Millencolin apresenta sucessos na casa de shows paulistana Carioca Club

Banda sueca de punk rock retoma energia dos hits que construíram a carreira do grupo

O vocalista e baixista Nikola Sarcevic. Foto: Laís Aranha.

Os suecos do Millencolin subiram ao palco do Carioca Club, em São Paulo, no último sábado 14. Se há bandas que fogem de seus sucessos – seja por cansaço, seja pela busca por um status blasé –, esta não é uma delas. Em um show sem economia de hits, fãs ouviram músicas como “Penguins & polarbears”, “Bullion”, “Man or mouse”, “The ballad” e “No cigar”.

Erik Ohlsson no palco do Carioca Club. Foto: Laís Aranha.

O som do Millencolin é inevitavelmente caracterizável como “punk rock bonzinho”. Ou, se você preferir, punk rock melódico californiano (produzido nos países nórdicos). Uma maçã não cai longe da árvore e os fãs da banda se parecem com a música que escutam. Indivíduos de classe média, com roupas de skatista e nem um pouco revoltados – estão mais interessados em cantar junto e tomar uma cerveja do que esmurrar uns aos outros em uma roda punk.

Mathias Färm convoca a público. Foto: Laís Aranha.

Talvez a serenidade também seja fruto da passagem do tempo. Os momentos áureos do Millencolin datam de 15 anos atrás, o que conferiu ao público médio da apresentação uma faixa de 30 e poucos anos. Aliás, se o tempo foi benéfico para a apreciação do show (afinal, ninguém merece ouvir música com a preocupação de ser involuntariamente arremessado em uma roda punk), também fez bem para a banda. Este que escreve testemunhou uma apresentação terrivelmente chocha em 2006, mas os anos parecem ter aumentado o gás dos integrantes do Millencolin.

O baterista Fredrik Larzon. Foto: Laís Aranha.

E haja gás para compensar as limitações do Carioca Club. Um visitante incauto logo percebe que a temperatura dá nome ao lugar – nem no verão do Rio de Janeiro se passa tanto calor. Quem também precisou dar um gás para enfrentar as limitações da casa foram os fãs. A energia do coro de vozes foi necessária para contrapor um sistema de som precário, que eliminou as guitarras do show e só permitia que se ouvisse o baixo (estalado) e a voz do frontman Nikola Sarcevic. De qualquer forma, a nostalgia de passar o perrengue de um show adolescente vale a pena.

Fotos: Laís Aranha (www.laisaranha.com).

Gogol Bordello: refrãos, vinho e diversão

Banda punk cigana se apresentou no HSBC Brasil, em São Paulo

O Gogol Bordello carrega alguma unanimidade entre os apreciadores da boa música – se é que ela existe. Entre críticos, adolescentes rebeldes e ouvintes do mainstream, a mistura de punk rock e música cigana causa simpatia e cativa facilmente. Essa pluralidade de público pôde ser observada no HSBC Brasil, em São Paulo, onde o grupo se apresentou na última quarta-feira 25.

Qualquer release sobre uma nova banda fala sobre “a energia que ela transmite no palco”. Porém, o Bordello cria um paradigma sobre o que é energia no palco. Obviamente, isso não acontece de graça. A temática da liberdade cigana vem em refrãos fortes, com letras fáceis de cantar. As harmonias e melodias simples causam uma bela resposta no público, com requintes de catarse coletiva.

É uma festa punk. O percussionista Pedro Erazo puxa palmas e corre pelo palco sem parar. A dançarina, vocalista e percussionista Elizabeth Sun interpreta o mesmo papel. Eugene Hütz, vocalista que empresta identidade à banda, emenda uma música atrás da outra. Só descansa para dar goles ou derramar o conteúdo de uma garrafa de vinho na plateia.

Inevitavelmente, há algo teatral na performance, o que poderia prejudicar o “verdadeiro espírito punk” do evento, mas quem se importa? Durante uma entrevista feita pelo showlivre.com, em 2012, a banda não quis ser fotografada sem suas roupas de palco. Talvez falte alguma legitimidade no discurso, mas isso não prejudica a diversão. E ela, como bem ensinaram os Ramones, é o principal.

Fotos: Laís Aranha (www.laisaranha.com)

Paramore simplezinho

Os pedidos da banda Paramore foram até muito simples para a turnê brasileira


Chegando ao Brasil no final de julho para shows no Rio de Janeiro (25), Belo Horizonte (26), Brasília (28) e São Paulo (30), e em agosto em Curitiba (2) e Porto Alegre (4), a banda Paramore mandou avisar à produção nacional que não tem grandes exigências com relação a hotéis – a sugestão é escolher um hotel onde a própria produção gostaria de ficar hospedada.

Sem estrelismo e com muita disposição para fazer um belo show, a banda fez questão de pedir para o camarim muita água mineral e biscoitos, além de suas famosas toalhas pretas de palco. Com relação ao cardápio, a simplicidade também fez parte do pedido: “Nossa equipe gosta muito de comidas normais e simples, nada muito exótico. Carnes e frangos grelhados, e macarrão à bolonhesa serão os pratos mais apreciados”.

Fonte: Midiorama

Um mar cristalino de sucessos

Burt Bacharach fez show emocionante, com direito a músicas inéditas e coro do público!

Burt Bacharach @HSBC Brasil - foto: Marco Vianna

 

Em mais uma noite paulistana, um show de uma lenda viva da música pop mundial. Maestro Burt Bacharach, em sua quarta incursão por terras brasileiras, iria desfilar seu repertório de sucessos e lembranças musicais para um HSBC Brasil lotado, que gerou até congestionamento na Marginal Pinheiros em São Paulo.

Acompanhado por uma orquestra/banda de suporte com 10 pessoas no palco, Bacharach entrou com acordes de “What the world needs now” e logo fez um discurso onde agradecia e dizia estar feliz de voltar ao país cuja música muito o encantava, citando Ivan Lins e Milton Nascimento.

Como apresentar em duas horas um resumo de centenas de composição, muitas em parceria com o falecido Hal David, sem deixar frustrado o fã? Simples, belíssimos potpourri onde apresentava trechos essenciais de músicas como “Walk on by”, “Do you know the way to San José” (famosas na voz de Dione Warwick), “I say a little prayer” (com versões de Aretha Franklin, Dionne Farris e outras divas), “One less bell” (conhecido pela interpretação do grupo de soul Fifth Dimension) e outras pérolas mais.

Josie James, Donna Taylor e John Pagano - Foto: Marco Vianna

Veja a galeria de fotos aqui!

No bloco dedicado ao cinema, o maestro brincou que ficou conhecido pelos trabalhos em trilhas de cinema, “como Austin Powers 1, 2, 3, 4…” e tome clássicos como “The look of love”, “Arthur’s theme (Best That You Can Do)”, “What’s new, pussycat”, “The world is a circle”, “The April Fools”, “Raindrops keep fallin’ on my head” (Muito ovacionado pleo público), “The man who shot Liberty Valance”, “Making love”, “Wives and lovers” ,”Alfie” e “A house is not a home”, esta última, numa versão que começou lindamente intimista.

Além de todas as canções, uma grata supresa no final da apresentação. Primeiramente, duas músicas inéditas (“É a estreia nos palcos destas próximas duas músicas”, mencionou Bacharach) e ainda um pedido para que o público cantasse a última música do show, o bis de “Raindrops keep fallin’ on my head” .

Burt Bacharach - Foto: Marco Vianna

Foram pouco mais de duas horas de show onde Burt Bacharach interagiu, brincou, cantou, elogiou o público, ganhou presentes, cumprimentou os fãs e deixou os fãs com a sensação de terem presenciado um momento pop sublime, onde a melodia se encontra com a simplicidade, músicos excelentes são liderados por um gênio do século XX, que – graças ao Todo Poderoso – consegue mostrar sua obra ainda no século XXI!

 

 

Caetano Veloso abraça São Paulo

Compositor faz show de lançamento de Abraçaço no HSBC Brasil

Caetano Veloso trouxe praticamente Abraçaço (2012) na íntegra no show realizado nessa quinta-feira 11, no HSBC Brasil, em São Paulo. A apresentação marca o lançamento oficial do disco na capital paulistana e ainda poderá ser conferida hoje e amanhã. Há poucos ingressos disponíveis.

“A bossa nova é foda” abre o show, tal como abre o disco. É difícil separar a persona de Caetano, algo controversa política e publicamente, de sua criação artística – embora o exercício seja válido; afinal, sabe-se que a arte costuma superar de longe o criador. Mas é fato que a homenagem provocativa ao gênero lançado por João Gilberto lembra muito as declarações públicas de Veloso. Artista legítimo, sua obra parece uma extensão de quem ele é.

E quem ele é hoje no palco? Uma banda mais do que competente acompanha o baiano no disco e nos shows: Pedro Sá (guitarra), Marcelo Callado (bateria) e Ricardo Dias Gomes (baixo). Na turnê de Abraçaço, especialmente, fazem uma cama roqueira e bem-resolvida para as harmonias de Caetano – o violão aparece como figura central, força motora das canções. A condição provavelmente se dá pela influência que os álbuns feitos durante o exílio, especialmente o belíssimo Transa (1972), tiveram em seus últimos discos. A presença do clássico aparece, aliás, na inclusão de uma linda versão de “Triste Bahia” no repertório, a primeira a realmente provocar delírio no público. Ainda que, em um show de um artista do quilate de Caetano Veloso, tudo seja recebido com reverência.

Hábil no palco, quando anda em direção à plateia e meramente cruza os braços, é ovacionado. Se a banda se desencontra e recomeça a canção “Homem”, do álbum (2006), aplausos enérgicos são dirigidos ao compositor. No entanto, como costuma acontecer, é nos sucessos consagrados que o artista ganha seu público. “De noite na cama”, “Você não entende nada”, “Reconvexo” e “A Luz de Tieta” são recebidos com histeria, daquelas que, em um show para se ver sentado, com pessoas distribuídas em mesas, fazem com que fãs abdiquem de boas maneiras e fiquem em pé na frente de quem quer que fosse – mesmo idosas incapazes na luta para “ver um pouco mais de pertinho”.

Quando canta “Um comunista”, homenagem ao guerrilheiro Carlos Marighella, é que a persona de Caetano vem à tona. Ainda que a canção seja de beleza transcendental, letra pungente, alma em evidência, o tema não se adequa à atuação política contemporânea do compositor. Mas talvez aí more sua grandeza artística, pois, como acreditamos, a arte supera o criador. E quando se trata de arte, há mérito indiscutível em sua disposição. Com 70 anos, Veloso fica plenamente à vontade no palco: canta, dança, corre. E parece ter a mesma liberdade invejável quando compõe.

Fotos: Laís Aranha (www.laisaranha.com)

KISS no Brasil com sua Monster World Tour 2012

Cultuada banda faz turnê por Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro no mês de novembro

Mais de três anos após sua última passagem pelo país, o KISS está de volta com sua nova turnê mundial. Com mais de 90 milhões de discos vendidos, traz para o Brasil a turnê de seu novo disco “Monster”: no dia 14 de novembro eles estarão no ‘’Zequinha’’ em Porto Alegre; no dia 17 no Anhembi, em São Paulo – dentro do projeto Live Music Rocks – e no dia 18 na HSBC Arena, no Rio de Janeiro.

 

Kiss Monster Tour 2012

O KISS criou uma nova experiência em cena, misturando rock com pirotecnia, iluminação e ambientação cênicas excepcionais e as indefectíveis maquiagens e figurinos que se transformaram em marcas registradas – tudo isso deu a eles a reputação de criar alguns dos melhore shows ao vivo da história da música mundial.

As vendas de ingressos para as apresentações brasileiras começam no dia 29 de setembro, `as 00h01 (para o show de São Paulo) e no dia 01 de outubro, `as 10h (para o show do Rio de Janeiro) através do site www.livepass.com.br.

Vendas para o show de Porto Alegre começam no no dia 30 de setembro, `as 00h01 , no www.ingressorapido.com.br

 

Serviço:
Porto Alegre:

Data: 14.11.2012
Local: Estádio Zequinha
Classificação Etária: 14 anos
Preços: R$ 190 a R$ 420

BILHETERIA OFICIAL:

Multisom – Rua dos Andradas, 1001 – Centro
De segunda à sexta-feira, das 11h às 19h. Sábado das 9h às 17h
*Somente em dinheiro

Venda Online
www.ingressorapido.com.br

Formas de pagamento: cartões de crédito: Visa, Master ou Boleto.
Sujeito à taxa de conveniência.
Telefone para informações de Ingresso – 40031212

São Paulo:

Data: 17.11.2012
Local: Arena Anhembi
Classificação Etária: 14 anos
Preços: Pista (setor único).
Lote 1: R$ 300 (inteira) – R$ 150,00 (meia)

Rio de Janeiro:

Data: 18.11.2012
Local: HSBC Arena
Classificação Etária: 16 anos
Preços:R$ 160 a R$ 650

 

Setembro Quente

Setembro começou a mil no Showlivre. Depois de duas apresentações ao vivo bombásticas, de Vivendo do Ócio e Tiago Iorc, respectivamente nos dia 4 e 5, o mês continua a toda. Olha só o que teremos por aqui, ao vivo, às 16hs:

 

– Dia 11 de setembro tem Planta e Raiz comemorando com a gente os seus 14 anos de carreira, com todas as bênçãos de Jah.

Jeito Moleque

– Dia 14 é a vez da alegria da roda de samba da mais nova sensação do gênero, Jeito Moleque.

Kiko Loureiro

– Dia 18 Kiko Loureiro dá as caras por aqui, trazendo a sua guitarra virtuosa e melodia ao Heavy Metal.

– Dia 20, a banda Boneca de Vidro vem mostrar porque foi um dos grandes destaques da primeira edição do #ShowlivreDay.

 

– Dia 25, voltamos ao espírito Jamaicano e as boas vibrações com a banda Filosofia Reggae.

Kliav

– Dia 27 é a vez da banda Kliav e seu Heavy Metal tenebroso fazerem tremer as paredes do nosso estúdio.

E não é só o Estúdio Showlivre que está quente. Na segunda, dia 10 de setembro, vou bater um papo descontraído com a eterna apresentadora Mara Maravilha para o programa Pé na Porta, e já estamos negociando uma entrevista com o antológico Odair José, o cantor brega que agora virou Cult para os novos artistas da nova MPB.

Outro que deve aparecer para lançar seu novo clipe é Jair Naves, um dos maiores representantes da nova cena Indie Rock. Fique atento, pois setembro promete.

Robert Plant, a lenda está de volta

Sir Robert Plant, o cavaleiro solitário

A lenda Robert Plant volta ao Brasil em outubro, essa verdadeira unanimidade do rock mundial poderia viver sob os louros pelo resto da vida. Sentado sobre o repertório do Led Zeppelin, empurrando com a barriga, que se daria bem mesmo assim. Mas não é isso que faz sir Robert Plant, esse intrépido cavaleiro, comandante do Império Britânico, título concedido pela rainha Elisabeth II. Ele tem a alma irrequieta e junto com seu fiel escudeiro, Jimmy Page, continuou produzindo, compondo e gravando álbuns incríveis e exóticos como aquele com a orquestra do Marrocos. Continuou pesquisando as raízes de sua música e agora com seu fantástico novo projeto, The Sensational Space Shifters, uma banda bem solta, ele se aproxima da música africana, do blues e de suas influências pessoais, sem deixar de revisitar clássicos do Led Zeppelin.

Um show para gostos apurados:

Em São Paulo

Data: 22 de outubro de 2012

Local: Espaço das Américas

Horário abertura portões: 18h30

Horário do show: 20h30

Classificação Etária: 16 anos

Bud Zone (Pista Premium): R$400,00 (Meia Entrada: R$200,00)

Pista: R$240,00 (Meia Entrada: R$120,00)

 

Mim quer Tocar

Como profetizou o grande Ultraje a Rigor, “Mim quer tocar, mim gostar ganhar dinheiro”.

Henrique Fogaça (Oitão)

Muitas vezes, não é bem assim, não é raro um músico ter uma segunda profissão que lhe garanta o sustento, enquanto se envereda pelo maravilhoso mundo da música. Mas tem quem siga o caminho inverso, gente que se realiza profissionalmente, nas mais diferentes profissões e não consegue viver sem pisar num palco. Resumindo, ganha dinheiro de outra maneira, mas adora fazer música. E quando alguém que já faz sucesso em outras áreas resolve se enveredar pelo complexo universo musical, realmente causa estranhamento e também encantamento.

Mas é bom adiantar que eles levam a música muito a sério, não é apenas um hobby para aliviar o stress. Eles realmente mandam bem e algumas dessas figuras estiveram no Showlivre para apresentar seus projetos.

O estilista, Fause Haten com seu trabalho solo nas mãos, mostrou que seu mundo não é feito apenas de tesouras, linhas e top models. O chef de cozinha Henrique Fogaça, o mais novo destaque da gastronomia, trouxe sua indigesta banda de hard core peso pesado, Oitão. Celso Cardoso, respeitado jornalista esportivo da TV Gazeta, mostrou sua face rebelde acompanhado por uma super banda de rock. E a escritora, blogueira e barraqueira Clarah Averbuck, nos presenteou com sua linda voz e letras inspiradas.

É imperdível, “quem quer tocar?”.

Sónar confirmado em 2013

O festival Sónar SP divulga as datas da edição de 2013 do evento

Após uma implantação inédita e única no Anhembi, o Sónar SP voltará a ser realizado neste local nos dias 24 e 25 de maio de 2013 – sexta e sábado.

Em sua edição de 2012 reuniu mais de 30 mil pessoas nos dois dias de festival. Foram 48 atrações musicais oferecendo mais de 56 horas de música em três palcos diferentes. Destaques para o show exclusivo em 3D do grupo Kraftwerk, os shows de Justice, Mogwai, Flying Lotus, Criolo, Chromeo, Modeselektor e James Blake, entre outros; as apresentação do pop star Cee Lo Green, de Little Dragon, TEED ou ainda Squarepusher e do rapper DOOM; os sets de Rustie, Seth Troxler, Four Tet, Gui Boratto e o encontro histórico de Marky e Patife; e ainda o concerto especial de Alva Noto e Ryuichi Sakamoto.

Kraftwerk no Sónar 2012 - (Imagem: Sónar SP)

Sobre o Sónar

O Sónar é o Festival Internacional de Música Avançada e Arte New Media criado no ano de 1994 em Barcelona, onde ocorre anualmente desde então. A partir de 2002 passou a ser realizado em diversas outras cidades do mundo. Pioneiro e único em seu formato e conteúdo, se tornou referência mundial no âmbito da música avançada e da aplicação de novas tecnologias à criação artística. Combina de modo excepcional o entretenimento, a vanguarda e a experimentação, reunindo sempre grandes nomes da música atual com artistas internacionais emergentes e uma cuidadosa seleção de arte new media.

Mais informações em breve: www.sonarsaopaulo.com.br

(Referência: Approach)