Estúdio Showlivre: sons do Brasil

As próximas atrações do Estúdio Showlivre vão do samba ao pop, com acento de forró e uma mistura de rock, música eletrônica e jazz.

No dia 28/abr, quinta-feira, presença da cantora Adryana Ribeiro, ex-Rapaziada, que apresenta seu disco Direitos Iguais e canta seus sucessos de mais de 20 anos de carreira.

Maio começa com apresentação do Guizado, que traz convidados especiais (parece que Jupiter Maçã vai dar uma canja, nada confirmado ainda) para mostrar sua mistura de rock+jazz+mpb, ao vivo no dia 3/maio, a partir das 15h.

Participe da promoção e venha ver o Guizado ao vivo no Estúdio Showlivre. Clique aqui.

Guizado

No dia 4, quarta-feira, o pessoal do Lunablu vai mostrar seu rock cheio de energia e contar histórias de uma carreira recente, mas já cheio de sucesso. Ao vivo, também a partir das 15h.

Venha assistir ao vivo a participação da Lunablu no Estúdio Showlivre. Participe da promoção aqui

Quinta-feira, 5/maio, o Estúdio Showlivre recebe nosso caro deputado, músico e dono de vários hits, Frank Aguiar! No meio de uma folga parlamentar, ele vem cantar e contar causos ao vivo com Clemente Nascimento.

Quer assistir o Frank Aguiar aqui no Estúdio? Participe da promoção clicando aqui

Frank Aguiar

Isso é só o começo, Maio tem muita coisa bacana agendada, prepare-se.

Reggae na cabeça

Um review dos lançamentos Bob Marley The Essential Box e Reggae The Definitive Collection Songs of Freddom

O reggae nasceu na Jamaica, se espalhou pelo mundo e literalmente colocou aquela pequena ilha no Caribe no mapa mundi, mas antes de se globalizar, abrir uma filial na ilha de São Luis no Maranhão e se tornar hino de uma juventude dourada que adora mar, sol, cachoeira e beija-flor, o reggae construiu uma série de mitos locais que foram responsáveis por difundir sua cultura e ideologia, entre eles o mito maior, Bob Marley, verdadeiro ícone de toda uma geração e símbolo da cultura reggae e rastafári. A passagem de Marley pelo show bizz foi meteórica encerrada precocemente por uma doença fatal, mas o seu legado ainda é atual. Pensando nisso, a gravadora MusicBrokers, lançou a coletânea Bob Marley – The Essential Box, um boxset com 6 CDs que trazem boa parte do que ele produziu e gravou com o The Wailers na sua terra natal, a Jamaica, verdadeiras pérolas estão presentes, como as primeiras versões de “Sun is shining”, “Natural mystic” ou “Kaya” antes de ganharem versões mais “comerciais”. Remixes, faixas produzidas por outra lenda, Lee Perry, faixas instrumentais e canções de outros compositores interpretadas por Marley, completam essa coletânea essencial.

Bob Marley - The Essential Box

Para completar essa viajem pelo mundo do reggae a MusicBrokers, lançou também Reggae – The Definitive Collection, Songs of Freedom que trás outros monstros sagrados que ajudaram a transformar o estilo, em um dos mais consumidos do planeta, estão lá nomes como Toots & Maytals, Jimmy Cliff, Peter Tosh, Desmond Dekker, Gregory Isaacs, U-Roy, Lee Perry e é claro, Bob Marley & The Wailers, um verdadeiro deleite para os fãs das boas vibrações da ilha.

Por Clemente Nascimento – Apresentador e Diretor Artístico do showlivre.com

Mais informações: www.mbrokers.com.br

In-Edit Brasil 2011:


O In-Edit Brasil 2011 – 3º Festival Internacional do Documentário Musical, em parceria com Natura e Petrobras, acontece nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. O festival traz, além de títulos internacionais e nacionais, convidados em workshops, encontros e performances musicais.

A redação do showlivre.com, afeita ao evento, envia suas dicas da programação:

CARLOS SAURA. Acontecerá uma digna homenagem ao consagrado cineasta espanhol, diretor de Cria Cuervos, Deprisa, deprisa, Carmen, entre muitos outros títulos. Serão exibidos os filmes Fados, Flamenco, Tango e Flamenco, Flamenco.

ALBERT MAYSLES. É outro homenageado e oferecerá uma masterclass gratuita ao público do festival. Filmes como Gimme Shelter, o polêmico rockumentary sobre a turnê norteamericana dos Stones em 1969, e o registro da primeira turnê dos Beatles em 1964 são alguns de seus documentários mais famosos.

LEMMY. Será um dos títulos do festival o documentário sobre a vida de Lemmy Kilmister, vocalista do Motörhead. Dirigido por Greg Olliver e Wes Orshoski, o longa conta a história de Lemmy, que já vive há mais de quatro décadas no mundo rock e, aos 65 anos, segue fielmente o seu particular estilo de vida: compondo, fazendo participações especiais e martelando com punho de ferro seu mítico Rickenbacker.

COMING BACK FOR MORE. Se você é fã da Sly & The Family Stone, responda rápido: onde esteve Sly Stone nas últimas três décadas? Se você não sabe, tudo bem. Ninguém sabe mesmo. Por isso, o diretor holandês Willem Alkema decidiu seguir seu ídolo para tentar uma das maiores proezas do jornalismo musical: entrevistar o músico. O resultado é um filme divertido, inusitado, cheio de surpresas e logicamente com muito groove.

UPSIDE DOWN: THE STORY OF CREATION RECORDS. Imagine-se abrindo uma gravadora e revolucionando a música de seu país e do mundo. Foi o que fez Alan McGee quando montou a Creation Records. O selo que descobriu bandas tão influentes como Oasis, My Bloody Valentine, The Jesus and Mary Chain, Primal Scream, Super Furry Animals, Teenage Fanclub, entre tantas outras. Uma história de sexo, drogas, Rock’n’Roll, fama, fortuna, falência, egos, volta por cima e muito bate-boca. Imperdível.

WILLIAM S. BURROUGHS: A MAN WITHIN. A herança deixada pela geração beat é sem dúvida uma das maiores recebidas pela cultura ocidental depois da Segunda Guerra Mundial. Livres, contestadores e criativos, os beatniks inventaram um estilo de vida que anos mais tarde foi apadrinhado pelo mundo do rock’n’roll. William S. Burroughs desenvolveu uma obra literária que marcou a vida de muita gente. Este documentário mostra como Patti Smith, Laurie Anderson, Jello Biafra, David Cronenberg, Iggy Pop, Andy Warhol, Sonic Youth entre tantos se deixaram influenciar por um dos nomes mais censurados e ao mesmo tempo mais lidos das últimas décadas.

In-Edit Brasil 2011
3º Festival Internacional do Documentário Musical
De 28 de abril a 08 de maio em São Paulo
De 06 a 12 de maio no Rio de Janeiro
Site: http://in-edit-brasil.com/2011/

Anote e Vá – Agenda Showlivre 21/abr – 29/abr

@Ao Vivo Music

A cantora revelação paulistana apresenta seu álbum de estreia no Ao Vivo Music. O repertório transita por diversos ritmos, como rock e soul, sempre com interpretações doces e melodias dançantes. Entre as referências da cantora estão Aretha Franklin, Roberto Carlos, Pretenders e Otis Redding. Na mesma noite, Thiago Giglio se apresenta na casa mostrando seu primeiro disco solo, Ecos.

27 de abril (quarta – feira)
show: 20h30
Ao Vivo Music
Rua Inhambu, 229 – Moema
www.aovivomusic.com.br
Ingressos: R$ 20,00

Mariana Aydar @Teatro do SESI

Dentro do projeto Quartas Musicais, a cantora Mariana Aydar traz no repertório canções de Chico César, Nuno Ramos e Duani, parceiros de composição da cantora paulistana.

Quartas Musicais 2011 – Mariana Aydar
Teatro do SESI –
Av. Paulista, 1313 – metrô Trianon-Masp
27 de abril (quarta-feira), às 20h.
Entrada: R$ 5 a R$ 10 (inteira)
Informações: (11) 3146-7405/7406

Shows Buchanan’s @vários bares

Os bares Piratininga,Black Horse Pub, The View e The Orleans abrem as portas para apresentações da boa música brasileira, sob curadoria do pianista cubano Yaniel Matos. Shows autorais no happy hour. No lugar do “banquinho e violão”, o público vai poder curtir elegantes e animados shows de jazz, choro, maxixe e MPB.

Quinta-feira (28/abr)
The Orleans – Orquestra Paulista de Soul
Rua Girassol, 398, Vila Madalena (tel. 3031 1780) Couvert: R$ 30,00

Piratininga – Fábio Torres (piano) e Rodrigo y Castro (flauta)
Rua Wisard, 149, Vila Madalena (tel. 3032 9775) Couvert: R$ 11,00

The View – Nelson Ayres (piano) e Harvey Wainapel (sax)
Alameda Santos, 981, Jardim Paulistano (tel. 3266 3692) Couvert: R$ 22,00

The Black Horse Pub – Juliana Aquino (voz) e Grupo
Av. Copacabana, 148, Empresarial 18 Forte Barueri (tel. 4208 5038) Couvert: R$ 14,00 a R$ 27,00

Eddie @Itaú Cultural

De 28 de abril a 1° de maio, o Itaú Cultural recebe os shows dos artistas selecionados na edição 2010-2012 do Rumos Música. Os olindenses da Eddie se apresentam no dia 28 (quinta-feira), abrindo a temporada

Shows Rumos Música
28 de abril a 1º de maio de 2011 (quinta a domingo), sempre às 20h
Entrada franca (retirada dos ingressos com meia hora de antecedência)
Itaú Cultural
Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô
Fones: 11. 2168-1776/1777

Maria Eugênia @SESC Pompéia

A cantora goiana – que tem música na novela Araguaia – divulga seus mais novos trabalhos, que chegam às lojas em breve, com apresentações no estado de São Paulo. No show, ela interpreta canções de Chico Buarque, Gonzaguinha e vai do sertanejo e o samba ao baião e a MPB.
O recém-lançado CD Viver e Sorrir tem a arrecadação das vendas destinada à entidade homônima, cuja missão é dar apoio a bebês prematuros e suas famílias. Música e solidariedade!

Show Coisa Musical – Lançamento do segundo DVD da cantora Maria Eugênia
Sesc Pompeia – Dia 29 de abril, às 21h
Preços: R$ 4 a R$ 16 (inteira)

Marcelo Jeneci @Auditório Ibirapuera
Compositor e multi-instrumentista volta a São Paulo com o repertório de seu álbum de estreia, Feito para Acabar, um dos melhores de 2010. O compositor e multi-instrumentista Marcelo é acompanhado por Laura Lavieri (voz), Regis Damasceno (baixo), Estevan Sinkovitz (guitarra), João Erbetta (guitarra) e Richard Ribeiro (bateria).

“Feito Pra Acabar”
29 e 30 de abril (sexta e sábado), às 21h
Auditório Ibirapuera
Av. Pedro Álvares Cabral, s/ nº – Portão 2 do Parque do Ibirapuera.
Ingressos: R$ 15 a R$ 30
Informações: 11 3629-1014/ 3629-1075

Marcelo Jeneci

Los Porongas @ape80

O quarteto apresenta o seu super bem recomendado novo álbum O Segundo Depois do Silêncio em show intimista. A discotecagem fica por conta do Sambarbudo Project e de Bibi Monteiro.

30 de abril (sábado) – 22h
Apartamento 80
Rua Peixoto Gomide 65, apto 80 (claro…)
Entrada: R$ 15 a R$ 20
Não aceita cartão nenhum!

Abril pro Rock em Recife (PE)

AD Luna, colaborador especial do showlivre em Recife (PE) comenta sobre o Abril pro Rock e as suas frentes musicais múltiplas.

“Apesar de momentos de cansaço, grande parte do ótimo público que compareceu à primeira noite do Abril pro Rock, que aconteceu na sexta (15/04), no Recife, curtiu até o fim a já tradicional noite dos sons pesados do festival. O evento contou com atrações nacionais e internacionais de estilos como punk, crossover, thrash e death metal.
Abrindo a noite, as bandas pernambucanas Cangaço e Desalma, e a cearense Facada iniciaram as rodas de pogo e o balançar de cabeças no salão do Chevrolet Hall – local semelhante às casas paulistanas Credicard Hall e Via Funchal, porém com acústica inferior a estas. Depois dos nordestinos, o anúncio do grupo brasiliense Violator provocou gritos de saudação e corridas para a frente do palco. Formado por jovens músicos, o quarteto mostrou grande entusiasmo provocado tanto pela alegria em estar de volta ao Recife, depois de quatro anos – como afirmou o comunicativo vocalista Poney Ret -, quanto pela recepção calorosa do público. Apesar de o som não ter contribuído (a caixa da bateria, estava baixa, por exemplo), os rapazes mandarem bem com seu som calcado no thrash metal mais agressivo e oitentista de artistas como o alemão Kreator e os americanos Overkill e Nuclear Assault.
Ao iniciar sua apresentação, os paulistas do Torture Squad trouxeram consigo uma sensível melhora na qualidade do som enviado para o público: tudo ficou mais alto e claro. Podia-se ouvir melhor o grande trabalho de bumbos duplos e a criatividade de Amílcar Christófaro, baterista e professor deste instrumento, e os urros musicados do vocalista Vitor Rodrigues. Curioso ver como Rodrigues interpreta gestual e facilmente as agressivas, porém reflexivas, letras do Torture.

Amilcar do Torture Squad - foto por Rafael Passos
A “destruição” provocada pelo Torture Squad parece ter deixado o público um tanto quanto cansado para receber o Musica Diablo, de São Paulo. Tendo à frente o também vocalista do Sepultura, Derrick Green, a banda fez uma competente apresentação, porém pegou o público cansado, talvez guardando forças para a atração seguinte.
Os americanos do Dirty Rotten Imbeciles (D.R.I) acordou o povo que estava deitado e disperso pelos cantos do Chevrolet Hall. Com sua mistura de metal com hardcore – o chamado crossover -, os veteranos provocaram grande pandemônio em frente ao palco, com camisas pretas “dançando” o pogo e corpos sendo levantados ao ar. Depois do Recife, o D.R.I tocaria ainda em Belo Horizonte e São Paulo.
O Misfits encerrou a noite com um show empolgante. Comandado pelo único membro original, o baixista e vocalista Jerry Only, o trio quase não deixou espaço para o público respirar, tocando uma música atrás da outra, sem grandes pausas. O visual estilo filme de terror B dos americanos foi imitado por pessoas da plateia. Mesmo com suas mais de trinta décadas, o punk horror do Misfits mostrou estar sintonizado com a garotada dos anos 2000.

Jerry do Misfits - Foto por Rafael Passos

Música conecta gerações no último dia do Abril pro Rock

Uma das coisas mais maravilhosas e ricas da música é sua capacidade de conectar pessoas, culturas, gerações. Exemplo disso aconteceu na noite de encerramento da 19o edição do festival Abril pro Rock, neste domingo (17/04), no Recife. Com quase cinquenta anos de existência – mas com uma formação bastante diferente da original -, o lendário Skatalites levou ao delírio cerca de cinco mil pessoas que compareceram ao Chevrolet Hall. Devido à festejada e explosiva apresentação anterior – da banda olindense Eddie -, pairou no ar a impressão de que o show dos mestres do ska ficaria deslocado como atração principal.
Mas, lá pela terceira música tal sensação foi totalmente dissipada. Sob um poderoso som de metais, ancorado por uma sólida base de guitarra, baixo e bateria, os jamaicanos conseguiram se sintonizar com a vibrante energia e alegria do jovem e colorido público que encheu o salão para vê-los. Aliás, para quem torce para a ampliação e fortalecimento do cenário musical recifense ver uma moçada com idades próximas a do nascimento do próprio Abril pro Rock é bastante animador.
Voltando ao show… Por focar boa parte do seu repertório em temas instrumentais, a música do Skatalites é do tipo “ouça, dance e aprecie”, tal é a qualidade da execução e do balanço. As partes cantadas foram comandadas pela carismática senhora Doreen Shaffer. A bola fora da apresentação foi a banda não ter atendido ao insistente pedido do público para que voltassem ao palco, depois do final do show. Sobraram até vaias. Mas, nada que tenha abalado a boa impressão deixada anteriormente.
Nos outros shows da noite, a curadoria do festival enfatizou a presença de novos nomes da música brasileira. Gente como a cantora Tulipa Ruiz e a banda Holger, de São Paulo; os pernambucanos Mamelungos e Feiticeiro Julião, além da baiana radicada em Pernambuco Karina Burh. Essa prática de dar vez a grupos iniciantes era bastante comum nas primeiras edições do evento. Naquele longíquo tempo, os pobres e dependentes artistas novos ficavam ansiosos por terem seus trabalhos vistos e ouvidos por “olheiros” de gravadoras, principalmente das multinacionais. Hoje, quase ninguém dá a mínima para tais seres. Se é que eles existem ainda.
Falando em Karina Burh, esta vive uma ótima fase na carreira solo com constantes elogios da crítica e boa agenda de shows. Garota esperta, ela tem ciência da importância de se montar um grupo de músicos capazes de interpretar com maestria suas ideias musicais. Entre outras feras, sua banda conta com o ex-guitarrista do Ira!, Edgar Scandurra.

Scandurra e Arnaldo Antunes - foto por Rafael Passos

O já citado Eddie, apesar de seus mais de vinte anos de criação, consegue se manter conectado às novas gerações. Além do público interagindo em todos as músicas, o show deles também contou com a participação de Erasto Vasconcelos (irmão do percussionista Naná), e os ex-integrantes da banda Karina Burh e Rogerman. É a chamada “brodagem” pernambucana em ação!
Focado na estética jovem guarda de Iê Iê Iê, álbum produzido por Fernando Catatau e lançado em 2009, Arnaldo Antunes pôs o público pra dançar animadamente. Também era possível ver e ouvir a moçada cantando várias letras do referido CD. O cantor caruaruense Ortinho fez breve participação no show do ex-Titã. Antunes é outro artista que tem conseguido fazer a ponte entre gerações. Além da incursão pelo antigo rock sessentista nacional, isso se evidencia na presença do outrora citado Edgar Scandurra e dos talentosos instrumentistas e compositores Curumin, na bateria, e Marcelo Jeneci, nos teclados.
A vida vivida e compartilhada por gente de várias gerações é muito mais interessante e rica!”

por AD Luna

Virada Cultural – showlivre no rolê

O showlivre.com não vai cobrir esta edição da Virada Cultural em São Paulo.
Mas … a equipe vai rodar alguns eventos, confira onde você possivelmente vai encontrar alguém da equipe em momento de lazer raro!

Palco Sao João
16/abr às 23h Skatalites (legendária banda jamaicana de ska)
17/abr às 17h Steel Pulse (seminal banda inglesa de reggae)

Palco Libero Badaró – 17/abr à 1h
Eumir Deodato (compositor e músico brasileiro radicado há tempos em NY)

Boulevard Sao João – 18h do dia 16/abr até 16h30 do dia 17/abr
Beatles 4ever (A banda cover do quarteto de Liverpool quer bater o próprio recorde de apresentação initerrupto)

Estação da Luz – 18/abr à 0h
Sepultura e Orquestra Experimental de Repertório (Parceria inédita)

Sepultura

Pateo do Collegio – 22h30 do dia 16/abr e ao meio dia do dia 17/abr
Circo Zanni (banda, palhaços, atores, dançarinos e malabaristas)

Ringue de Luta Livre na Arena Anhangabaú
18h do dia 16/abr até às 17h30 do dia 17/abr

Julio Prestes
Misfits – 17 de abril às 2h
Plebe Rude – 17 de abril ás 12h

Arouche
Erasmo Carlos – 17 de abril às 17h

Barão De Limeira
Almir Sater – 17 de abril às 12h
Renato Teixeira – 17 de abril às 14h

Almir Sater

Palco República
Tony Tornado e Dom Salvador & Abolição – 17 de abril à 0h

Cantor espanhol Macaco apresenta-se no Brasil


O espanhol Macaco lança Moving, seu primeiro disco em terras brasileiras, com duas noites de autógrafos em São Paulo e participação na Virada Cultural.

A livraria Saraiva do Shopping Ibirapuera recebeu o cantor ontem em um pocket show. Quem perdeu a apresentação ainda pode comparecer à sessão de autógrafos na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos nesta sexta-feira (15/04), às 20h.

A sonzeira de Macaco pode ser conferida na apresentação da 7a. edição da Virada Cultural, em São Paulo. O espanhol é uma das atrações do evento e se apresentará no dia 17/04, às 3h da madrugada, no Palco São João (Avenida São João com Rua Aurora).

Embora seja o primeiro lançamento no Brasil, Moving é o sexto disco de Dani Macaco. O CD conta com as participações de Marcelo D2, Seu Jorge, Nação Zumbi e B-Negão. A atual música de trabalho, homônima ao disco, está na trilha sonora da novela Morde e Assopra da Rede Globo. O cantor ainda voltará ao Brasil neste ano para uma apresentação no Rock in Rio, onde dividirá o palco Sunset com o grupo carioca Monobloco.

Noite de autógrafos
Local: Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos
Dia: 15 de abril
Horário: 20h
Endereço: Av. Nações Unidas, 4777
São Paulo – SP
CEP: 05477-000
Tel.: (11) 3024-3599 / Fax.: (11) 3024-3570

Virada Cultural
Informações: www.viradacultural.org

Para mais informações sobre Macaco, visite:
www.macaco.es
www.emimusic.es
www.emientertainment.es

NX Zero no Estúdio Showlivre

Comemorando 10 anos de carreira e prestes a gravar o DVD que celebra a década de sucesso, o momento do NX Zero é realmente único.

Com quatro CDs e dois DVDs que atingiram o topo das paradas de sucesso, dezenas de prêmios, reconhecimento internacional e incontáveis fãs por onde quer que a banda vá, o NX Zero é a atração do Estúdio Showlivre que acontece excepcionalmente no dia 18 de abril, segunda-feira, com início das transmissões a partir das 15h.

Quer conhecer o showlivre e assistir a gravação do programa? Participe:
http://showlivre.uol.com.br/promocoes/exibe/participe-do-estdio-showlivre-com-nx-zero/2468.html

Vale conferir também o bate-papo de Di com Clemente Nascimento numa sessão do Estúdio Transamérica Pop, enquanto não chega o Estúdio:

Paulinho da Viola. A canção, o cenário e a companhia.

Paulinho da Viola no SESC Pompéia, em São Paulo. Foto: Laís Aranha.

No domingo último, 10 de abril, Paulinho da Viola apresentou-se no SESC Pompéia, em São Paulo. A premissa já era boa no primeiro momento, pois shows no SESC tendem a dar certo. A instituição oferece eventos culturais como deveriam ser: preços acessíveis, atrações excepcionais e estruturas belas e funcionais. Desconheço seus bastidores e eventuais problemas, se é que existem, mas o que chega até mim, pelas mais diversas fontes e pelo que vivencio, apenas transparece excelência.

Um palco sem excessos abrigava o sambista e seus músicos, com luzes serenas que se misturavam às canções declamadas. Um ponto de luz emanava claridade por trás de Paulinho e realçava com respeito o vulto do cantor e compositor, como se a única necessidade da iluminação fosse deixar claro quem estava ali. Nestes tempos de espetáculos ornamentais em grandes estádios, é interessante saber que também há espaço para onde se preza, em suma, pela música.

Músicos acompanham o sambista. Foto: Laís Aranha.

Ao contrário do que o estilo musical poderia pedir, Paulinho da Viola trouxe seu samba intimista acompanhado por poucos músicos, que tocavam com maestria seus instrumentos: piano, baixo, pandeiro, sopros, bateria e violão. No show de Paulo César Baptista de Faria, o samba é levado ao altar. Tal fato era claro pelo silêncio absoluto que se fazia no recinto. Um silêncio natural, que não precisou ser fincado em momento algum, pois os presentes pareciam reverenciar o estandarte que ali estava.

Como prólogo de quase todas as canções, Paulinho contava histórias sobre as composições e seus autores. No repertório, quase não houve os grandes hits consagrados ao longo da carreira, mas um apanhado que parecia ter sido selecionado segundo o gosto e a vontade livres do sambista. Algumas peças foram introduzidas como “sambas preferidos”. Dentre elas, canções de renomados compositores da querida Portela.

Paulinho da Viola. Foto: Laís Aranha.

Paulinho da Viola tem um carisma cativante, magnetiza com seus dizeres e abre espaço para um humor irresistível, por exemplo, quando relata a faísca criativa que deu origem à canção O tímido e a manequim. Ele conta que, diante de uma antiga fotografia de sua esposa, questionava se ficariam juntos naquele momento distante, caso se conhecessem. Imagina que provavelmente não, afinal, se apressa a esclarecer: ele era o “tímido” do título da canção (e não a manequim).

Em determinado momento, o sambista anuncia um choro feito em homenagem a Jacob do Bandolim. Com sua conhecida elegância, retirou-se do palco e, sob a penumbra do corredor que levava ao camarim, assistiu à tocante interpretação de Mário Seve ao saxofone e Cristóvão Bastos ao piano. Interpretação que, aliás, causou aplausos em pé de alguns ouvintes.

O maestro e pianista Cristóvão Bastos. Foto: Laís Aranha.

Ao deixar a fantástica apresentação de Paulinho da Viola no belo cenário que compõe o SESC Pompéia, foi inevitável pensar sobre o privilégio raro de assistir a um espetáculo deste quilate, em uma noite de domingo, muito bem acompanhado. A redação do Showlivre.com recomenda ao leitor que não perca a próxima oportunidade.

Aeee..Beastie Boys novo!

A gravadora EMI anunciou detalhes e a data de lançamento do novo disco do Beastie Boys, o primeiro desde o instrumental de 2007 Mix-Up.

Hot Sauce Committee Part Two está previso para chegar às lojas no dia 3 de maio. O esperado oitavo álbum do Beastie Boys – Mike ‘Mike D’ Diamond, Adam ‘Ad Rock’ Horovitz e Adam ‘MCA’ Yauch – tem seu preview com o single “Make some noise”.

Hot Sauce Committee Part Two foi produzido por Beastie Boys e mixado por Philippe Zdar, o mesmo do Phoenix, Cassius e do seminal projeto francês Motorbass.

Confira o tracklist do álbum:
1. “Make some noise”
2. “Nonstop disco powerpack”
3. “Ok”
4. “Too many rappers” [new reactionaries version] (featuring Nas)
5. “Say it”
6. “The Bill Harper collection”
7. “Don’t play no game that I can’t win” (featuring Santigold)
8. “Long burn the fire”
9. “Funky donkey”
10. “The Larry routine”
11. “Tadlock’s glasses”
12. “Lee Majors come again”
13. “Multilateral nuclear disarmament”
14. “Here’s a little something for ya”
15. “Crazy ass shit”
16. “The Lisa Lisa/Full Force routine”

Já tem até remix na web, produzido pelo Passion Pit. Só procurar.