Os 12 Clipes de Tranchã

Vinicius Calderoni, que escalou 12 cineastas para um projeto conjunto

As canções do disco de estreia do cantor e compositor Vinicius Calderoni, atração do Estúdio Showlivre do dia 16 de março, às 16h, servem de matéria prima para um grande projeto audiovisual: Os 12 Clipes de Tranchã.

O artista convidou uma série de realizadores que produziram videoclipes das músicas do álbum lançado em 2007. Cineasta de formação, o próprio Calderoni foi o diretor de “Nenhum Suingue”. “”Nenhum Suingue” reúne uma porção de procedimentos e interesses meus recorrentes: a desmistificação da imagem como verdade absoluta (seja a imagem audiovisual, ou a imagem de uma pessoa pública); um gosto pela metalinguagem e uma obsessão por planos sequências; a construção de uma narrativa com arco circular e o uso do humor; e, por fim, um desejo de propor e romper convenções narrativas, sem muita cerimônia. Mais importante do que o que penso, é o que você pensará ao assistir a esse clipe”, diz ele.

Nomes como Suza, Camila Gutierrez, Daniel Tonacci, Adams Carvalho, Rafael Gomes, entre outros, estão no projeto. Confira o trabalho conjunto de Calderoni e dos cineastas envolvidos no projeto prepare-se para o Estúdio Showivre com o artista:

Senhoras e senhores, o jovem Leonard Cohen

O influente cantor, poeta, escritor e compositor Leonard Cohen

Há um documentário raro sobre o cantor, poeta, escritor e compositor canadense Leonard Cohen disponível na rede. Trata-se de Ladies and Gentlemen… Mr. Leonard Cohen, de 1965. Espécie de Bob Dylan de Montreal, o artista é influência direta de muita gente boa por aí. De R.E.M. e Sisters of Mercy – que tirou o nome da banda de uma das músicas de Cohen – a Nick Cave, Cat Power e Rufus Wainwright, passando por U2 e Echo & the Bunnymen. Confira no Eu, ela, o cão e o affair redivivo.

Carnaval, Grito Rock, independência e formação do público: por um mercado independente

O carnaval começa hoje, e hoje já dormi irritado com um vizinho da rua de baixo, que ouviu samba a noite toda. Não tem jeito: quem mora no Brasil tem de aceitar que é quase impossível fugir de carnaval e futebol. Gostemos ou não, temos de entender que essas são duas de nossas maiores manifestações culturais. Aliás, já me meti aqui – apesar de essa não ser a minha especialidade – a analisar o samba-enredo “Vai Passar”, de Chico Buarque. Também já usei o carnaval pra pensar um pouco a respeito de canções de 365 e de Visitantes. Tentativa de relacionar a maior festa popular do Brasil – que, em boa medida, já está pasteurizada pelas transmissões de tv – com o melhor da MPB e do rock paulistano.

O artista independente continua sendo aquele que não aguarda as oportunidades e acumula as funções técnica e artística – gozando de total liberdade de criação. Por outro lado, as possibilidades infinitas de gravação que o desenvolvimento tecnológico trouxe nas últimas duas décadas talvez tenham gerado uma oferta excessiva – para usar um termo mercadológico – de produções artísticas, o que resulta em concorrência violenta.

Eis dois trechos do post “Carnaval, Grito Rock, independência e formação do público: por um mercado independente”, escrito por Carlos Rogério e publicado no blog da Identidade Musical. Confira a integra.

Rodrigo, do Dead Fish, fala ao Rock Pará


Se cairmos de novo nas mãos dos tucanos estamos fritos. O Governo Lula foi um governo bastante populista também, mas ele fez mais pra maioria do que todos os presidentes anteriores, até mais do que o Getúlio Vargas. Isso não quer dizer que eu ache tudo maravilhoso, longe disso. Ainda tem muita coisa pra ser feita nos próximos 100 anos, principalmente na área de educação/saúde e cultura. Não basta ser um país rico, temos que nos tornar civilizados. E ficar se embasando só em eleições também pode ser uma forma muito lenta de as coisas mudarem.

É o que diz Rodrigo, vocalista do Dead Fish, em entrevista a Sidney Filho no blog Rock Pará. Leia

Assista à entrevista com Rodrigo e Philipe gravada em 2009