3perguntas: electric age band

Destaque no ShowlivreBUZZ, fomos conhecer melhor a Electric Age Band e fizemos as 3Perguntas


Heavy metal, hard rock dos anos 70/80 com partes de jazz blues e rock progressivo; assim é uma definição rápida Electric Age Band, formada por Luiz Felipe Cardim (Guitarra), Otavio Cintra (Baixo), Rafael Nicolau “The Boss” (Bateria) e Junior Rodrigues (Vocal), destaque do ShowlivreBUZZ e que chamou a nossa atenção com sons de seu EP de estreia.

Confira um pouco mais deles no nosso 3Perguntas:

Como foi o processo de produção e gravação do EP de vocês?

 

Bom logo quando pensamos em um estúdio pra gravar o EP ainda estávamos muito agitado, pois tínhamos acabado de vencer o Manifesto Rock Fest (festival independente de rock de São Paulo) e estávamos muito felizes com tudo aquilo, pois vencer o fest nos proporcionou condições por conta da premiação poder gravar num estúdio de qualidade com profissionais de renome. Logo conhecia alguns estúdio e sugeri o Mr Som estúdio dos caras do Korzus junto com Tadeu De Grigo (Ex Paradise Inc) que cuidou da produção do EP tivemos muita sorte, escolhemos um estúdio de profissionais de peso! Trazendo uma produção gringa e com um peso amais! A gravação foi um puta prazer, pois estávamos entre amigos o Tadeu (produtor) deixou a gente bem tranquilo e como já tínhamos tocado as musicas centenas de vezes a coisa fluiu mais depressa.

Qual a ideia que a banda quer passar com esse trabalho novo?

O EP se chama Good Times Are Coming traduzindo fica algo como “Os bons tempos estão chegando”! Esse nome funciona como uma espécie de analogia, a Electric Age tem muita influencia dos primórdios da musica pesada do Rock’n’Roll do Hard Rock, de uma época que julgamos ser a melhor para a musica! Gostamos muito de dizer que o EP não aborda um tema conceitual porem as musicas se completam como se houvesse um tema. Faça essa pergunta a si próprio (a)! O que você gosta muito que pertence a um tempo passado uma época atrás e você gostaria que estivesse de volta? Algum comportamento alguma forma de pensar alguma bebida algum estilo de musica algo que você acha que completaria seu trabalho no dia á dia, algo que facilitasse a sua vida ou mesmo lhe trouxesse a  emoção de um desafio novamente ! Essa talvez seja a proposta da Electric Age !

Tentar resgatar essa forma de ver as coisas mais completas de buscar nas suas raízes a fortaleza que vai te manter de pé e te fazer seguir em frente, Abordamos temas nas nossas musicas como, buscar dentro de si as respostas pra vida de curtir a vida como se fossem seus últimos momentos, de valorizar as pequenas coisas como sair com os amigos e tomar um pileque quebrar a cara, essas coisas que são permitidas a todos só que acabam por muitos sendo deixadas para trás por muitos motivos banais como medo vergonha dentre outros coisas .

Como foi o lançamento no pocket show no Estúdio Produssom? Se vocês sentem que o trabalho foi bem recebido pelo público? e previsões/projetos futuros da banda?

O lançamento foi um sucesso! Ficamos impressionados pensamos que não iria ninguém kkkk estava chovendo tendo passeatas em todas as regiões mais enfim todos que foram curtiram a galera estava vindo e nos dizendo o que mais tinham curtido no show, na banda, o pessoal está ouvindo o EP e se preocupando de vir falar pra gente o que achou e nós estamos sempre disposto a ouvir a opinião de todos, Vimos muitos dos presentes cantando nossas musicas no show e nos shows isso está se tornando mais frequente, todos os dias recebemos mensagens de todo pais de pessoas que viram algum vídeo nosso ou ouviu nosso som e elas nos dizem coisas incríveis ! Agora com o lançamento do EP muita gente veio atrás pra garantir o seu e a gente só tem agradecer e pedir que continuem nos acompanhando nos dando essa força esse apoio e nos passando esse feedback .
Estamos no começo muita lenha pra queimar e a gente está com muita energia pra enfrentar essa batalha que é fazer musica a sua própria musica no Brasil

Agora estamos trabalhando em novas composições inclusive já estamos completando nosso repertorio com algumas delas e se preparando para no final do ano iniciar a gravação do nosso primeiro álbum completo, estamos fazendo shows a onde rola interesse da galera e dos contratantes, em breve vamos lançar mais um videoclipe de alguma faixa do EP e continuar na divulgação desse trabalho. O momento agora é de divulgar de correr atrás de bater nas portas de levar o nosso trabalho ao maior numero de pessoas possível, aproveitando todos os espaços que oferecem esse apoio .

Perfil no ShowlivreBUZZ

Rock de Verdade: o Cenário Independente

Rock de Verdade e o Rock independente, cenários e mais espaços na mídia

Patricia Gil, colaboradora do Rock de Verdade, faz uma análise sobre a visibilidade do rock independente no Brasil, confira:

“É hora das Bandas Independentes ganharem mais espaço!

 

Toda banda no seu início de carreira enfrenta diversidades e dificuldades escutando inúmeros “Nãos” ou “Entramos em contato”, sem que contar que aqui no Brasil, o estilo rock’n’roll não é predominante, então comercialmente falando, não é fácil encontrar mais oportunidades como em outros estilos.

Cada uma trabalha arduamente de sua forma, distribuindo flyers, disparando e-mails marketing, convidando os amigos no boca a boca, criando eventos em redes sociais e convidando os amigos, tocam em bares para levar o seu som para o maior número de pessoas o possível, e até a banda conseguir participar de um pequeno festival, ela passa por um longo e difícil caminho, é como muitos dizem, pra dar certo, tem que ter paixão pelo o que se faz, é tocar e compor com o coração, ter esperança, perseverança sempre, pois serão muitos obstáculos no caminho.

E mesmo com todo esse esforço que cada banda se dedica a sua maneira, não é o suficiente, elas precisam de mais,  e chegou a hora destas bandas que correm atrás para levar o seu som de forma independente e que fazem de tudo para produzir com qualidade, terem mais espaço para apresentar os seus talentos, a sua música.

Temos inúmeras e excelentes bandas por todo o Brasil no cenário rock’n’roll fazendo um som digno, de classe, mas que só precisam de mais um empurrãozinho.

E é devido este cenário que nos últimos tempos estão surgindo alguns pequenos e médios portais independentes de música com o propósito de ajudar e liberar um espaço para estas bandas, recebendo diariamente muitos materiais de diversas bandas, onde os fundadores e colaboradores destes portais dedicam o seu tempo conhecendo o som, criando uma pauta e divulgando pra galera.

Porém pedimos mais, pedimos mais espaço na mídia tradicional, mais incentivo abrindo oportunidade pra galera, e se todos trabalharem em conjunto fortalecerá o cenário rock’n’roll de bandas independente. Não vivemos mais na época em que bastava entregar uma fita demo para uma gravadora é o suficiente, vivemos em uma fase que tempos muito apoio no ambiente digital, onde é muito fácil espalhar para várias pessoas, e que se juntar este mídia tradicional, imagine que dupla imbatível seria?”

 

por Patricia Gil

Colaboradora do site Rock de Verdade, fundadora das Mulheres Roqueiras e uma das fundadoras do Machine Head Brasil. Analista de marketing que é apaixonada por rock’n’roll, suas bandas de cabeceira são: Metallica, Machine Head e Meshuggah \m/

@patitagil – https://www.facebook.com/mulheresroqueiras

 

Desvendando To Get There

Club America mostra aos poucos as faixas do aguardado álbum de estreia da dupla talentosa de Sorocaba (SP)

Club America

Um álbum que vem sendo trabalhado em quase segredo. To Get There é o debut do Club America, projeto da dupla formado pelos irmãos Bruno e Andy Alves, com influências que passam pelo synth-pop, indie-rock e pós-punk. O duo surgiu no primeiro semestre de 2012 em Sorocaba, carinhosamente apelidada de ”Manchester Paulista”, com o primeiro single “Believe”.

To Get There, conta também com produção do produtor musical Felipe Colenci, que traz dez músicas e tem lançamento agendado em 21 de Maio deste ano em uma listening session transmitida ao vivo no Showlivre.com. Dentre as novidades do álbum de estréia, uma das músicas traz a participação do rapper americano Chris Brown/Da Deputy, que compôs e gravou juntamente com a banda a faixa “All the things I’ve done”.

Daqui até a apresentação da banda no Estúdio Showlivre vamos ter teasers explicando faixa a faixa o álbum. Mais uma forma de atiçar a curiosidade, não?

Concorra a acessos ao lançamento do disco de estreia do Club America aqui! 

Serviço
Club America no Estúdio Showlivre
Data: Terça-feira, 21/05/13
Hora: 16h
Onde ver: http://showlivre.com/aovivo
Perguntas e recados: @Showlivre

 

9º PMW Rock Festival

Evento em Tocantins celebra em sua nona edição a música independente com a presença de 22 bandas.

O PMW Rock Festival, evento genuinamente tocantinense, chega a sua nona edição, no volume da música independente, entre os dias 1 e 3 de novembro, na Boate The Cave, em Palmas.
E é no volume independente e de qualidade, que o PMW Rock Festival se consolidou fazendo parte dos circuitos de festivais independente do Brasil.
Durante os três dias de evento, as bandas se revezarão em dois palcos intercalados, desta forma, o público poderá assistir aos shows de maneira dinâmica, otimizando o tempo, ao mesmo tempo em que são revelados talentos. As grandes atrações são as bandas The Slackers (EUA), Autoramas (RJ) e Vic Ruggiero (EUA).

Autoramas no Estúdio Showlivre

Estão confirmadas ainda, as bandas Cassino Supornova (DF), Cherry Devil (GO), Fenicios (SP), Jim is The Cheap Jack (SP), Leave Me Out (MG), x Lost in Hate x (DF), Suzana Flag (PA),Tronica (BA) e Versalle (RO), pluralidade musical que poderá ser vista pelos palmenses.

Valorizando a produção musical independente feita no Estado, para essas edições, foram selecionadas, pela curadoria do festival, as bandas tocantinenses, ¼ de som (Palmas), Aborigen (Palmas), Asteroid 66 (Palmas), Centavos (Araguaína), Four de Reis (Palmas), Mestre Kuca (Palmas), Super Noise (Gurupi), The Koopers (Palmas) Vicio Vital (Palmas) e Vulgar (Palmas).
História

O PMW, idealizado pelos produtores culturais André Santiago e Gustavo Andrade, projetou o Tocantins no cenário nacional, dando oportunidade a centenas de bandas alternativas e artistas independentes de mostrarem os seus trabalhos. Já subiram aos palcos do PMW cerca de 200 bandas nacionais e regionais, reunindo um público de mais de 18 mil pessoas. Já passaram pelo PMW bandas como o Cordel do Fogo Encantado, Pato Fu e Mundo Livre S/A.

Vale ressaltar, que em todas as suas edições o PMW Rock Festival sempre foi conduzido pela linha da responsabilidade social. O evento forma público e também cidadãos. Em 9 anos foram arrecadados 16 mil quilos de alimentos e doados ao projeto Mesa Brasil do Sesc, além de contribuir com a prevenção das DSTs e AIDS, sendo distribuídas, nesse período, seis mil camisinhas, um trabalho em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde.

A 9ª edição do PMW também arrecadará alimentos com o ingresso social, a cada quilo de alimentos doado o participante tem direito a meia-entrada.
Mais informações:

www.pmwrockfestival.tnb.art.br
Twitter: @pmwrockfestival
Facebook: www.facebook.com/pmwrockfestival
e-mail: pmwrockfestival@gmail.com
Os ingressos serão vendidos no valor de R$ 15,00 por dia (meia e social), o primeiro lote.

Setembro Quente

Setembro começou a mil no Showlivre. Depois de duas apresentações ao vivo bombásticas, de Vivendo do Ócio e Tiago Iorc, respectivamente nos dia 4 e 5, o mês continua a toda. Olha só o que teremos por aqui, ao vivo, às 16hs:

 

– Dia 11 de setembro tem Planta e Raiz comemorando com a gente os seus 14 anos de carreira, com todas as bênçãos de Jah.

Jeito Moleque

– Dia 14 é a vez da alegria da roda de samba da mais nova sensação do gênero, Jeito Moleque.

Kiko Loureiro

– Dia 18 Kiko Loureiro dá as caras por aqui, trazendo a sua guitarra virtuosa e melodia ao Heavy Metal.

– Dia 20, a banda Boneca de Vidro vem mostrar porque foi um dos grandes destaques da primeira edição do #ShowlivreDay.

 

– Dia 25, voltamos ao espírito Jamaicano e as boas vibrações com a banda Filosofia Reggae.

Kliav

– Dia 27 é a vez da banda Kliav e seu Heavy Metal tenebroso fazerem tremer as paredes do nosso estúdio.

E não é só o Estúdio Showlivre que está quente. Na segunda, dia 10 de setembro, vou bater um papo descontraído com a eterna apresentadora Mara Maravilha para o programa Pé na Porta, e já estamos negociando uma entrevista com o antológico Odair José, o cantor brega que agora virou Cult para os novos artistas da nova MPB.

Outro que deve aparecer para lançar seu novo clipe é Jair Naves, um dos maiores representantes da nova cena Indie Rock. Fique atento, pois setembro promete.

Festival Porão do Rock

O Porão do Rock faz sua festa de debutante!

O Festival Porão do Rock em Brasília chega a sua 15° edição em grande estilo, reunindo 40 atrações em três palcos, num total de 15 horas de shows e uma expectativa de público de 40 mil pessoas. Várias atrações nacionais e internacionais se intercalam, nomes como: Sepultura (MG), Raimundos (DF), Cascadura (BA) e Vanguart (MT) dividem o palco com Gaz Coombes (Inglaterra), Red Fang (EUA) e Motosierra (Paraguay). Isso tudo sem falar nas toneladas de alimentos arrecadados pela ong PDR para o projeto Rock Contra a Fome e a Bolsa Rock onde alunos da rede pública entram de graça. O festival acontece nos dias 07 e 08 de setembro de 2012.

O Porão do Rock nasceu numa época em que os festivais preencheram uma enorme lacuna da música independente, disseminando e divulgando novos artistas por todo o Brasil. Vários festivais brotaram por todo o país seguindo o exemplo dos pioneiros: Porão do Rock (DF), Abril Pro Rock (PE), Goiânia Noise (GO) eRec Beat(PE). Criando um novo conceito e relação com a música, já que, no entorno desses festivais toda uma cultura independente se desenvolveu.

Hoje o Porão discute seus próprios modelos com um debate na véspera do festival, para discutir “Os Efeitos da Gratuidade dos Eventos no Mercado de Produção do Distrito Federal”. O que é um bom sinal. Mostra que as cabeças continuam pensantes e olhando para o próprio umbigo.

Informações:

http://www.poraodorock.com.br/

Robert Plant, a lenda está de volta

Sir Robert Plant, o cavaleiro solitário

A lenda Robert Plant volta ao Brasil em outubro, essa verdadeira unanimidade do rock mundial poderia viver sob os louros pelo resto da vida. Sentado sobre o repertório do Led Zeppelin, empurrando com a barriga, que se daria bem mesmo assim. Mas não é isso que faz sir Robert Plant, esse intrépido cavaleiro, comandante do Império Britânico, título concedido pela rainha Elisabeth II. Ele tem a alma irrequieta e junto com seu fiel escudeiro, Jimmy Page, continuou produzindo, compondo e gravando álbuns incríveis e exóticos como aquele com a orquestra do Marrocos. Continuou pesquisando as raízes de sua música e agora com seu fantástico novo projeto, The Sensational Space Shifters, uma banda bem solta, ele se aproxima da música africana, do blues e de suas influências pessoais, sem deixar de revisitar clássicos do Led Zeppelin.

Um show para gostos apurados:

Em São Paulo

Data: 22 de outubro de 2012

Local: Espaço das Américas

Horário abertura portões: 18h30

Horário do show: 20h30

Classificação Etária: 16 anos

Bud Zone (Pista Premium): R$400,00 (Meia Entrada: R$200,00)

Pista: R$240,00 (Meia Entrada: R$120,00)

 

Elvis Não Morreu. Fato.

Em uma época de information overload, talvez passe batido a data da morte de um cantor que fazia suas fãs gritar, se descabelarem, fazia shows com ingressos disputados a sangue, foi o primeiro a transmitir seu show para o mundo todo e ainda por cima, fazia filme, namorava mulheres deslumbrantes, colecionava carros e tinha sua turma de balada.

Essas informações cabem hoje na carreira de qualquer rock star, pagodeiro, jogador de futebol ou ator hollywoodiano, mas foi fundamento do maior fenômeno da música pop, Elvis Presley.

 

Elvis nasceu em Tupelo no Mississipi em 8 de janeiro de 1935.
Um resumo corrido da carreira gloriosa: gravação do compacto para o dia das mães, descoberta pelo Coronel Tom Parker, exército, filmes, sucesso, roupas horríveis, pasta de amendoim, tiro na TV, esposa absurdamente linda, morte por excessos em 16 de agosto de 1977.

O Rei era acima de tudo um fenômeno midiático. Sabia como poucos usar seu charme e sex appeal, o talento e a esperteza do seu empresário, unir uma banda tão afiada – Bill Black no baixo, Scooty Moore na guitarra e D.J. Fontana na bateria – com um repertório que misturava rhythm and blues, rockabilly, gospel, country e rock and roll.

Até obstáculos em sua carreira, caso da convocação do exército dos EUA, ajudaram na carreira do cantor. A antiga imagem de “selvagem”, incontrolável no palco, foi quebrada com a sua curta carreira militar.

Poucos artistas conseguiram ter uma carreira no cinema, nos palcos e discos consagrados. Tá certo que a qualidade dos filmes era discutível, mas uma carreira de ator com 33 filmes onde interpretava normalmente o galã que se dava bem, exceção ao primeiro, um western triste, Love me Tender, onde ele só canta no final do filme, não pode ser execrado, concorda?

Muito do cenário musical e fonográfico vem da experiência de Elvis. A primeira transmissão de um show via satélite para o mundo é o clássico Aloha from Hawaii de 1973. O formato “acústico” com público em volta se popularizou com o especial Elvis Comeback de 1968.

Alguns relembram e brincam com a memória da fase artística final de Elvis. As roupas cafonas, o excesso de peso, as toalhinhas brancas, o repertório menos roqueiro, as drogas e a mansão onde se exilou. Mas o galã das “Sessões da Tarde” deixou um repertório, histórias e referências pop que jamais serão apagados do imaginário popular.
Entendeu por que o Rei jamais vai morrer?

 

Henry Paul trio homenageando o Rei do Rock no Estúdio Showlivre

Lugar de Diablo é no Inferno

Nosso intrépido Clemente Nascimento foi conferir ao vivo a apresentação do Diablo Swing Orchestra em São Paulo.
Confira as impressões, muito boas por sinal, sobre o showzão que rolou ontem:

fotos por Irisbel Mello

Confesso que uma certa curiosidade mórbida me levou ao Inferno para ver e ouvir o Diablo Swing Orchestra no palco, queria saber como esses caras e uma garota, se saiam ao vivo nessa mistura pra lá de inusitada entre o swing e o heavy metal? A idéia é muito empolgante, mas até aí, pequenos estúdios hoje em dia operam grandes milagres e como diz aquele ex-gordo da Globo, “Quem sabe faz ao vivo” e fui lá conferir.

Quando vi o horário no site da casa tomei um susto, 19 horas numa terça-feira, só se eu me teletransportar, mas me bateu o sexto sentido de roqueiro véio que me disse “Esse show deve começar as 21hs”, dito e feito entrei no Inferno as 21hs e o show ainda não tinha começado, casa cheia dos mais diferentes tipos, headbangers, punks, povo do hardcore e do rock em geral, se alguma luz acendia no palco o público logo começava a gritar “Diablo!”, na verdade demorei para entender que estavam gritando o nome da banda, no começo pensei que estavam ofendendo os músicos com uma palavra de baixo calão (rsrsrs), minha namorada pensou o mesmo (rsrsrs).

Já estava do lado de fora com a companheira fumante no fumódromo, quando ouvimos os acordes da música que a banda usa de background enquanto adentra ao palco, entramos correndo e pegamos eles entrando perfilados e super animados e a platéia já ao delírio, quando começou a primeira música então a casa veio abaixo, headbangers batendo a cabeça num momento e caindo no swing no outro, faz tempo que eu não via um show tão animado, canções como “Voodoo Mon Amour” eram cantadas em coro pelo público e faz tempo também que eu não via uma banda tão boa no palco e interagir tanto com a platéia, acho que o único da banda que não cantava era o baterista, mas mandava ver uma mistureba doida de swing, Dark Cabaret, Jazz, Flamenco, Tango e Heavy Metal, mas juro que ouvi uma Polka e foi uma das mais animadas e olha que Polka é de morrer (rsrs), e tudo executado com uma maestria impressionante.

Tentei comprar um CD deles, achei o preço um pouco salgado para esses dias de MP3, mas eles se esgotaram durante a apresentação, não houve bis, mas ninguém reclamou, todo mundo se acabou durante o show dançando, pogando e “bangueando” do começo ao fim. Desde pequeno eu sempre achei que o Inferno era mais animado que o céu, pois lá rolavam festas com pessoas estranhas e não é que eu tinha razão, fui ao Inferno vi o Diablo, e curti.

Clemente Nascimento

2012 vemnimim!

Depois de uma temporada preparando tudo para começarmos o novo ano, abrimos a temporada 2012 do showlivre.com!

Dia 31 de janeiro acontece o primeiro Estúdio Showlivre do ano. A banda ganhadora do #ShowlivreDay, o pessoal do Stageo3, apresenta músicas do disco de estréia e conversa sobre a repercussão da disputa/apresentação.

Stageo3

No dia 2 de fevereiro, a banda escolhida pela redação no #ShowlivreDay, os curitibanos do Paranoika, apresentam sua mistura de rock e eletro, além da performance de uma das musas de 2011, a vocalista Karla Hill. Tudo ao vivo e depois disponível nos nosso canais de vídeos.

Paranoika

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