Fresno e sua Revanche

Primeira atração de fevereiro no Estúdio Showlivre, a Fresno vai apresentar seu novo disco Revanche em formato intimista.

O quinto disco da banda é mais vigoroso e mais raivoso que os anteriores e traz os gaúchos em mais um round contra estereótipos e contra comparações maquiavélicas!

Acompanhe ao vivo na quarta-feira, 2 de fevereiro, a partir das 15h no Estúdio Showlivre.

Fresno por Gustavo Vara

A Fresno sempre se viu em um ambiente onde os que não lutam, perecem. É inegável o sucesso da banda, mas eles têm plena consciência de que, ‘mexendo uns pauzinhos’, estariam em outro lugar. Teriam mais sucesso, mais dinheiro e nenhum amor próprio. Às vezes, uma sucessão de concessões resulta numa total perda de identidade. No entanto, uma primeira audição atenta de Revanche, o quinto disco de estúdio da banda, traz explícita a sonoridade de uma banda que chegou ao estúdio com um conceito formatado na cabeça e muita vontade de expandir horizontes, para todos os lados.

As mesmas ideias que permeiam os seus primeiros discos ainda estão ali, mas dessa vez assumindo uma profundidade jamais obtida. A faixa-título abre o disco com um riff pesado, que remete a Smashing Pumpkins e Velvet Revolver, e sua letra explica o título do disco. A raiva, sentimento até então raro nas composições da banda, aflora em vários momentos do álbum, mas sempre pontuada com riffs modernos e vigorosos. O DNA da banda está ali, mas a produção de Rick Bonadio, aliada aos arranjos detalhados e cheios de nuances faz a banda soar mais dinâmica e profunda.

A Fresno pensou com muito carinho na ordem e disposição das músicas para mostrar de uma vez por todas para o grande público a extensão do seu espectro musical, fato que fica evidente em seus shows. As guitarras, quando convocadas, aparecem como uma parede sonora, sustentando a tensão proposta pela letra – uma verdadeira usina de riffs poderosos e de personalidade, muitas vezes aproximando o grupo a medalhões como Muse e Queens Of The Stone Age, dos quais a banda se declara fã.

Os inúmeros shows lotados pelo País inteiro ilustram bem a tese de que uma música torna-se muito mais poderosa quando cantada por mais vozes. Revanche é apenas mais um round na luta do Fresno, mas um round vencido com facilidade, na base de muita porrada.

Revelação no Estúdio Showlivre

O grupo Revelação é a atração do Estúdio Showlivre desta sexta-feira., 28/jan, com transmissão ao vivo a partir das 14h.

Destaque da nova cena do pagode, o grupo vai apresentar o repertório do seu recente DVD AO Vivo no Morro 2.

Perfil:

O Grupo Revelação nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 1991. O grupo alcançou as paradas populares de música do Rio de Janeiro, já no lançamento do seu primeiro disco homônimo de 1999. O disco conta com a participação de alguns dos integrantes do Kiloucura, além de uma regravação de “Zé do Caroço”, canção de Leci Brandão.

O ano de 2002 foi decisivo para o Grupo Revelação. O sexteto carioca trocou de gravadora, passando para a Deckdisc, e lançou o álbum “Ao Vivo no Olimpo”, que, com suas mais de 700 mil cópias vendidas, foi o segundo CD mais comercializado do ano e o primeiro na categoria pagode.

O sucesso que até então era restrito ao Rio de Janeiro, passou a ser nacional e, em 2003, ultrapassou as fronteiras nacionais com uma longa turnê pelos Estados Unidos, Japão e Europa

Em 2006 o grupo dá um tempo na seqüência de registros ao vivo e retorna a gravação em estúdio, lançando “Velocidade da Luz”.

Vindos de comunidades carentes do Rio de Janeiro, os integrantes escolheram para as gravações de mais um disco ao vivo, o Morro da Urca no Rio de Janeiro. A Arena ficou lotada no dia 29 de agosto de 2009. Se somarmos o novo Ao vivo no Morro da Urca II, lançado em 2010, com o primeiro, temos uma dose dupla de bons momentos da vida que devem ser curtidos intensamente

Revelação é formado por:
Xande de Pílares (Voz e Cavaquínho)
Artur Luís (Reco-Reco e Vocal)
Beto Líma (Víolao e Vocal)
Mauro Juníor (Banjo e Vocal)
Rogerínho (Tantan)

Human League no Brasil

Um dos principais nomes da cena tecnopop britânico, o Human League vai se apresentar no Brasil em abril.

A banda liderada pelo vocalista Phil Oakey e pelas backing Susan Ann Sulley e Joanne Catherall é referência para toda uma geração de bandas que misturam disco, eletro e rock como Scissor Sisters e La Roux.

Com alguns discos clássicos do tecnopop como Dare (1981) e Hysteria (1984), a banda seguiu carreira pelas décadas seguintes sem o mesmo peso, mas os seus hits “Don’t you want me”, “(Keep feeling) Fascination” e a romântica “Human” estão no playlist de DJs, músicos e seguidores da música eletrônica.

A nova passagem do grupo pelo Brasil – a primeira foi em 2005 – casa com o lançamento do disco Credo, o primeiro de inéditas desde Secrets de 2001. O álbum tem a produção do duo I Monster, conterrâneos do Human League, ambos de Sheffield.

Serviço:
Quando: 6/abr (quarta-feira) às 22h
Onde: Via Funchal – rua Funchal, 65 –
fone (0xx11) 3846-2300
São Paulo SP
Quanto: de R$ 120 a R$ 200

Ê São Paulo!

Nosso intrépido e insaciável (por trabalho) Clemente Nascimento vai participar do show em comemoração ao aniversário de 457 anos da cidade de São Paulo. Hoje, 19/jan, participou de uma animada sessão de ensaios e conta um pouco do clima desta reunião inédita que acontece na terça-feira, 25/jan e terá cobertura total do showlivre.com.

Ê São Paulo!

25 de janeiro de 2011, aniversário de São Paulo, feriadão bacana e para mim, dia de trabalho, é lógico que vou adorar esse trabalho, hahahahahaha!

Vai rolar um showzaço na Av. Ipiranga com a Av. São João, (poético não?). Vários artistas, músicos e afins, cantando e tocando músicas que são representativas para a cidade. Hoje fui ensaiar com meu time, olha só: Andreas Kisser numa guitarra, André Christovam na outra guitarra, Mingau do Ultraje no baixo, Japinha do CPM 22 na bateria, DJ Hum nas pick-ups e eu e o Thayde nos vocais, cantando uma versão de “Pânico em SP” que eu, Thayde e DJ Hum fizemos em 1994 e nunca tínhamos tocado ao vivo, muito menos com um time desses. Sem falsa modéstia, ficou muito bom!

O começo do ensaio foi meio tenso, cheguei meio atrasado no estúdio e vejo o Mingau com o carro quebrado no meio da rua, o Japinha estacionando o carro e nada do Thayde e nem do Andreas, já o DJ Hum e o André Christovam, já estavam lá com tudo montado. Eita profissionalismo hahahaha! É claro que fiquei desesperado, cada artista tem pouco tempo para ensaiar, o Mingau sumiu, foi consertar o carro, não tive dúvidas, peguei o baixo dele, liguei e mandamos bala, atrasos a parte, o Thayde foi o último a chegar e o ensaio ainda teve um convidado VIP, Kid Vinil! Ficou duca!!

Rolou uma super energia e também expectativa de nos apresentarmos ao vivo numa data tão especial e num local mais paulistano, impossível. Espero vocês na terça!

Aniversário de 457 anos da cidade de São Paulo
Informações pela Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Cultura

No aniversário da cidade de São Paulo, o tradicional show de aniversário acontece no centro da cidade, próximo das avenidas Ipiranga e São João, imortalizadas na canção “Sampa” de Caetano Veloso, uma das que integram o repertório da apresentação.

Nesta edição, a Secretaria Municipal de Cultura se une à Motorola no show “SP ao Cubo – 457 anos de São Paulo”, que traz artistas paulistanos de nascimento e de honra homenageando a cidade com um repertório tipicamente paulistano. Além de “Sampa” (Caetano Veloso), que será interpretada por Maria Gadú, o repertório conta com canções como “Ronda” (Paulo Vanzolini), por Paulo Miklos, “Punk da periferia” (Gilberto Gil), por Paulo Ricardo e “Envelheço na cidade” (Ira!), que será cantada pela cantora Mallu Magalhães.

Sobem ao palco Rappin’ Hood, Tony Campello, Maurício Pereira, Banda Isca, Cine, Renato Teixeira, entre muitos outros, que interpretarão músicas de nomes como Tom Zé, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Originais do Samba, Itamar Assumpção, Adoniran Barbosa e muito mais. O arranjo das canções é assinado pelo instrumentista Bocato. A Orquestra Sinfônica Municipal irá acompanhar algumas canções juntamente com uma banda de base que conta com Japinha (CPM 22) na bateria, Mingau (Ultraje) no baixo, Andreas Kisser (Sepultura) na guitarra e André Christovam na guitarra – montada especialmente para a ocasião.

O evento oferecerá, ainda, aos habitantes e admiradores da maior cidade do País a oportunidade de homenagear São Paulo por meio de uma intervenção urbana interativa, realizada pela agência paulistana LED: um cubo multimídia de 7 metros, onde serão postados imagens, mensagens e músicas.

As imagens projetadas no imenso cubo, feito de LEDs de última geração, poderão ter diversos formatos, como fotos, ilustrações, vídeos e frases. Qualquer pessoa poderá enviar suas criações para o site www.spaocubo.com.br. As frases serão postadas diretamente no Twitter, acompanhadas da hashtag #spaocubo. O conteúdo será selecionado pela curadoria do evento, publicado no site e depois exibido no cubo, com o crédito aos autores.

Serviço:
Quando: 25 de janeiro de 2011
Onde: Avenida Ipiranga, próximo à Praça da República.
Horário: a partir das 19 horas
Entrada gratuita

Léo Cavalcanti no Estúdio Showlivre

Atração do Estúdio Showlivre nesta quinta-feira, 20/jan, o cantor Léo Cavalcanti acaba de lançar seu disco de estréia Religar.
Aclamado pela crítica e dono de um show cheio de elogios, o jovem intérprete e músico vai mostrar as músicas do seu debut ao vivo a partir das 15h.

Citado com entusiasmo por artistas como Fernanda Takai, Adriana Calcanhotto, Arnaldo Antunes e Chico César como um grande talento da nova música brasileira, Leo Cavalcanti impressiona tanto pela forte originalidade de suas músicas, quanto por sua performance vibrante e potencial como cantor. Sua música tem sabor único, que une qualidades opostas: intenso e suave, delicado e forte, dançante e contemplativo.

Influenciado por um leque variado de estilos que inclui música árabe, flamenco, soul, blues e música brasileira em geral, Leo produz um som bem pop, brasileiro, cosmopolita e contemporâneo. Alaúdes, castanholas, música oriental, djambes, flamenco, violinos, trompetes, música norte-americana, estalos, afoxés, bandolins, cellos, programações eletrônicas estão em plena harmonia com a banda e cada palavra cantada por Leo.

Leo é acompanhado por uma banda formada por Guilherme Held (guitarra), Marcelo Dworecki (baixo elétrico), Décio 7 (bateria, percussão e sampler).

Skowa e o SKW Trio no Estúdio Showlivre

A atração do Estúdio Showlivre do dia 20/jan, quinta-feira, a partir das 15h é o SKW Trio, liderado pelo multiinstrumentista Skowa.

Misturando latinidade, soul, rock setentista, hip hop e muito mais, o trio vai apresentar suingue e melodias ao vivo no showlivre.com

SKW Trio

Perfil:
SKW Trio é uma célula experimental do trabalho do músico e produtor Skowa, integrante desde 2002 do Trio Mocotó, expoente do samba rock.

O grupo foi criado por Skowa para dar continuidade ao que ele fez com o grupo Sossega Leão nos anos 80, onde pesquisava ritmos afro cubanos e a influencia desta sonoridade na musica brasileira.
A formação de Trio proporciona uma sintonia com o trabalho dos compositores, canções, com foco na melodia e a sonoridade crua dos Powers trios dos anos 70.

Fazem parte do trio ainda Carlão Strobing, baixista que foi do Grêmio Recreativo e participou de diversas bandas nos anos 80 e Marinho Lemes, baterista que também já trabalhou com vários artistas do mais diferentes estilos.

Amy Winehouse e o verão da alma

Amy Winehouse no Summer Soul Festival. Foto: Mondo Entretenimento.

O show de Amy Winehouse em São Paulo, no Summer Soul Festival, passou. Ficam alguns pensamentos com ele, a começar pelo nome do festival. Embora seja impossível andar mais de uma quadra neste país sem se deparar com alguma palavra em inglês, seria de bom tom abrasileirar um pouco esses nomes, não? Vários festivais têm recebido nomes anglosaxonizados e não sei se existe alguma razão plausível para tanto.

No modesto olhar deste que escreve, o show da cantora inglesa tinha, desde seu anúncio, algumas expectativas óbvias – pontos previsíveis para quem vinha acompanhando um pouco da carreira de Amy. Entretanto, como o acaso costuma arquitetar, muito de imprevisível também se deu no último sábado, 15 de janeiro. Comecemos pelo que já se esperava.

A ausência de sobriedade. Infelizmente, em detrimento da música que Mrs. Winehouse produz (ou produzia), essa é a grande pauta sobre ela. Também colaborou com isso a atuação da mídia nacional, que pareceu se importar muito mais com os potenciais escândalos do que com o que a obra tinha a oferecer. Logo, acredito que todos os presentes não esperavam um desempenho impecável, voz brilhante, sintonia plena com a banda. Quem estava lá sabia quem estava assistindo. A dúvida era o quão fundo a embriaguez iria.

Também já se esperava que o show não funcionasse propriamente para um público de 30 mil pessoas. A música é soul, as letras são reflexivas. As nuances e as sutilezas da música precisam ser ouvidas de perto. Ou melhor, poderia funcionar. Mas o ambiente colaborava muito para que isso não acontecesse. Na opinião deste que escreve, proximidade, cadeiras e uma dose de whisky melhorariam a equação.

Porém, Amy é notória, milhares querem vê-la e, para o bem de seus bolsos, ela enche um estádio. O que leva a outro fato já esperado. Grande parte da audiência do show parecia ter sido levada até lá pela evidência da personagem pública, muito mais do que pela arte propriamente dita. E isso não seria um problema, não fossem as vozes paralelas que enublavam a voz já dificilmente audível da cantora. Aliás, fica a dúvida se as falhas da primeira meia hora vinham de problemas técnicos ou das cordas vocais de Amy.

Houve também muito de inesperado, ao menos na experiência deste narrador. Para começar, a falta de chuvas, nesta cidade que tem lidado com torrentes ininterruptas. Sim, a previsão do tempo disse que não iria chover, mas, sim, ela erra. Poderia ter dado um tom poético ao evento, porém, já que não rolou, bem melhor.

Outro ponto inesperado foi a lacuna de algo como um “começo, meio e fim” para o show, como bem apontou minha ótima companhia no evento. Concertos costumam ter uma cadência comum, com altos e baixos sucessivos, movimento contraposto com baladas. O conjunto seguido de músicas lentas pode ter auxiliado o que a crítica viu como um “show arrastado”. Talvez um clima intimista, como dito, colaborasse.

Instituto no Summer Soul Festival. Foto: Mondo Entretenimento.

Embora as outras atrações do festival tenham desempenhado bem sua parte, na avaliação deste testemunho pessoal, quem brilhou de fato foi o Instituto e seus convidados. A excelência do grupo já era conhecida, mas a força com que levaram o enorme público foi inspiradora.

Por fim, foi um show que também atraiu pessoas bacanas, e encontrar gente amiga, alguns inesperadamente, deu um sabor muito bom ao evento. Fica a esperança de que Amy Winehouse mire a recuperação de vida de um Johnny Cash e ultrapasse os 27 anos, a tal idade fatídica em que morreram Cobain, Hendrix, Morrison e Joplin. A música agradece e, acredito, ainda tem muito mais a agradecer.

Lenda do soul em apresentação gratuita

Um nomes mais consagrados da soul music brasileira, o cantor Hyldon vai comemorar os 35 anos do lançamento do disco “Na Rua, na Chuva, na Fazenda” e ainda homenageia os 459 anos  do bairro de Santo Amaro, no próximo sábado, 15 de janeiro, às 20h.

Acompanhado pelos músicos Guinho Tavares (guitarra solo e voz), Alex Malheiros (baixo), Cassius Theperson (bateria), o artista apresentará os principais hits de sua carreira, agora registrados em seu novo CD e primeiro DVD, que contaram com participações de Zeca Baleiro, MC Catra, Michael Sullivan e MC Marechal.

Além do clássico “Na rua, na chuva, na fazenda”, que ficou conhecido também na interpretação do Kid Abelha, o repertório do show inclui grandes composições como “Na sombra de uma árvore”, “As dores do mundo” e I don`t know what to do with” (parceria de Hyldon e Tim Maia), entre vários outros sucessos.

Em parceria com o SESC-Santo Amaro, o Mais Shopping Largo 13 comemora o aniversário do bairro de Santo Amaro com este show especial do compositor, intérprete e guitarrista Hyldon, numa apresentação cheia de suingue e melodia.

Serviço:
Hyldon no Mais Shopping Largo 13
Sábado, 15 de Janeiro, às 20h, entrada gratuita
R.Amador Bueno, 229 – Santo Amaro – SP
www.MaisShoppingLargo13.com.br
tel: (11) 5546-3000

Batom na Cueca no Estúdio Showlivre

A atração do Estúdio Showlivre,  terça-feira 11 de janeiro, é o pessoal do Batom na Cueca. Lembrando, ao vivo, a partir das 15h.

Saiba mais sobre  a banda:
A banda Batom na Cueca já tem 14 anos de estrada e com suas músicas ficaram famosos por agitar as maiores micaretas do país.  A turnê do DVD “Fazendo Farra”, agora apresenta a banda com uma nova formação:– Mamê, Maroca, Darlan e Adib.
Batom na Cueca surgiu no ano de 1996 na cidade de Brasília (DF). Com os resultados conseguidos no início da carreira, faz com que os músicos, no ano de 2000, tomem a decisão de deixar Brasília, empregos e o conforto da casa dos pais para seguir a carreira artística em São Paulo.
Reconhecida pelo repertório animado, a banda faz parte da nova geração do axé music. Batom na Cueca foi o primeiro grupo de axé music, formado fora do mercado baiano, a puxar um bloco oficial no Circuito Barra/ Ondina. Com cinco CDs gravados, os músicos de Brasília passam a elaborar o primeiro DVD da carreira em 2007, “Fazendo Farra – Ao Vivo”, lançado em julho de 2008.