
Preços:
• Pista – R$ 160
• Mezanino – R$ 200
• Camarote – R$ 250

Smash Mouth faz da diversão uma profissão

O vocalista Steve Harwell na Via Funchal, em São Paulo. Foto: Laís Aranha (www.laisaranha.com).

Com a inserção cada vez maior do Brasil como rota dos shows internacionais, bandas que fizeram sucesso nos anos 90 e começo dos 2000 passam a aportar cada vez mais por aqui. Foi o caso do Smash Mouth, que se apresentou na Via Funchal, em São Paulo, no domingo 20 – talvez com algum atraso, se se pensar no período de auge dos seus hits.

O guitarrista Mike Krompass. Foto: Laís Aranha.

De qualquer forma, música não envelhece. E se a performance da banda poderia não ser a mesma de outrora, logo de início já era possível perceber um grande profissionalismo e competência técnica que poderiam compensar qualquer falta de entusiasmo. Aparentemente, o microfone do vocalista Steve Harwell não estava funcionando muito bem, embora audível na plateia. Sem reclamações ou interrupções, Steve trocou algumas vezes de microfone, como se não quisesse dissipar a faísca inicial da apresentação.

Também profissional foi sua postura diante do público rarefeito. A casa vazia não assustava e Steve concentrava-se nas pequenas muvucas que cantavam junto a ele, apontando o microfone para os fãs. Ainda que as tatuagens estejam um pouco envelhecidas, o vocalista mantém voz firme e o restante da banda faz o que precisa fazer – e mais. Chama a atenção o excelente desempenho técnico do baterista Randy Cooke e do guitarrista Mike Krompass.

Steve Harwell. Foto: Laís Aranha.

Os pensamentos sobre o tempo são inevitáveis diante do caráter jovem da música do Smash Mouth. Se há bandas que carregam missões humanitárias em suas canções, o intuito do grupo californiano parece ser a mera e bem resolvida diversão. Talvez não tenham arroubos arrebatadores de emoção no palco, mas seus hits garantiram uma noite divertida. Estiveram lá: “Can’t get enough of you baby”, “Then the morning comes” e “Walkin’ on the sun”, emendada com uma versão de “You really got me”, dos Kinks.

Steve Harwell e Paul De Lisle. Foto: Laís Aranha.

Passam 40 minutos de show e a banda já retira-se do palco, pronta para um bis não tão comemorado, por conta da surpresa da curta apresentação. Na volta, trazem a versão de “I’m a believer”, dos Monkees, da trilha sonora do filme Shrek. E eis que, durante “All Star”, última canção do show, Chorão, vocalista do Charlie Brown Jr., aparece na lateral do palco.

Chorão aparentemente pede para cantar e é chamado para um freestyle no meio da música. Quando sua participação acaba, erra a volta do verso e força um refrão. Daí em diante, não sai do palco, faz discursos e, por fim, chama outros integrantes do Charlie Brown Jr. e toca duas músicas de sua banda – vale mencionar que o baterista Randy, do Smash Mouth, aprendeu as músicas na hora. No fim, Chorão mergulha na plateia e chama o vocalista de volta, porque quer assistir à apresentação com o “seu povo”. Mas o show já tinha acabado há muito tempo.

Os caras do Charlie Brown invadem a cidade... ops, o palco. Foto: Laís Aranha.

Encontro musical inédito e do bem

Paula Fernandes, Marcus Viana, Transfônica Orkestra e Sagrado Coração da Terra realizam show beneficente

No próximo dia 07 de março, a partir das 22h, acontece no Via Funchal, na capital paulista, o show beneficente “Criando Asas”. A atual estrela da música brasileira Paula Fernandes, o violinista e maestro Marcus Viana, a Transfônica Orkestra e o Sagrado Coração da Terra, considerado pela crítica especializada o maior grupo progressivo latino americano, farão um imperdível show em prol das crianças da associação F.A.CE. – Facial Anomalies Center.

O show beneficente será dividido em duas partes. Na primeira, Marcus Viana, acompanhado da Transfônica Orkestra, apresenta seus sucessos compostos para as trilhas sonoras das novelas “Pantanal”, “O Clone”, “Xica da Silva” e para a minissérie “A Casa das Sete Mulheres”.

No segundo momento, a cantora Paula Fernandes, que dispensa apresentações já que é uma das mais belas vozes brasileiras e destaque no cenário atual, fará uma participação especial e cantará sucessos como “Pássaro de Fogo” e “Jeito de Mato”, acompanhada pelo Sagrado Coração da Terra.

Paula Fernandes - Foto: Guto Costa

Todos esperam que este seja um encontro inesquecível, pois além de tocarem pela primeira vez juntos, ambos doaram seus cachês em prol da FACE. Inclusive, esse será o primeiro show beneficente que Paula Fernandes participa.

Sobre a F.A.C.E
A instituição oferece aos portadores de deformidades craniofaciais congênitas, tratamento e intervenções cirúrgicas gratuitas, além de atendimento multidisciplinar com: fonoaudiólogo, psicólogo, ortodontista e assistente social, fora o acesso a medicamentos, órteses, próteses e aparelhos ortodônticos.
A presidente e idealizadora da instituição, Dra. Vera Lúcia Nocchi Cardim, médica cirurgiã plástica atuante há mais de 30 anos, fundou a F.A.CE. com o objetivo de atender portadores da deformidade impossibilitados de custear o alto valor do tratamento. Além disso, visa multiplicar profissionais a realizar cirurgias craniofaciais – sua equipe de cirurgiões é responsável pela criação e manutenção do primeiro curso de Pós-Graduação em Cirurgia Craniofacial reconhecido pelo MEC e pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Craniofacial.
Mesmo desconhecidas pela maioria dos brasileiros, pesquisas mostram que, na América Latina, as anomalias congênitas ocupam o 3° e 4° lugares entre as causas de morte no primeiro ano de vida. No Brasil, apesar de falta de estatística oficial, estima-se que para cada 20 mil nascimentos, duas crianças apresentem deformidades craniofaciais. Dessas, 99% são dotadas de inteligência, capacidade de desenvolvimento de habilidades, aptidões e aprendizado iguais a de qualquer outra criança. Porém, a deformação afeta funções como respiração, fala e deglutição, e gera uma rejeição enorme no meio em que vivem, prejudicando o seu desenvolvimento.

“CRIANDO ASAS” SHOW BENEFICENTE EM PROL DO F.A.C.E
Dia 07 de março de 2012 – A partir das 22h
Endereço: Rua Funchal, 65 – Vila Olímpia
Informações: (11) 3846-2300
Site: www.viafunchal.com.br
Capacidade do local: 6.000 pessoas.
Censura: 12 anos.
Estacionamento: VIP R$ 50,00.
Cartão de crédito: Mastercard, Dinners e Visa.
Cartão de Débito: Visa Electron.
Acesso para deficientes e ar condicionado.
Valores dos ingressos: R$ 100 a R$ 250

Bad Religion. Ainda longe do fim.

Greg Graffin na Via Funchal, em São Paulo. Foto: Raquel Francese.

Logo após o dia das crianças, os eternos filhos do punk rock foram agraciados com uma apresentação memorável do Bad Religion na última quinta-feira 13, na Via Funchal, em São Paulo.

Show marcado para as 22h, show iniciado às 22h. Diante dos atrasos habituais a que estamos acostumados neste país, a pontualidade das primeiras notas do guitarrista Brian Baker – em The Resist Stance – até assustou quem ainda comprava as cervejas que iriam refrescar a noite quente. Aliás, apesar do calor humano emitido pelos milhares que esgoelavam os clássicos do Bad Religion, quem estava lá parecia, de fato, interessado no show. Nada de rodas violentas e empurra-empurra, talvez por conta dos 30 e poucos anos que aparentava a maioria do público. O clima de civilidade era tamanho a ponto de ser possível testemunhar pré-adolescentes recebendo passagem dos mais velhos, que cediam seus lugares para que a futura geração pudesse aprender bem com quem construiu bela parte da história do punk rock californiano.

Bad Religion na Via Funchal. Foto: Raquel Francese.

Sobre mestres, Greg Graffin evocou a lembrança de Tom Jobim – segundo o vocalista, um dos preferidos da banda. Disse que Jobim é reconhecido imediatamente quando se ouve sua música, e assim ele gostaria que acontecesse quando alguém ouvisse a próxima canção a ser tocada, Do What You Want. Bem, ao menos na ocasião, os hits não só eram reconhecidos, como eram vociferados pela plateia, ao ponto da voz principal ser abafada em canções como Generator e I Want To Conquer The World.

E, se a energia de quem ouvia era tão forte, provavelmente fosse um reflexo da potência da apresentação. Bandas que se divertem tocando tendem a canalizar as boas vibrações para o público. Mas, muito além disso, o Bad Religion tem uma intensidade sonora de quem entende e sabe fazer bem o que faz. A voz precisa de Graffin, os refrões e vocais de apoio bem resolvidos, as guitarras simples e certeiras – Greg Hetson usa apenas um pedal ao longo do show. O baterista Brooks Wackerman massacra seu instrumento e seus pratos agitados incessantemente são daqueles que enlouquecem técnicos de som, estouram freqüências sonoras e pulsam uma multidão.

Tal excelência no punk rock explica o temor com um possível fim da banda, após seus mais de 30 anos de atividade. Algumas resenhas deste show relataram, inclusive, o anúncio de aposentadoria feito por Graffin durante a apresentação. Porém, foi uma brincadeira desmentida logo em seguida, quando o vocalista disse que “ainda não estão pensando nisso”.

Greg Graffin e o baterista Brooks Wackerman. Foto: Raquel Francese.

Em determinado momento, Graffin chamou ao palco um rapaz que levantava uma camiseta com a inscrição “Por favor, me deixe cantar Modern Man”. Após abrir votação para que o público escolhesse se o fã deveria cantar a música ou o próprio Graffin, foi derrotado e cedeu seu posto. Apesar da falta de afinação do rapaz, atestada pelos gestos zombadores do vocalista original, o fã comemorou o momento abraçando os integrantes e encerrou sua participação com um justo mergulho na plateia.

Exatamente uma hora e meia após o início do show, e um repertório com 26 músicas de todos os períodos da carreira da banda, o Bad Religion despediu-se, com a intenção de retornar em breve. Segundo entrevistas recentes, o lançamento do próximo álbum está previsto para 2012. Ao que tudo indica, o mundo não deve acabar, nem o Bad Religion. A humanidade agradece.

Bad Religion em São Paulo

Começou a venda de ingressos para o show do Bad Religion em São Paulo, que acontece no dia 13 de outubro e vai rolar na Via Funchal, com a casa abrindo a partir das 20h, e o show começa a partir das 22h.

Bad Religion

Perfil:

“O Bad Religion é uma das poucas bandas underground socialmente engajadas, que evita o tema da anarquia política, tão comum às bandas punks. A banda coloca em suas letras fortes críticas sociais, mas nunca superficiais. É também uma das poucas bandas punks americanas da década de 80, capazes de sobreviver por mais de 10 anos, sem perder o respeito dos fãs e identidade musical, mesmo após terem assinado com uma grande gravadora e assimilado influências de outros estilos.

Com mais de 15 álbuns de estúdio lançados em sua carreira, o Bad Religion é a banda punk que mais vendeu discos na história. Seu mais novo álbum “The Dissent Of Man” foi lançado em setembro de 2010 e teve uma grande aprovação pelos fãs e crítica.

Os shows da banda no Brasil serão uma grande festa em comemoração à longevidade da banda e também uma maneira da banda retribuir o importante apoio que recebe dos fãs brasileiros, durante todos esses anos de estrada.”

Dia: 13/10/2011 (quinta-feira) – Abertura da casa: 20 horas – Show: 22 horas
Via Funchal – Rua Funchal, 65, Vila Olímpia – São Paulo – SP
Ingressos: Pista = R$ 140,00 / Mezanino = R$ 180,00 / Camarote = R$ 200,00
* também estão à venda ingressos meia-entrada para todos os setores*

Postos de venda de ingressos antecipados:
Bilheterias da Via Funchal: Segunda-feira a Domingo das 12h às 22h.
Newness (Livros e Revistas) – Av. Yojiro Takaoka, 4528 – Loja 02 – La Ville Mall – Alphaville – Santana do Parnaíba/SP
Fujji Turismo – Rua Tapajós 33C – Guarulhos/SP (Paralela com Av. Paulo Faccini)

Vendas por telefone:
Call Center (11) 3846-2300

Vendas Online:
viafunchal.showare.com.br

Informações:
www.viafunchal.com.br

(fonte: Imprensa Web Rockers)

Os sonhos de Milton Nascimento

Milton Nascimento na Via Funchal, em São Paulo. Foto: Laís Aranha.

Milton Nascimento apresentou no último dia 19, na Via Funchal, em São Paulo, a turnê de …E a Gente Sonhando, seu último álbum. Lançado em 2010, o disco leva o nome de uma das primeiras composições de Milton que foram gravadas – pelo Tempo Trio, em 1966. E se o título remete aos sonhos do passado que levaram ao artista consagrado de hoje, são esses mesmos sonhos que ele parece fortalecer nos artistas da nova geração.

Logo ao início do show, o cantor, carioca de berço, mineiro de coração, conta sobre a origem do disco. Quando chegou às suas mãos o livro The brazilian sound, de Chris McGowan e Ricardo Pessanha, Milton se surpreendeu ao ver que Três Pontas, a cidade onde foi criado, figurava entre os pólos musicais mais importantes do Brasil. Sem saber o que os turistas encontrariam quando chegassem lá, tratou de perguntar ao amigo Marco Elízeo (que participa da produção de … E a Gente Sonhando) a quantas andava a criação artística da cidade e, assim, foi apresentado a um grande número de novos talentos. Encantado com o que encontrou, convidou os jovens para a gravação do disco, onde participaram como instrumentistas, compositores e cantores, tal como o fizeram diante do público paulistano.

Guitarrista e integrantes do jovem coral. Foto: Laís Aranha.

Trajado de pólo vermelha, paletó cáqui e óculos escuros, Milton foi acompanhado por um coral de mais de vinte jovens, espalhados por plataformas no palco: rapazes, com jeans e camiseta, e moças, com vestidos brancos e flores no cabelo. As roupas em harmonia e as coreografias arriscadas davam um ar de “musical” festivo ao show, o que era contraposto à densidade da maioria das canções do novo disco, que formaram grande parte do repertório da apresentação.

Elis Regina, com a maior das propriedades, disse que “se Deus cantasse, seria com a voz do Milton”. Embora o canto de Bituca seja sempre soberano, ele parece assumir vigor mais intenso nas novidades, como Amor do céu, amor do mar (canção que, aliás, cita Elis), do que em músicas consagradas como Nos Bailes da Vida e Maria, Maria. A mesma impressão fica quando Milton pede para que a plateia entoe Canção da América em seu lugar. O convite talvez venha por conta dos tantos anos em que vem apresentando a música, talvez venha por conta da poesia da ocasião, mas fato é que o ato acontece com tal beleza que abre vantagem para a segunda possibilidade.

Milton e Paulo Francisco, um dos novos talentos trespontanos. Foto: Laís Aranha.

A certa altura do show, o cantor e compositor senta-se e, flanqueado pelo jovem coral, observa-os silenciosamente na interpretação de Comunhão, enquanto os nomes dos integrantes são exibidos na projeção ao fundo do palco. E, em diversos momentos, os talentos trespontanos assumem os holofotes, o que pode ser sinal de que Milton quer apresentar novos soldados – munidos de sonhos – em sua eterna briga contra o rei, citada nos versos de Caxangá.

No fim das contas, fica ao gosto de cada ouvinte decidir se Três Pontas mantém sua posição de grande berço musical brasileiro. O aval de Milton Nascimento eles já têm.

Espetáculo Lord of the Dance no Brasil


Lord of the Dance, em cartaz na Via Funchal, em São Paulo, é um premiado espetáculo de dança irlandesa, criado em 1996 pelo dançarino e diretor artístico Michael Flatley, norte-americano com ascendência irlandesa.

O espetáculo inclui 21 cenas pontuadas por músicas dramáticas, figurinos coloridos, efeitos de luz e pirotécnicos e experientes bailarinos. O enredo é baseado no folclore irlandês e é uma clássica história do bem contra o mal, expressada através da linguagem universal da dança. A entidade Little Spirit viaja através do tempo para ajudar Lord of the Dance a proteger seu povo da fúria e dos desafios de Don Dorcha, o Black Lord.

Sobre Michael Flatley
Aos seis anos de idade, o sonho de Michael Flatley era levar a dança irlandesa de seus ancestrais a ser reconhecida nos quatro cantos do mundo. “Eu sonhava muito quando criança e era às vezes repreendido. Pois hoje, todos aqueles sonhos se tornaram realidade”.

Flatley começou sua carreira como dançarino do mais importante grupo de música folclórica irlandesa, The Chieftains, com o qual fez inúmeros shows durante os anos 80.

Serviço
Datas: 25 a 29 de maio/2011
Horários:
Dias 25, 26 e 27/05: 21h30
Dia 28/05: 16h30 e 21h30
Dia 29/05: 16h30 e 20h30
Abertura da casa: Duas horas antes de cada espetáculo
Local: Via Funchal – Rua Funchal, 65 – Vila Olimpia – www.viafunchal.com.br
Horário da bilheteria: das 12h às 22h  (de segunda à domingo)

Preços
Platéia VIP: R$ 300,00
Platéia Premium: R$ 250,00
Platéia 1: R$ 160,00
Platéia 2: R$ 120,00
Mezanino Central: R$   80,00
Mezanino Lateral: R$   80,00
Camarote: R$ 250,00
Cartões de Crédito: Visa, Mastercard e Diners
Cartões de  Débito: Visa Electron (somente na bilheteria do Via Funchal)

Estudantes tem direito a 50% de desconto no valor do ingresso em qualquer setor da casa.
Os ingressos de estudantes são vendidos apenas nas bilheterias da Via Funchal.

Informações
Site e vendas online: www.viafunchal.com.br
Telefone: (11) 3846-2300
Capacidade:   3.075  lugares
Duração: 1º ato: 45 min. – Intervalo: 20 min – 2º ato: 45 min
Classificação Etária: livre
Estacionamento na porta: R$  30,00 c/manobrista  (NETPARK)
Estacionamento VIP (dentro da Via Funchal – vagas limitadas):  R$  50,00 (vendido nas bilheterias e pelo site)
Acesso Deficientes

Sublime e seu novo momento: with Rome

Rome Ramirez na Via Funchal, em São Paulo. Foto: Laís Aranha.

A última sexta-feira 13 guardava bons presságios para os fãs da banda californiana Sublime. Em 2009, mais de uma década após a morte do vocalista Bradley Nowell, os integrantes remanescentes, Bud Gaugh e Eric Wilson, juntaram-se a Rome Ramirez e passaram a se apresentar sob o nome de Sublime with Rome. Foi esta a banda que tocou na Via Funchal, em São Paulo, com a missão desafiadora de relembrar o legado dos anos 90 e, ainda, mostrar as novidades que tem para oferecer.

Três dias antes da apresentação o grupo anunciou em seu site que o baterista Bud Gaugh não faria os shows da turnê sul-americana por conta de sua família e razões pessoais e, assim, seria substituído por Matt Ochoa, da banda The Dirty Heads. Sem o acompanhamento de sax, percussão e teclado, presentes no show que aconteceu há alguns meses no festival SWU, a banda apresentou-se na formação guitarra, baixo e bateria, tal como eram os shows do Sublime original.

Eric Wilson e Matt Ochoa. Foto: Laís Aranha.

Quem assistiu ao show anterior, o primeiro em terras brasileiras, pode ter sentido falta dos outros instrumentos que, de fato, encorpariam o som. Porém, tal simplicidade dos arranjos talvez aumentasse as chances de que estivesse ali o espírito da banda que os fãs conhecem apenas por gravações. Como disse o atual vocalista em uma entrevista no ano passado, “é uma loucura que somente um por cento dos fãs atuais do Sublime já os viram tocar ao vivo”. No entanto, a formação idêntica não ressuscitou exatamente o espírito do passado.

Rome tem um timbre de voz muito similar ao do vocalista original, além de ser um excelente guitarrista, e o baterista que substituiu Bud Gaugh executou muito bem seu papel. Logo, as canções tiveram roupagens que lembravam com propriedade as canções consagradas. Entretanto, como se sabe, música é algo composto por pitadas de diferentes instrumentos, mas que só toma forma magnânima quando é somada a muita alma.

Assim, mesmo que se focasse a atenção no baixista Eric Wilson, o representante derradeiro do Sublime original que estava no palco, nem ele era capaz de reviver algo que, no fim das contas, apenas existe nos fãs. De fato, o Sublime da minha cabeça é aquele dos vídeos, onde Bradley Nowell canta com tal intensidade que suas vísceras aparentam a iminência de uma explosão. É o dálmata Lou Dog passeando pelo palco tranquilamente, como se fosse um dos integrantes da banda. São o charuto e os olhos vermelhos de Eric Wilson, com Bud Gaugh segurando o ritmo com perfeição, independente do estado alucinógeno dos integrantes. Mais do que tudo, são aquelas três pessoas (e um cachorro), naquele momento e, por ventura, com aquelas músicas. Troque-se os outros elementos, mantenha-se as músicas, e a magia não acontece.

O baixista Eric Wilson. Foto: Laís Aranha.

Contudo, “sem mania de passado”, como diria o mestre Paulinho da Viola, o Sublime with Rome não parece ter o intuito de atender, exclusivamente, aos anseios nostálgicos dos fãs do Sublime. Grande parte do repertório foi formada por novas canções, apresentadas em bloco e sem introduções do tipo “esta é do novo trabalho”, com exceção para Panic, primeiro single de Yours Truly, álbum que tem previsão de lançamento para este ano.

Uma renovação saudável parece acontecer no Sublime with Rome, uma vez que várias das novas canções escapam às formas características da obra construída no passado. Muito embora a banda tenha o desafio de lidar com fãs ávidos pelos hits conhecidos, dá a impressão de estar em busca de uma voz própria neste novo momento. Um ato de grande dignidade, afinal, seria muito mais fácil render-se ao calabouço criativo que transforma vários artistas em covers de si mesmos.

Human League no Brasil

Um dos principais nomes da cena tecnopop britânico, o Human League vai se apresentar no Brasil em abril.

A banda liderada pelo vocalista Phil Oakey e pelas backing Susan Ann Sulley e Joanne Catherall é referência para toda uma geração de bandas que misturam disco, eletro e rock como Scissor Sisters e La Roux.

Com alguns discos clássicos do tecnopop como Dare (1981) e Hysteria (1984), a banda seguiu carreira pelas décadas seguintes sem o mesmo peso, mas os seus hits “Don’t you want me”, “(Keep feeling) Fascination” e a romântica “Human” estão no playlist de DJs, músicos e seguidores da música eletrônica.

A nova passagem do grupo pelo Brasil – a primeira foi em 2005 – casa com o lançamento do disco Credo, o primeiro de inéditas desde Secrets de 2001. O álbum tem a produção do duo I Monster, conterrâneos do Human League, ambos de Sheffield.

Serviço:
Quando: 6/abr (quarta-feira) às 22h
Onde: Via Funchal – rua Funchal, 65 –
fone (0xx11) 3846-2300
São Paulo SP
Quanto: de R$ 120 a R$ 200