Amigos do clarinetista Alexandre Ribeiro organizam show beneficente

Instrumento majestoso que é o clarinete, há quem diga que é o “violino das madeiras”. Isso por que o instrumento permite grande agilidade e possibilidades harmônicas, entre outras coisas. É bastante raro encontrar hoje gente que domina magistralmente esse instrumento. Por isso é importante saber que um dos maiores nomes do clarinete hoje no Brasil, o músico Alexandre Ribeiro, está com problemas sérios de saúde e precisa de sua ajuda. Os amigos de Alexandre organizaram um show beneficente para ajudar o músico. Nos dias 7, 8 e 9 de julho, vai acontecer na Galeria Olido, em São Paulo, um show do grupo Luceros de dança flamenca, com coreografias de músicas do acordeonista Toninho Ferragutti.

O show é por uma boa causa. Os créditos de Alexandre são estarrecedores. Para você ter noção do músico que ele é, o clarinetista já subiu aos palcos com Antônio Nóbrega, Guinga, Dominguinhos, Nelson Ayres, Paulo Moura, Tom Zé, Ed Motta, Jair Rodrigues, Aldir Blanc, Jane Duboc, Dona Ivone Lara, Leci Brandão, entre muitos outros.
Ajudar Alexandre é ajudar a música de qualidade no Brasil.

Serviço

Dia 7 de julho – 20hrs
Dia 8 e 9 de julho – 15hrs
Galeria Olido
Av. São João, 473 – Sala Olido
Ingresso – R$ 20,00
Ingresso + CD – R$ 40,00

 

Conheça cinco arranjadores da música popular

A profissão do arranjador está cada vez mais esquecida. Não sabe o que é um arranjador? Ele é aquele músico que escreve as partes de cada instrumento para uma música. Não confunda isso com um compositor, ele não é o compositor. O compositor escreve a música em si, a melodia e as letras. A maioria dos compositores escrevem em um instrumento, como o piano, violão etc. O arranjador é aquele que decide como essa composição será tocada, com que instrumentos e onde eles entram e saem da música. O showlivre.com reuniu para você alguns dos arranjadores mais conhecidos da música pop.

  1. George Martin

Talvez o arranjador mais conhecidos de todos. Muitas pessoas já foram chamadas de “o quinto Beatle” por aí e George Martin, em minha opinião, é o que chega mais perto. Antes de gravar os meninos de Liverpool, ele já era um grande produtor e arranjador. Ele tinha 29 anos e uma formação acadêmica na música. Quando Brian Epstein primeiro tocou para ele uma gravação do grupo, George já era um produtor bem sucedido da gravadora EMI, tendo trabalhado com artistas do porte de Shirley Bassey e Matt Munro. Mesmo achando-oss meio desafinados, ele topou produzir o grupo. Sua parceria com os Beatles começou desde o primeiro hit, “Love Me Do”. No caso, ele tinha a função de produtor. Muitos atribuem a ele, além das drogas, as guinadas psicodélicas dada aos poucos pelos Beatles que culminaram no disco Sergeant Peppers Lonely Hearts Club Band. Só mesmo com um músico formado poderiam os “meninos” dos Beatles, que não tinham essa capacidade sozinhos, ter criado os arranjos de músicas como “Eleanor Rigby”, “I Am the Walrus” e “For The Benefit Of Mr. Kite”. George teve uma carreira de 50 décadas e bateu o recorde de ser o primeiro produtor a ter 30 singles no primeiro lugar das paradas. Ouça abaixo duas músicas que arranjou depois de seu tempo com o “fab four”.

  1. Rogério Duprat

Muitos chamam Duprat de “o George Martin Brasileiro”. Embora seja um óbvio elogio ao nosso Duprat, o maestro tem seu próprio estilo. Muito diferente do Martin, diga-se de passagem. Foi o maestro que fez grande parte dos arranjos do pessoal da Tropicália. O seu trabalho com Os Mutantes são a principal razão da comparação com George Martin, pois pode-se dizer que o maestro era “o quarto Mutante”. No primeiro disco do grupo, por exemplo, os arranjos são essenciais para todas as músicas. Duprat trabalhou com diversos artistas na sua carreira e uma de suas colaborações mais conhecidas foi com Chico Buarque na música “Construção”. Foi Duprat quem criou a orquestração que emite na música a urgência que a letra pede. Ouça a seguir alguns exemplos do trabalho do maestro.


  1. Julio Medaglia

Julio Medaglia é um maestro que já regeu orquestras sinfônicas mundo afora. Foi amigo pessoal de figuras lendárias como Frank Zappa e Martin Heidegger. Um intelectual sem par, hoje em dia é conhecido por apresentar os programas Prelúdio e Concertos Matinais na TV Cultura. A carreira do maestro foi marcada também pelas suas incursões no âmbito da música popular. Por exemplo, embora Rogério Duprat seja a figura mais associada aos arranjos da Tropicália, foi Julio quem fez o arranjo da música que dá o nome do movimento, “Tropicália”, de Caetano Veloso. Sua participação nessa música era bastante significativa para os tropicalistas. Visto que o movimento procurava incorporar aspectos estéticos de todo tipo de música, Julio deu ao movimento um teor erudito. Confira abaixo alguns exemplos do trabalho do maestro na música popular, incluindo uma entrevista que fizemos com ele quando colaborou com a cantora Daniela Mercury.


  1. Jimmy Webb

Elogiado por Tom Jobim, Jimmy Webb é um americano de carreira ímpar no mundo da música pop. Ele é o compositor de mega hits como “By The Time I Get To Phoenix”, “Galveston”, “Up, Up And Away” e “MacArthur Park”. Essa última música é um caso excepcional na história de hits pop. A música tem mais de seis minutos de duração e foi cantada por um intérprete que não era cantor, o ator Richard Harris, mais conhecido hoje por interpretar o bruxo Dumbledore nos filmes do Harry Potter. Mais que isso, a música conta com um arranjo orquestral inusitado, completamente diferente de tudo que fazia sucesso em 1969, ano no qual o rock pesado de Jimi Hendrix, Led Zeppelin e Cream começavam a ganhar o público e a crítica. Webb fez os arranjos, que têm uma qualidade épica, de trilha de filme do James Bond, com uma orquestra que dá toda uma roupagem de música clássica, sem perder a sensibilidade pop. Confira alguns dos arranjos de Webb abaixo.


  1. Gordon Jenkins

Gordon Jenkins foi um americano que viveu no tempo em que o trabalho como arranjador era muito mais apreciado que hoje. Nos anos 40 e 50, quando o arranjador era quase requerimento no discos de artistas como Frank Sinatra e Nat King Cole, era Jenkins o maior nome do seu ofício. Chamavam-no de “o arranjador oficial de Frank Sinatra”, mas seus créditos não param por aí. Ele trabalhou com tanta gente, de Louis Armstrong a Johnny Cash, de Billie Holiday a Harry Nilsson. Seu trabalho exuberante, principalmente seus arranjos de cordas, marcam toda a música dessa época. Jenkins é o maior exemplo de algo que é comum entre todos os arranjadores que citamos aqui: isso é, ser uma lenda entre lendas. Embora o nome de arranjadores acabe caindo no esquecimento do grande público, os artistas sabem bem quem são esses profissionais que exercem um papel tão bonito no mundo da música. Ouça aqui alguns exemplos de arranjos de Jenkins.


Para não dizerem que só falamos dos velhos, confira abaixo a passagem da banda Memórias de Um Caramujo pelo Estúdio Showlivre. Os arranjos do segundo CD dos Caramujos, Cheio de Gente, foram feitos por Gabriel Milliet, um arranjador brasileiro bastante promissor.

Dupla sertaneja Pedro e Benício lançam nova música

A dupla sertaneja Pedro e Benício acabam de lançar a música, “Ultima Volta”, com participação de Zé Neto e Cristiano. A música conta com um vídeo do DVD da dupla no famoso Villa Mix.

Benício, para quem não sabe, é autor de algumas das mais bem sucedidas músicas do repertório sertanejo. Entre elas estão “1%”, “Medo Bobo” e “Meu Coração Não Tem Memória”. Veja abaixo o vídeo da nova música da dupla, além da versão de “Medo Bobo” que o Deixestar fez na sua passagem pelo Estúdio Showlivre.

Selvagens à Procura de Lei lançam clipe “Pink Floydiano”


Os meninos não param. Esse ano tem sido turbulento (no bom sentido) para os Selvagens à Procura de Lei. Eles acabaram de tocar no festival João Rock, festival que contou com apresentações do porte de Alceu Valença, Zé Ramalho, Lenine, O Rappa, Emicida e outros mais. Agora, os caras estão lançando clipe novo e a referência é boa; Pink Floyd. Ou melhor, o artista do Pink Floyd. Explico; o diretor do clipe, Cléver Cardoso, diz que a maior inspiração estética do filme foi a do trabalho de Storm Torgerson, artista plástico que fez as capas dos discos do Pink Floyd.

Já a música é outra história. Dizem os Selvagens que a ideia por trás do arranjo da música era fazer algo como Dire Straits, só que, afinal, acabou ficando mais parecido com Daft Punk. Veja o clipe a baixo e decida por si mesmo se tem a ver. Confira também as duas passagens do Selvagens por nossos estúdios.

Em festival, Pitty sobe aos palcos com uma orquestra


Acontecerá em julho, no Rio De Janeiro (2/07) no Circo Voador e em São Paulo (9/07) no Auditório Ibirapuera, o Samsung E-Festival Instrumental.  O festival contará com as apresentações do Fernando Molinari trio e da cantora Pitty. Como se isso não fosse o bastante para lhe convencer, o festival tem a entrada gratuita.

O Fernando Molinario Trio foi vencedor, por voto popular, de um concurso organizado pelo festival. E não é à toa, o som do baixista tem uma pegada jazz fusion onde se mistura rock’n roll com música brasileira e jazz. Um show para quem tem ouvido apurado e gosta de virtuosismo musical.

O festival contará também com uma apresentação especial da cantora Pitty, que subirá aos palcos não apenas com sua excelente banda, mas com uma orquestra também. O casamento entre o rock pesado da cantora com as cordas de uma orquestra prometem um show de proporções épicas. Quem acompanha é a Orquestra Juvenil Heliópolis, regida pelo maestro Edilson Ventureli.

Antes do show, confira as apresentações de Pitty no Estúdio Showlivre. Você sabia que a cantora foi a primeira a se apresentar nos nossos estúdios?

Serviço
 
Shows “Samsung E-Festival Instrumental – Fernando Molinari Trio, Orquestra Juvenil Heliópolis e Pitty”
Local: Circo Voador | Rio de Janeiro
Data: 2 de julho (domingo)
Horário: 18 horas
Rua dos Arcos, s/n | Lapa
Entrada gratuita (sujeita a lotação do espaço)
Capacidade: 2 mil pessoas
Censura livre
Tel.: (21) 2533-0354
São Paulo
Shows “Samsung E-Festival Instrumental – Fernando Molinari Trio, Orquestra Juvenil Heliópolis e Pitty”
Data: 9 de julho (domingo), 19 horas
Local: Auditório Ibirapuera, plateia externa
Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n, telefone (11) 3629-1075
Entrada gratuita

Djavan faz show em sorocaba e termina turnê por SP

Hoje (23/06), é a última chance que o paulistano vai ter para ver a turnê Vidas Pra Contar, do lendário Djavan. O show acontece em Sorocaba, no Clube União Recreativo Campestre, depois Djavan parte pro Rio para o encerramento. O conceito por trás da turnê é de que nascemos todos um livro em branco, que vai se preenchendo com o tempo.

Sendo assim, o livro Djavan é uma obra prima. O cantor tem um posicionamento ímpar dentro da história da música brasileira. Ele é o cara que, mesmo de uma geração inteira mais nova, conseguiu se posicionar naquele cânone da MPB que começa nos anos sessenta. As pessoas falam de Chico Buarque, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gilberto Gil, Gal Costa e, por fim, Djavan. Mesmo quando sua carreira deslanchou uns dez anos depois desse pessoal. Ele é uma espécie de Hércules da música brasileira, aquele que veio depois, nasceu mortal, mas pela excepcionalidade, foi canonizado entre os outros deuses.

Não perca o show e aproveite para conferir a cobertura que fizemos em 2004 de Djavan no Radar Showlivre:

SERVIÇO
Djavan – Vidas pra Contar
Data: 23/06 (sexta-feira)
Portões abrem às 20h – Show às 22h30
Local: Clube União Recreativo Recreativo Campestre
Rua Francisco Paulo Braion, 650 – Jardim Guadalajara, Sorocaba (SP)
Vendas online: www.ticketbrasil.com.br
Mais informações: (15) 3231 1452 / (15) 9 9808 1260 (WhatsApp) ou www.djavanemsorocaba.com.br

Três versões para o clássico “Superstar”


Leon Russell
é um dos nomes mais injustiçados do rock. Seu nome deveria estar na ponta da língua de qualquer amante do gênero, como estão nomes do patamar de Elvis Presley, Paul McCartney e Brian Wilson. Isso porque Leon fazia de tudo um pouco, era compositor, músico de estúdio, pianista, guitarrista, cantor, líder de banda, arranjador e muito mais. Foi ele quem, em 1969, organizou a banda e a turnê de Joe Cocker, que depois foi eternizada no disco seminal Mad Dogs and Englishman.  Uma das músicas mais conhecidas de Leon, ele compôs exatamente nessa turnê e se chama “Superstar”. Essa música ele escreveu para a cantora de “backing vocals” de Cocker, Rita Coolidge, que todo show tinha espaço para escolher uma música onde ela tomava as rédeas e cantava em primeiro plano. A música é cantada sob a perspectiva de uma mulher que ama um músico ‘superstar’, que a deixou sozinha para viver a vida na estrada em uma turnê de rock.

A música se tornou um hit anos depois em 1976, quando os Carpenters fizeram uma versão que só eles poderiam fazer. A voz de Karen Carpenter parece ter sido feita para cantar essa música e o arranjo de seu irmão, Richard, estabeleceu o “como tocar” desse clássico.

Muitos se surpreenderam quando a banda Sonic Youth aceitou fazer parte de um tributo aos Carpenters. O estilo alternativo e barulhento não parecia ter nada a ver com a aura “easy listening” da banda dos irmãos Carpenters. Eles, porém, fizeram uma versão sombria, com direito a vocal sussurrante e guitarras distorcidas. É de se arrepiar. Confira aqui.

Ouviu as músicas? Quer mais? Aproveite o clima que só a boa música traz e ouça a playlist de rock do showlivre.com no spotify!

Afinal, qual é a diferença entre samba e pagode?

No programa Altas Horas, da Rede Globo, do dia 18/06, um rapaz da plateia perguntou a Zeca Pagodinho qual era a diferença entre o pagode e o samba. O cantor respondeu, ou melhor, não respondeu a pergunta, dizendo que se tratava de uma “pergunta velha”. Pois bem, então a pergunta é velha, mas qual é a resposta? É menos simples do que parece.

Para começo de conversa, qualquer denominação de gênero musical é problemática. Isso por que todo artista tem um estilo próprio. Por exemplo, beira ao ridículo pensar que artistas tão diversos quanto Elvis Presley, Iron Maiden e Coldplay, podem ser assimilados dentro do gênero “rock”. São todos diferentes e a categoria às vezes serve somente para ofuscar o que há de único em um artista. No final das contas, a nossa necessidade de encaixotar música dentre esses gêneros, trata-se de uma necessidade mercadológica. Você veja, aqui mesmo no showlivre.com, nós temos nossa playlist de rap, de rock, de samba etc. Fazemos isso para informar nosso consumidor, para chegar a ele com o que ele já sabe que quer. Quando o mercado separa as músicas nessas categorias, ele está inferindo que se você gosta de Edi Rock, você provavelmente vai gostar de Criolo. Se você gosta do Péricles, vai gostar do Samprazer. E por assim vai…

As palavras “samba” e “pagode” foram criadas antes do mercado fonográfico. Em seu sentido original, ambas significavam mais do que um estilo de música. “Pagode” foi o nome dado por negros brasileiros a um tipo de festa onde se fazia folia, dançando, comendo, conversando e, é claro, tocando música. “Samba” também tinha um significado mais amplo e compartilhava com “pagode” essa conotação de folia que se estende para mais do que apenas a música em si. A palavra também comportava dança, brincadeira e tudo mais que se relaciona a folia e divertimento. A diferença se dá de várias maneiras. Uma é que pagode tinha uma conotação mais objetiva em relação a uma festa, um evento palpável. Quando se dizia que estava em um pagode, se falava de uma festa, com horário e endereço. Já o samba era uma palavra que descrevia um tipo de atividade, uma aura, um humor, que, sem dúvida, se tinha nas próprias festas de “pagode”. Essas diferenças foram se desenvolvendo mais ainda com a criação do mercado fonográfico e a disseminação da música.

A palavra “samba” foi tomada por executivos para rotular a música. Tacaram-lhe a denominação em tudo quanto é disco de artista diferente. O termo foi pegando. Nos anos 50, você podia ouvir um disco do paulista Adoniran Barbosa, ou do carioca Noel Rosa, esses artistas distintos, e era tudo samba. Com o passar dos anos, o samba foi criando seus “subgêneros”. Isso é, se falava em samba enredo, partido alto, bossa nova, etc. Foi só no final dos anos 70 e começo dos 80, quando houve uma revitalização do samba de roda carioca, liderado principalmente pelo grupo Fundo de Quintal, que o termo “pagode” tomou o significado que conhecemos hoje. Com a popularidade do Fundo de Quintal, outros grupos acabaram surgindo e convinha aos marqueteiros (e os grupos também), que dessem um nome novo à coisa, para se distanciar da conotação de “antigo” que o samba carregava. Escolheram uma palavra que já era usada, ou seja, que tinha a sua autenticidade. Decidiram chamar de pagode.

Ouça aqui nossa playlist de pagode, quer dizer, samba, com artistas que passaram por nossos estúdios.

Festival de blues em Ilhabela promete fim de semana cheio de música

O festival Bourbon folk & blues, que acontece esse fim de semana, vem para provar como, de fato, música não tem fronteiras. O festival contará com as presenças de artistas nacionais e internacionais como Ira, Larry & Steven McCray, Adriano Greenberg, Ana Cañas, Clarice Falcão e muito mais.

Não bastasse a experiência de viajar para ilha paradisíaca de Ilhabela, quem for para lá este fim de semana poderá desfrutar de um experiência excepcional. Além dos shows em palcos produzidos, a ilha estará repleta de músicos de rua dos mais variados estilos, garantindo que o bom som te acompanhe para qualquer lugar.

Confira abaixo a programação completa do festival, além de passagens de Ana Cañas, Nasi (do Ira) e Clarice Falcão pelos estúdios do showlivre.com.

 

Serviço

BOURBON FOLK & BLUES ILHABELA

Dias: 23, 24 e 25 de Junho
de 2017
Local: Ilhabela • Palco Pier (Praça da Bandeira) • São Paulo

::: Buskers (Músicos de Rua)
Locais: Praia do Perequê | Praia do Sino | Praia do Curral

::: PROGRAMAÇÃO COMPLETA

23/06 – SEXTA-FEIRA | PALCO PIER

17h30 – Island Blues Brothers (Artista Folk, Ilhabela)
18h30 – Adriano Grineberg convida Ana Cañas (Blues, SP)
20h00 – Clarice Falcão (Folk, RJ)
21h30 – Larry McCray (USA) e Steven McCray (USA) Blues&Soul

DJ Crizz nos intervalos

BUSKERS  – PRAIA DO PEREQUÊ
14h30 – DJ Crizz
15h – Corcel & Jonavo
16h – Jefferson Gonçalves & Kleber Dias

OBS: BUSKERS – SUJEITO À ALTERAÇÕES

24/06 – SÁBADO | PALCO PIER

17h30 – Mano Beethoven (Blues, Ilhabela)
18h30 – Folk It All & Leo Mancini (Folk, SP)
20h00 – Alma Thomas (USA) & Victor Biglione (ARG) – homenagem à Etta James
21h30 – Luciano Leães & The Big Chiefs e Fernando Noronha & Black Soul (Blues /Folk Rock, POA)

DJ Crizz nos intervalos

BUSKERS  – PRAIA DO SINO

11h – DJ Crizz
12h30 – Jefferson Gonçalves & Kleber Dias
14h – Corcel & Jonavo
16h – Vasco Faé

OBS: BUSKERS – SUJEITO À ALTERAÇÕES

25/06 – DOMINGO | PALCO PIER

17h30 – Tom Cats (Folk, Ilhabela)
18h30 – Cris Crochemore & Blues Grooves (Folk Rock/ Blues, USA/RS)
20h00 – Maria Gadú in Blues (SP)
21h30 – Ira! Folk (SP)

DJ Crizz nos intervalos

BUSKERS  – PRAIA DO CURRAL

12h – DJ Crizz
14h – Jefferson Golçaves & Kleber Dias
15h30 – Vasco Faé

Novo disco com poemas de Hilda Hilst musicados por Zeca Baleiro

Essa quarta (21/06), o instituto Hilda Hilst anunciou que vai oferecer aos seus assinantes um disco exclusivo com poemas da autora, musicados por Zeca Baleiro. O disco conta também com as vozes de grandes cantoras brasileiras, do porte de Maria Bethânia, Zélia Duncan, Angela Ro Ro e Mônica Salmaso. O disco é organizado pelo instituto, que é uma organização voltada a disseminar e preservar a obra dessa grande autora brasileira. Considerando que se trata de uma obra que junta uma de nossas maiores escritoras, um compositor do nível de Zeca Baleiro e vozes femininas de fama internacional, a oferta é um tiro certeiro aos que têm um ouvido refinado.

Siga as instruções do site do instituto para ter essa pérola em casa. Ouça aqui também a passagem de Baleiro pelos Estúdio Showlivre.

Instruções no site do instituto