Gogol Bordello: refrãos, vinho e diversão

Banda punk cigana se apresentou no HSBC Brasil, em São Paulo

O Gogol Bordello carrega alguma unanimidade entre os apreciadores da boa música – se é que ela existe. Entre críticos, adolescentes rebeldes e ouvintes do mainstream, a mistura de punk rock e música cigana causa simpatia e cativa facilmente. Essa pluralidade de público pôde ser observada no HSBC Brasil, em São Paulo, onde o grupo se apresentou na última quarta-feira 25.

Qualquer release sobre uma nova banda fala sobre “a energia que ela transmite no palco”. Porém, o Bordello cria um paradigma sobre o que é energia no palco. Obviamente, isso não acontece de graça. A temática da liberdade cigana vem em refrãos fortes, com letras fáceis de cantar. As harmonias e melodias simples causam uma bela resposta no público, com requintes de catarse coletiva.

É uma festa punk. O percussionista Pedro Erazo puxa palmas e corre pelo palco sem parar. A dançarina, vocalista e percussionista Elizabeth Sun interpreta o mesmo papel. Eugene Hütz, vocalista que empresta identidade à banda, emenda uma música atrás da outra. Só descansa para dar goles ou derramar o conteúdo de uma garrafa de vinho na plateia.

Inevitavelmente, há algo teatral na performance, o que poderia prejudicar o “verdadeiro espírito punk” do evento, mas quem se importa? Durante uma entrevista feita pelo showlivre.com, em 2012, a banda não quis ser fotografada sem suas roupas de palco. Talvez falte alguma legitimidade no discurso, mas isso não prejudica a diversão. E ela, como bem ensinaram os Ramones, é o principal.

Fotos: Laís Aranha (www.laisaranha.com)

Um mar cristalino de sucessos

Burt Bacharach fez show emocionante, com direito a músicas inéditas e coro do público!

Burt Bacharach @HSBC Brasil - foto: Marco Vianna

 

Em mais uma noite paulistana, um show de uma lenda viva da música pop mundial. Maestro Burt Bacharach, em sua quarta incursão por terras brasileiras, iria desfilar seu repertório de sucessos e lembranças musicais para um HSBC Brasil lotado, que gerou até congestionamento na Marginal Pinheiros em São Paulo.

Acompanhado por uma orquestra/banda de suporte com 10 pessoas no palco, Bacharach entrou com acordes de “What the world needs now” e logo fez um discurso onde agradecia e dizia estar feliz de voltar ao país cuja música muito o encantava, citando Ivan Lins e Milton Nascimento.

Como apresentar em duas horas um resumo de centenas de composição, muitas em parceria com o falecido Hal David, sem deixar frustrado o fã? Simples, belíssimos potpourri onde apresentava trechos essenciais de músicas como “Walk on by”, “Do you know the way to San José” (famosas na voz de Dione Warwick), “I say a little prayer” (com versões de Aretha Franklin, Dionne Farris e outras divas), “One less bell” (conhecido pela interpretação do grupo de soul Fifth Dimension) e outras pérolas mais.

Josie James, Donna Taylor e John Pagano - Foto: Marco Vianna

Veja a galeria de fotos aqui!

No bloco dedicado ao cinema, o maestro brincou que ficou conhecido pelos trabalhos em trilhas de cinema, “como Austin Powers 1, 2, 3, 4…” e tome clássicos como “The look of love”, “Arthur’s theme (Best That You Can Do)”, “What’s new, pussycat”, “The world is a circle”, “The April Fools”, “Raindrops keep fallin’ on my head” (Muito ovacionado pleo público), “The man who shot Liberty Valance”, “Making love”, “Wives and lovers” ,”Alfie” e “A house is not a home”, esta última, numa versão que começou lindamente intimista.

Além de todas as canções, uma grata supresa no final da apresentação. Primeiramente, duas músicas inéditas (“É a estreia nos palcos destas próximas duas músicas”, mencionou Bacharach) e ainda um pedido para que o público cantasse a última música do show, o bis de “Raindrops keep fallin’ on my head” .

Burt Bacharach - Foto: Marco Vianna

Foram pouco mais de duas horas de show onde Burt Bacharach interagiu, brincou, cantou, elogiou o público, ganhou presentes, cumprimentou os fãs e deixou os fãs com a sensação de terem presenciado um momento pop sublime, onde a melodia se encontra com a simplicidade, músicos excelentes são liderados por um gênio do século XX, que – graças ao Todo Poderoso – consegue mostrar sua obra ainda no século XXI!

 

 

Caetano Veloso abraça São Paulo

Compositor faz show de lançamento de Abraçaço no HSBC Brasil

Caetano Veloso trouxe praticamente Abraçaço (2012) na íntegra no show realizado nessa quinta-feira 11, no HSBC Brasil, em São Paulo. A apresentação marca o lançamento oficial do disco na capital paulistana e ainda poderá ser conferida hoje e amanhã. Há poucos ingressos disponíveis.

“A bossa nova é foda” abre o show, tal como abre o disco. É difícil separar a persona de Caetano, algo controversa política e publicamente, de sua criação artística – embora o exercício seja válido; afinal, sabe-se que a arte costuma superar de longe o criador. Mas é fato que a homenagem provocativa ao gênero lançado por João Gilberto lembra muito as declarações públicas de Veloso. Artista legítimo, sua obra parece uma extensão de quem ele é.

E quem ele é hoje no palco? Uma banda mais do que competente acompanha o baiano no disco e nos shows: Pedro Sá (guitarra), Marcelo Callado (bateria) e Ricardo Dias Gomes (baixo). Na turnê de Abraçaço, especialmente, fazem uma cama roqueira e bem-resolvida para as harmonias de Caetano – o violão aparece como figura central, força motora das canções. A condição provavelmente se dá pela influência que os álbuns feitos durante o exílio, especialmente o belíssimo Transa (1972), tiveram em seus últimos discos. A presença do clássico aparece, aliás, na inclusão de uma linda versão de “Triste Bahia” no repertório, a primeira a realmente provocar delírio no público. Ainda que, em um show de um artista do quilate de Caetano Veloso, tudo seja recebido com reverência.

Hábil no palco, quando anda em direção à plateia e meramente cruza os braços, é ovacionado. Se a banda se desencontra e recomeça a canção “Homem”, do álbum (2006), aplausos enérgicos são dirigidos ao compositor. No entanto, como costuma acontecer, é nos sucessos consagrados que o artista ganha seu público. “De noite na cama”, “Você não entende nada”, “Reconvexo” e “A Luz de Tieta” são recebidos com histeria, daquelas que, em um show para se ver sentado, com pessoas distribuídas em mesas, fazem com que fãs abdiquem de boas maneiras e fiquem em pé na frente de quem quer que fosse – mesmo idosas incapazes na luta para “ver um pouco mais de pertinho”.

Quando canta “Um comunista”, homenagem ao guerrilheiro Carlos Marighella, é que a persona de Caetano vem à tona. Ainda que a canção seja de beleza transcendental, letra pungente, alma em evidência, o tema não se adequa à atuação política contemporânea do compositor. Mas talvez aí more sua grandeza artística, pois, como acreditamos, a arte supera o criador. E quando se trata de arte, há mérito indiscutível em sua disposição. Com 70 anos, Veloso fica plenamente à vontade no palco: canta, dança, corre. E parece ter a mesma liberdade invejável quando compõe.

Fotos: Laís Aranha (www.laisaranha.com)

Marisa Monte estreia turnê em cores e luzes

A nova turnê de Marisa Monte está em cartaz no HSBC Brasil, em São Paulo, até 15 de julho. O show, envolvido em uma atmosfera de artes plásticas e toques teatrais, abusa de recursos tecnológicos com a elegância usual da cantora.

No início do show, uma tela preta, quase transparente, cobre artistas e palco como um véu. Com as luzes ainda apagadas, Marisa Monte canta a capella “Blanco”, canção de Barulhinho Bom. Em seguida, desenhos enormes e cores intensas são projetados na tela. A cantora aparece sozinha, empunhando um ukelele, e apresenta “O que você quer saber de verdade”, canção que dá nome ao seu último álbum.

O repertório da turnê é formado basicamente por músicas desse último lançamento, além de boas pinceladas de discos anteriores. A cantora reveza-se entre violão e ukelele, e é acompanhada por um quarteto de cordas, além de teclado e violão. Quem também integra o grupo é o trio Pupillo (bateria), Lúcio Maia (guitarra e violão) e Dengue (baixo), membros da Nação Zumbi.

Além da técnica precisa dos instrumentistas, projeções feitas em telões móveis completam o clima das canções com requinte. A cenografia permite momentos teatrais, como Marisa sair do centro do palco durante a música “Amar alguém”, e chamar a atenção para uma projeção com a frase “AMARÉSIMPLES”, trocada depois por “AMARÉCOMPLEXO”. Em “Infinito particular”, a plateia é convidada a dar um mergulho no espaço cósmico, com estrelas projetadas por todos os telões unidos. Cenários envolventes que, como costuma acontecer em bons shows, não substituem a música, mas a complementam.

As projeções foram baseadas em obras de artistas plásticos. Tunga, Alexandre Brandão, Thiago Rocha Pitta, Cao Guimarães, Arnaldo Antunes, Rivane Neuenschwander, José Damasceno, Mana Bernardes, Marilá Dardot e Janaina Tschäpe são alguns dos envolvidos.

Embora algumas canções de Marisa Monte tenham algum desgaste pelo número de execuções que já receberam em rádios e televisões país afora, a integridade artística da cantora garante um verdadeiro espetáculo de música e imagem. A redação do showlivre.com recomenda.

Confira mais fotos deste show em nosso Flickr!

Os pequenos eventos de Chico Buarque

Chico Buarque no HSBC Brasil, em São Paulo. Foto: Laís Aranha (www.laisaranha.com).

Quando se assiste a um show de Chico Buarque, não se vê apenas um artista no palco. O que se vê é um monumento com raízes profundas na história recente do país. Raízes que atravessam seu papel na resistência ao regime militar, sua atuação política contemporânea, seu time de futebol, seus livros, seus discos, sua aparência. Chico Buarque é um fenômeno pop.

O músico-escritor-dramaturgo já foi tema de numerosos e extensos documentários, livros, matérias jornalísticas, trabalhos acadêmicos, vestibulares. Já teve suas canções homenageadas em sem-número de obras musicais. Quando se fala sobre Chico, o nome não confunde-se com o de outros Chicos. E quando se trata daquele de sobrenome Buarque, nada disso escapa à percepção.

Chico Buarque. Foto: Laís Aranha.

Eis que o homem estava no palco do HSBC Brasil, em São Paulo, no domingo 11. E o que se espera de uma plateia que não assiste a um cantor e compositor, mas um monumento? Espera-se a aclamação de qualquer gesto, a reverência diante de qualquer olhar. E assim explica-se que tudo seja recebido com aplausos eufóricos, independente do ocorrido no palco.

Fique claro, o que acontece no palco é supremacia musical. Chico é acompanhado pelo maestro Luiz Claudio Ramos, regente de um time de músicos exímios, instrumentistas com requintes de perfeição. Dentre eles, os conhecidos Chico Batera (percussão) e Wilson das Neves (bateria). Mas o fato é que, na levada de seu protagonista, nenhum dos músicos tenta transformar a apresentação em um espetáculo do entretenimento, reluzente aos olhos, que absorva o público. A intenção parece ser apenas mostrar à plateia com excelência aquilo que ela já conhece.

Reprodução de "O Bloco Carnavalesco", de Portinari, ao fundo. Foto: Laís Aranha.

A elegância e a pluralidade da música de Chico Buarque aparece de forma discreta. Aparece quando o pianista João Rebouças troca seu instrumento pelo cavaquinho – no mesmo momento em que, curiosamente, o baixista Jorge Helder troca a eletricidade por um imponente contrabaixo. O repertório caminha por todas as fases da obra buarquiana e conta com inúmeros hits, de “Geni e o Zepelim“ a “Anos dourados”, de “Baioque” à excelente “Sinhá”, canção final do novo álbum Chico. A atmosfera de grandiosidade artística e intelectual é adornada pelo cenário rotativo ao fundo do palco, com imagens de Cândido Portinari e Oscar Niemeyer.

Talvez por conta da discrição e quase formalidade do show, acontecimentos que escapem ao protocolo transformam-se em grandes eventos. Uma queda na energia elétrica gera expectiva no público, em um clima de “e agora, Chico?”. Mas o cantor, experiente, não tece comentários. Levanta-se calmamente e cochicha com seus músicos. O produtor vai até a frente do palco e, em voz alta, explica o problema, causado pela chuva. Passam alguns minutos, todos posicionam-se e Chico enfim retoma: “como eu ia dizendo…” e volta exatamente aos mesmos versos que cantava antes da interrupção.

Chico Buarque. Foto: Laís Aranha.

Um observador atento percebia que Chico “quase” conseguia beber água em alguns momentos, por conta do curto intervalo entre as canções. Até que, após um rápido gole, corre para alcançar o braço do violão e erra o primeiro acorde. O cantor volta-se para o maestro Luiz Claudio Ramos, pontapé inicial da maioria das músicas e, com sua gargalhada inconfundível, diz: “ele nunca me deixa beber água”. Pequenas coisas tornam-se grandes eventos.

Ao fim do show, após o bis já previsto e calorosos aplausos em pé, o público se recusa a ir embora. Porém, Chico não retorna. Talvez por conta do protocolo a ser seguido. Talvez porque, se sucumbisse aos aplausos insistentes do público, jamais sairia de seu foco.

Ingressos para o Thirty Seconds to Mars

Saíram preços e condições para a compra dos ingressos para as únicas apresentações do Thirty Seconds to Mars.

Os ingressos estão à venda no Rio de Janeiro e, a partir de meia-noite desta sexta-feira, para o público geral em São Paulo, nas bilheterias das respectivas casas de show, pela internet ou por telefone.

Em sua segunda visita ao Brasil, o trio norte-americano se apresenta no dia 27 de março, no HSBC Brasil, em São Paulo; e no dia 29 no Vivo Rio, no Rio de Janeiro.

Formado por formado por Jared Leto (vocalista, guitarrista e compositor), Shannon Leto (baterista) e Tomo Miličević (guitarrista), Thirty Seconds To Mars retorna ao país após três anos com a turnê This Is War, com repertório baseado no disco homônimo lançado em 2009.

Thirty Seconds to Mars – São Paulo
Data: 27 de março
Local: HSBC Brasil
Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antonio
Informações e compra de ingressos:

BILHETERIAS HSBC BRASIL – Rua Bragança Paulista, 1281
Horário de atendimento: segunda a sábado, das 12h às 22h e domingos e feriados, das 12h às 20h

COMPRA POR TELEFONE: Ingresso Rápido – Tel: 4003-1212
Horário de atendimento: segunda a sábado, das 9h às 22h
Formas de Pagamento: cartões de crédito Visa, Mastercard, Credicard, Diners

COMPRA PELA INTERNET:
www.hsbcbrasil.com.br
www.ingressorapido.com.br
Formas de Pagamento: cartões de crédito Visa, Mastercard, Credicard, Diners

PONTOS DE VENDA CAPITAL, INTERIOR E OUTROS ESTADOS
Consultar www.ingressorapido.com.br
Taxa de Compra através da Ingresso Rápido
Compra em ponto-de-venda: 15% do valor do ingresso
Entrega em domicílio Grande São Paulo: R$ 15,00
Entrega em domicílio São Paulo Capital: R$ 10,00
Retirada na bilheteria: R$ 5,00

Para a compra de ingressos para estudantes, aposentados e professores estaduais, os mesmos devem comparecer pessoalmente portando documento na bilheteria respectiva ao show ou nos pontos de venda da Ingresso Rápido. Esclarecem que a venda de meia-entrada é direta, pessoal e intransferível e está condicionada ao comparecimento do titular da carteira estudantil no ato da compra e no dia do espetáculo, munido de documento que comprove condição prevista em lei.

Preços
Camarote R$ 250,00
Frisas R$ 200,00
Cadeira Alta R$ 150,00
Pista Vip R$ 250,00
Pista R$ 150,00

* Clientes HSBC têm pré-venda exclusiva e 20% de desconto. O limite é de 4 ingressos por pessoa e a promoção não é cumulativa com outros descontos.
Capacidade: 1800 lugares
Censura: 14 anos (desacompanhados). Menores dessa idade somente acompanhados dos pais ou responsáveis.
Duração: Aproximadamente 1h30
Abertura da Casa: 2h antes do espetáculo

Thirty Seconds to Mars – Rio de Janeiro
Data: 29 de março de 2011
Horário: 21h30
Endereço: Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo
Classificação etária: 16 anos
Capacidade: 2000 pessoas

Preços
Camarote A R$ 250,00
Camarote B R$ 200,00
Pista Superior R$ 160,00
Pista Vip R$ 250,00
Pista R$ 140,00

Bilheteria do VIVO RIO – Rua Infante Dom Henrique, 85.
Horário de Atendimento: segunda a sábado: 12h às 21h e domingo e feriados: 12h às 20h.
Compra por telefone: Ingresso Rápido – Tel: 4003 -1212
Horário de atendimento: segunda a sábado das 9h às 22h e domingo das 12h às 20h.
Compra pela Internet:
www.vivorio.com.br
www.ingressorapido.com.br

Pontos de venda:
Barra Shopping, Fnac -Av. das Américas, 4.666 Loja B 101/114 – diariamente, das 10h às 20h.
Lagoa, Posto Piraquê – Av. Borges de Medeiros, s/nº – Lagoa – diariamente das 9h às 20h.
Niterói, Posto São Bento (Icaraí) – R. Roberto Silveira, 283 – diariamente das 09h às 20h.
Jacarepaguá, Alfa Brasil Turismo – R. Cândido Benício, 1381 sala 201 – De 2ª à 6ª das 9h às 19h e sábados das 9h às 14h.
Campo Grande, Ipiranga Três Pontos – Estrada do Cachamorra em frente ao Héliogás – diariamente das 9h às 20h.
Tijuca, Posto BR Bougainville – Rua Uruguai com Rua Maxell – diariamente das 9h às 20h.
Pilares, Norte Grill – em frente ao Norte Shopping – De 4ª à 2ª das 9h às 18h.
Taxa de Compra através da Ingresso Rápido
Compra em ponto-de-venda: 15% do valor do ingresso
Entrega em domicílio Grande Rio de Janeiro: R$ 15,00
Entrega em domicílio Rio de Janeiro Capital: R$ 10,00
Retirada na bilheteria: R$ 5,00
Meia-Entrada: Estudantes, Professores da Rede Pública do Município do Rio de Janeiro e maiores de 60 anos são beneficiários de desconto de 50%. A venda de meia-entrada é direta, pessoal e intransferível e está condicionada ao comparecimento do beneficiário aos pontos de venda, munido de documento original que comprove condição prevista em lei. É obrigatória a apresentação dos documentos também na entrada do espetáculo.