Jägermeister Grounds estreou no dia 27 de julho, em SP

A marca Jägermeister, conhecida por fomentar a cena roqueira no país, estreou sua mais recente iniciativa musical, Jägermeister Grounds. O projeto teve início na quinta-feira 27, no Estúdio Family Mob, em São Paulo, e consiste em uma série de shows nos quais novos talentos se apresentam ao lado da Banda Jäger Grounds, criada especialmente para o projeto.

A Banda Jäger Grounds traz em sua formação um artista influente, um participante de ações passadas da Jägermeister e dois integrantes de bandas novas – que também realizam pocket shows nos eventos do projeto. Na estreia, a banda teve em sua formação o vocalista Badauí (CPM 22) como artista influente e o baterista Dieguito Reis (Vivendo do Ócio), participante da Invasão True Rock 2015. Além deles, Amanda Butler (baixista do Sky Down) e Rafael Pires (guitarrista do Color For Shane) completaram o grupo como representantes dos novos talentos.

Quem comparece aos shows do Jägermeister Grounds pode conhecer versões de músicas criadas especialmente para o projeto. A Banda Jäger Grounds escolhe uma faixa da playlist do Jägermeister no Spotify – que reúne músicas de bandas que já participaram de iniciativas da marca nos anos anteriores – e cria uma versão exclusiva. A formação que tocou no Estúdio Family Mob escolheu “De Braços Cruzados”, do Faca Preta.

Entre julho e novembro de 2017, serão realizadas mais duas edições do projeto em São Paulo: nos estúdios Costella e Aurora. Outras edições do Jägermeister Grounds também serão apresentadas no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Florianópolis e Porto Alegre. No final do ano, um festival reunirá as bandas participantes no encerramento do projeto. As informações sobre próximas atrações e ingressos ficam disponíveis no site www.jagergrounds.com.

Fotos: Babi Malvar.

Rappers brasileiros se unem para lançar um “cypher”

Não sabe o que é um “cypher”? Calma, até pouco tempo eu não sabia também. É bem simples, um cypher se trata de uma música em que vários MC’s colaboram com a letra. O cypher parece uma batalha de rap, com um MC seguindo o outro com sua rima. Mas, no caso do cypher, não há competição. Ou seja, todo mundo ganha. Com certeza você se lembra de ouvir músicas onde rappers colaboraram um com o outro. Por exemplo, a música “Still D.R.E”, do Dr. Dre, conta com a participação do Snoop Dogg. É uma música do Dre e o Snoop faz apenas uma participação. Já no cypher, todo mundo que participa é creditado com o mesmo peso, é uma obra de todos igualitariamente.  Artistas brasileiros que já lançaram cyphers incluem o veterano MV Bill e Rincon Sapiência. Recentemente Rincon passou pelo showlivre.com e foi um estouro.

O mais novo cypher da cena do hip hop brasileiro tem a participação de Adonai CVS, Tribo da Periferia, Chino, Pedro Qualy e RZO. Quem assina a produção da música é o DJ Coala. O lançamento do cypher se destaca por ter um clipe de alta qualidade que acompanha a música. Veja abaixo o clipe e a passagem do Haikaiss, grupo do Pedro Qualy, no Estúdio Showlivre.

Rapper Gog se apresenta no Estúdio Showlivre


GOG, Genival Oliveira Gonçalves, é um rapper brasileiro com 32 anos de carreira. Dono de um reconhecimento nacional, GOG foi o primeiro rapper no Brasil a lançar o seu próprio selo, o Só Balanço.

Pelo selo, o cantor lançou seus dez álbuns e seu DVD. No segundo semestre de 2017, GOG planeja lançar seu próximo trabalho. Ouça os sucessos do rapper no Spotify:

Veja o clipe do single “Sopa”:

Para assistir ao programa online, é só acessar http://showlivre.com/aovivo. Depois, os vídeos são editados e você pode assistir no http://www.showlivre.com. Para enviar perguntas ou recados, é só ir no http://facebook.com/showlivre e nós passamos.

Serviço:
GOG no Estúdio Showlivre
Data: segunda-feira, 31/07/2017
Hora: 15h
Onde ver: http://showlivre.com/aovivo, http://facebook.com/showlivre e https://www.terra.com.br/
Perguntas e recados: http://facebook.com/showlivre

Filipe Ret lança clipe para “Chefe do Crime Perfeito”

Os preconceituosos que se cuidem, o rapper Filipe Ret acaba de lançar seu mais novo clipe. Como já havia feito antes, nessa música o rapper faz uma colaboração com o funk carioca. Quem abre a faixa é o MC Cidinho. Filipe explica a sua mistura de rap e funk da seguinte maneira:

“Meu rap bebe da mesma fonte que o funk carioca. O Rio de Janeiro criou o gênero da cultura urbana mais popular e autêntico do país, mas que sempre foi rejeitado, esculachado, simplesmente porque nasceu do povo e exalta a verdade do carioca: caótica e cheia de paradoxos”.

Parece que a ideia está trabalhando a seu favor. A última música de Filipe teve mais de 18 milhões de visualizações no Youtube. Veja o clipe novo e a passagem do rapper por nossos estúdios.

Nato Medrado lança novo disco internacionalmente

Armada Music é selo e gravadora neerlandesa especializada em lançar discos de música eletrônica. É um dos selos mais elogiados do gênero no mundo e todo ano parece acumular mais prêmios. O DJ Nato Medrado é o primeiro músico brasileiro a ter um disco lançado pela Armada. Isso porque o disco dele tem algo de especial, vale a pena conferir.

No disco, Nato não se prende a nenhum subgênero do eletrônico. Ali você vai encontrar de tudo, de techno a dance, de progressive a, até mesmo, rock. O DJ faz essas misturas ecléticas com confiança e o resultado, por incrível que pareça, é um disco coerente, apesar das mudanças estilísticas. Ouça abaixo o disco de Nato e veja você mesmo por que o DJ adentrou um dos selos internacionais mais legais da música eletrônica.

Akeem Music lança clipe com imagens de turnê pelos EUA


Para qualquer músico, de qualquer gênero, é um sonho poder expandir o seu mercado para outros países. No caso de bandas de indie rock, o alvo com certeza são os Estados Unidos. Afinal, lá há amplo espaço para tocar e divulgar o seu trabalho. Além da possibilidade de ser bem pago, é claro.

A banda Akeem Music, liderada pelo músico porto alegrense Akeem Delanhesi, acaba de voltar de uma turnê pela Califórnia. Por razões óbvias, a banda levou câmeras para filmar a experiência, essa que, Akeem conta, foi uma das mais memoráveis de sua vida. O clipe foi uma ideia que surgiu depois. A banda olhou tudo que tinha filmado e teve a ideia de editar em um clipe para a música “Cyber Love Pt.2”. O resultado é um filme que captura e transmite a felicidade que é ser um jovem músico, que faz o que ama e, de quebra, viaja pelo mundo.

Uma noite com Cher e outras presepadas do Red Hot Chili Peppers

O Red Hot Chili Peppers é um desses grupos que reemergem das cinzas feito uma fênix. Parem pra pensar, eles são uma banda dos anos 80. São anteriores, por exemplo, ao Nirvana e o subsequente Foo Fighters. Quando a banda de Kurt Cobain lançou o disco Nevermind (1991), o Red Hot Chili Peppers já estava no quinto álbum. Mesmo assim, foi só a partir de Blood Sugar Sex Magik (1991) que os californianos chegaram às paradas de sucesso. Ou seja, anos depois da morte de Cobain, os Chili Peppers estavam passando por sua fase de mais sucesso, com o disco Californication (1999) e depois By The Way (2002). Quem via não tinha ideia que aquele cara malhadão, cantando sem camisa e cheio de emoção, era no mínimo uns oito anos mais velho que a maioria dos seus contemporâneos do mundo pop. Isso sem falar no baixista, da mesma idade, que ficava peladão e pulava pra todo lado do palco feito um louco.

É uma banda que aguentou muita coisa: vício em drogas, morte, saídas de diversos membros, o furor da crítica e até mesmo a popularidade. Apesar de tudo, eles permanecem na atividade, com o bom humor e a disposição intacta. Para comemorar os 15 anos do disco By The Way, o showlivre.com reuniu algumas curiosidades sobre a banda que você talvez não conheça.

  1. O pai de Anthony Kiedes vendia drogas para lendas do rock

Na autobiográfia de Anthony Kiedes, vocalista da banda, ele conta como seu pai John Michael Kiedes era amigo de diversas celebridades do rock. O pai dele era um ator mal sucedido que vendia drogas para pagar as contas. Alguns de seus clientes eram artistas famosos de hollywood, onde ele também morava. Anthony, que morava com a mãe, ia visitar seu pai esporadicamente e lá teve contato com algumas celebridades, antes dele mesmo virar uma. Em sua autobiografia ele conta como sua primeira aula de bateria foi com ninguém menos que Keith Moon, lendário baterista da banda The Who, que costumava passar pela casa dos Kiedes. Você deve imaginar por quê.

  1. Anthony Kiedes, aos doze anos, dormiu com a Cher

Anthony conta em sua autobiografia que a amiga de seu pai, a cantora Cher, às vezes fazia a gentileza de trabalhar como sua babá. Aos doze anos de idade, em um dos dias em que Cher estava fazendo bico de babá, Anthony e ela dormiram na mesma cama. Quando ela levantou para ir ao banheiro se trocar, o pequeno Kiedes, que estava conhecendo o seu corpo, foi até a porta e espiou a diva se trocando. Ele lembra de pensar para si mesmo: “Não seria nada mal deitar do lado de uma mulher dessas todo dia”. Há quem especule que rolou mais coisa que isso. A própria Cher, porém, diz que não se lembra de nada. Fantasia ou realidade? Talvez nunca saberemos.

  1. Flea e seu primeiro trabalho como músico contratado

Em seu podcast para a Vice, o saxofonista e ator John Lurie conta uma história curiosa sobre Flea, baixista do Chili Peppers. Foi ele quem deu ao músico seu primeiro trabalho no “show business”, convidando-o para tocar baixo em uma trilha sonora. Segundo Lurie, a história é a seguinte:

“Eu conheci Flea em 1982. Eu estava em Hollywood, fazendo minha primeira grande trilha sonora. Eles me contrataram, o cara estranho de Nova Iorque, mas também contrataram um outro cara para me supervisionar caso eu vacilasse. Então, esse outro cara estava basicamente fazendo as orquestrações e contratando os músicos. Eu queria uma pegada bem funk no baixo. Então, eu liguei para um amigo meu que tinha uma loja de discos para pedir uma referência para um baixista bem “funky”. E ele disse: “você deve contratar o Flea!”. Ele estava tão empolgado com a indicação que eu até fiquei suspeito. No final das contas, eu chamei esse moleque, o Flea. Nos conhecemos rapidamente e ele disse que toparia tocar. Quando se faz uma trilha de filme, a maneira que se organiza é que a uma da tarde chega as cordas, uma e quinze chega o trombone e assim por diante. Você tem que organizar o itinerário direitinho. Se não, as pessoas vão ter que esperar e você está pagando para elas esperarem. Tem que chegar no horário. Enfim, eu acho que era Flea, Hilel Slovak e Cliff Martinez. Eles chegaram três horas atrasados. E eles sabiam que seriam demitidos, eles entraram meio que olhando para o chão, com vergonha. Eu gritei um pouco com eles e eles foram embora. Foi assim que conheci Flea, meu grande amigo até hoje.”

  1. A briga entre Anthony Kiedes e Mike Patton, do Faith no More

Em 1991, os Red Hot Chili Peppers estavam em todo lugar por conta do disco Blood, Sugar, Sex, Magic, que foi um grande sucesso. Em uma entrevista dessa época, Anthony Kiedes expressou abertamente seu desdém pelo vocalista Mike Patton. Segundo Kiedes, quando ele viu o clipe de “Epic”, da banda Faith No More, ele sentiu que estava olhando em um espelho. Ele achava que Patton o imitava descaradamente. Não houve resposta às acusações. Os anos se passaram, Patton saiu do Faith No More e retornou à sua banda original, o Mr. Bungle.  Isso foi em 1999, quando o Red Hot estava lançando seu outro estrondoso sucesso, Californication. Os integrantes do Mr. Bungle começaram a notar que estavam sendo retirados de diversos festivais de grande porte sem nenhuma explicação. Depois de muito indagar, descobriram que era Kiedes que pedia aos festivais a retirada do grupo, se não ele mesmo tirava os Chili Peppers. Com essa descoberta em mente, o Mr. Bungle organizou um show onde tocaram covers ridículos de músicas do Chili Peppers. No show, um dos membros subiu ao palco e fingiu injetar heroína. Uma óbvia referência a Hilel Slovak, guitarrista do Chili Peppers que morreu de overdose da droga.

  1. A banda já teve mais de onze membros diferentes

Para muitos, o Red Hot Chili Peppers é Anthony Kiedes, Flea, John Frusciante e Chad Smith. A banda, porém, já teve mais de onze membros oficiais. Entre eles, músicos que depois foram para bandas do porte de Jane’s Addiction, Pearl Jam e Parliament Funkadelic. O instrumento em que mais se trocou o membro da banda foi a guitarra. O Red Hot Chili Peppers já teve sete guitarristas oficias. John Frusciante, porém, é o que propeliu a banda ao grande sucesso que eles tiveram, quando entrou para gravar Mother’s Milk.

 

CJ Ramone marca turnê que passa pelo Brasil

 Da esquerda para a direita: Marky Ramone, Joey Ramone, CJ Ramone e Johnny Ramone

No mais novo filme da Marvel, Homem Aranha: De Volta Ao Lar, a direção escolheu “Blitzkrieg Bop”, da banda Ramones, para acompanhar o herói dos quadrinhos. A escolha tem a ver porque a banda, assim como o personagem de Peter Parker, são ambos do bairro Queens de Nova Iorque. Mais que isso, os dois são também símbolos de uma juventude libertada. As guitarras rápidas e letras lúdicas dos Ramones casam perfeitamente com os movimentos radicais que o herói faz em suas presepadas pela cidade.

A vida não foi generosa com os Ramones. Todos os integrantes da banda original já se foram, e foram cedo. O primeiro a ir foi Joey Ramone, em 2001, antes mesmo de completar os cinquenta anos de idade. Logo depois Dee Dee, em 2002, que também, mal completou meio século. Johnny se foi em 2004, com direito a um funeral lendário, cheio de celebridades, onde uma estátua do guitarrista foi erguida. O último a morrer foi Tommy, em 2014. Sobraram apenas três membros da banda, nenhum deles da formação original. Eles são Marky, CJ e Richie Ramone.

CJ foi o último Ramone a se tornar um Ramone. Isso é, ele foi o último integrante a ser contratado pelo grupo. Mas isso não faz dele menos um Ramone. Gravou três álbuns com a banda: Mondo Bizarro, Acid Eaters e Adios Amigos. Além do Loco Live, o último disco ao vivo da banda. Para você ter uma ideia, Tommy Ramone, baterista original do grupo, também gravou apenas três discos como baterista.

Quando Dee Dee Ramone saiu da banda, em 1989, todo mundo achava que a banda ia acabar. Era Dee Dee quem escrevia a maioria das músicas. Seu estilo despojado, juntamente ao seu amor pelas drogas, fazia de Dee Dee o punk mais punk da primeira banda de punk. Parecia que a banda não poderia sobreviver à perda de seu “punk original”. Mas sobreviveu. Johnny Ramone, o guitarrista e autointitulado líder da banda, famosamente disse na época:

“Todo mundo dizendo que sem Dee Dee nós teríamos que acabar… Não, por que isso? É só achar um Dee Dee mais jovem, que toca até melhor que o Dee Dee.”

A banda então contratou o jovem Christopher Joseph Ward, quatorze anos mais novo que baixista anterior. Christopher virou CJ Ramone e entrou para a família punk mais famosa do mundo.

CJ já fez várias turnês que passaram pelo Brasil, todas de muito sucesso. O músico tem planos de passar por aqui no mês de novembro. As datas ainda não são certas, mas fique ligado que aqui no showlivre.com nós te informaremos. Para os amantes do punk, é imperdível.

Ouça a passagem de CJ Ramone pelos nossos estúdios em 2015:

Serviço

Promotores interessados em contratar o espetáculo devem entrar contato através dos e-mails contato@cacapratesmanagement.com.br,runawayrec@hotmail.comcacaprates@live.com ou pelos telefones ID 55*11*43758, +55 (11) 98149.9987 (Whatsapp) e +55 (11) 99557.8358 (Whatsapp).

Capitain Beefheart, o gênio louco do rock vanguardista

Captain Beefheart é um enigma. Sua música já serviu como fonte de inspiração para todos os artistas que tem em seu som uma certa bizarrice. Isso é, uma bizarrice específica, uma especie de Delta blues vanguardista misturado com free jazz. Pergunte a gente como Tom Waits, Nick Cave, The Fall, Red Hot Chili Peppers, White Stripes e tantos outros… Eles te dirão como Don Van Vliet, um rapaz americano da Califórnia, fez as suas cabeças. Entre os estranhos do rock, ele é o mais estranho. Entre os bizarros, o mais bizarro. Sua obra prima, Trout Mask Réplica, de 1969, é um disco que pode ser chamado de lendário, magnífico e, ao mesmo tempo, impenetrável.

Não é mera coincidência que Van Vliet começou a carreira na música juntamente a outro jovem desconhecido chamado Frank Zappa. Os dois eram grandes amigos que descobriram o blues juntos nas casas de seus pais. Ouviam constantemente, com pausas apenas para darem umas voltas no carro conversível do pai de Vliet, para ver as meninas. Não conseguiram ver muitas, mas tudo bem também, esse tipo de frustração adolescente sempre foi bom pra música. Enquanto as meninas gentilmente os ignoravam, os dois amigos aprimoravam juntos suas capacidades musicais: Zappa na guitarra e Van Vliet com sua voz.

E que voz ele tinha. Reza a lenda que Jimi Hendrix, antes de morrer, apontou para Beefheart em uma festa e disse:

“Sua voz e minha guitarra.”

Um dos muitos projetos brilhantes nesse mundo que foram apenas cogitados, nunca realizados. Uma pena. A voz de Beefheart era algo fora desse mundo. Todo mundo gosta de comparar a voz do menino branco ao lendário artista de blues Howling Wolf. Esse que tinha 1,98 metros de altura e uma voz do mesmo tamanho. Quem via o jovem Beefheart cantar, e chegar nas mesmas notas, achava que o menino estava possuído.

Famosamente, o seu disco mais conhecido, o Trout Mask Replica, foi ensaiado pela banda de Beefheart, a Magic Band, durante uma temporada de seis meses. Em uma cabana no meio do nada, no interior campestre dos Estados Unidos, o líder da banda obrigou os seus músicos a trabalhar constantemente, e em um ambiente lúgubre, onde mal se comia. Frank Zappa produziu o disco. No dia em que a banda chegou para gravar, Frank ficou abismado de quão ensaiado estava tudo. As músicas, extremamente complexas em forma e estrutura, eram gravadas pela banda em dois, três “takes”. Como produtor, Frank viu que aquilo era algo de especial e, como um bom produtor, deixou a banda fazer o que bem entendiam. O resultado está aí, para todos ouvirem. E muitos ouviram, desde Iggy Pop ao criador dos Simpsons, Matt Groening. Ouça abaixo “Sugar ‘n’ Spikes” e deleite-se na loucura que é Beefheart.

Veja o “making of” do disco dos Amanticadas

“Não fazer a coisa fácil, né?”

Os Amanticidas já nasceram e vão crescendo. O grupo paulistano lançou o seu primeiro disco em 2016 e tem se provado uma das revelações da cena independente. O documentário que acabam de lançar, um “making of” de seu primeiro disco, é um testamento disso. No vídeo eles recebem elogios desenfreados de ninguém menos que o pessoal da Isca de Polícia, banda mais conhecida por acompanhar o músico vanguardista Itamar Assumpção. Veja o “making of” da banda abaixo.

Falando em Isca de Polícia, a lendária banda fez um show há pouco tempo no Centro Cultural Rio Verde e o showlivre.com estava lá para registrar tudo. Confira abaixo também.