Contrate os Rolling Stones para a festa do seu casamento

Integrantes dos Rolling Stones em 1965

Os Rolling Stones têm histórias incríveis. São décadas de aventuras inenarráveis, drogas, brigas internas, discos ótimos, discos nem tanto, altas somas de dinheiro e tudo mais relacionado ao imaginário de um mito vivo da cultura pop. Nós aqui na redação acabamos de ler o resultado de uma pesquisa bastante curiosa publicada pela BBC Brasil. Dá-lhe Stones.

Rolling Stones é a banda mais cara de casamento, diz pesquisa

BBC Brasil

Uma pesquisa de um canal de televisão britânico sugere que para contratar um show particular dos Rolling Stones os interessados teriam que desembolsar 5 milhões de libras (cerca de R$ 15 milhões).

O canal Living TV apontou a banda como a “mais cara banda de casamento do mundo” em uma pesquisa para saber quais seriam os artistas mais caros para uma apresentação particular em uma festa de casamento.

Os Stones ficaram à frente de nomes com Elton John, Paul McCartney, Amy Winehouse e Rod Stewart. A pesquisa descobriu que a cantora Amy Winehouse, por exemplo, cobraria 1 milhão de libras (cerca de R$ 3 milhões) para uma apresentação privada.

A banda dos anos 80 Duran Duran ainda está bem cotada para shows particulares: uma apresentação deles em um casamento não sairia por menos de 500 mil libras (cerca de R$ 1,5 milhão) de acordo com a pesquisa.

Já outra estrela dos anos 80, o cantor Rick Astley –que despontou com a música “Never Gonna Give You Up”– sairia a um preço bem mais acessível, 25 mil libras (cerca de R$ 75 mil).

Se os noivos quiserem um tom mais moderno na festa de casamento, também poderiam contratar as cantoras Lady Gaga ou Katy Perry, que estariam disponíveis por 60 mil libras (cerca de R$ 180 mil).

A pesquisa do canal Living TV, feita para um programa sobre casamentos, usou informações de agentes, contadores e jornalistas de celebridades e contou com a ajuda de um analista financeiro.

E já que o assunto é Stones, revejam o especial sobre a banda produzido pelo Showlivre.com em 2006




Documentário da BBC retrata o Mangue Bit (Beat)

O saudoso cantor e compositor Chico Science

No blog Interdependente, Ad Luna avisa que os dois primeiros capítulos de Brasil, Brasil – A Tale of Four Cities, documentário produzido pela BBC, retratam a tão discutida e pouquíssima entendida “movimentação” Manguebit, como se refere Lenine à sacudida cultural que caras como Chico Sciense, Fred04, Dj Dolores, Mabuse e outros mais deram na querida, sofrida e ainda desencontrada “Hellcife” nos anos 1990.

Rubens Matuck, MZK e Nove em exposição na Choque Cultural em SP

O artista-plástico Maurício Kuhlman aka MZK. Foto: +Soma

Entre 5 e 30 de setembro, a Galeria Choque Cultural apresenta três gerações de pintores, um em cada andar da casa, formando um conjunto de exposições individuais: Rubens Matuck, MZK e Nove.

A intenção dos sócios Baixo Ribeiro, Eduardo Saretta e Mariana Martins é sugerir uma discussão sobre processos criativos, técnicas de pintura, suportes e, claro, sobre as semelhanças entre trabalhos de artistas de idades tão diferentes.

Segundo o trio de proprietários, a escolha dos três artistas não foi aleatória. “Ela pretende reforçar a linha curatorial da galeria, que é a de promover encontros supostamente incompatíveis e gerar energias inspiradoras por meio desses choques culturais”, comenta Baixo Ribeiro.

A Choque Cultural tem como principal característica proporcionar esse tipo de intercâmbio tanto entre os artistas de seu casting, quanto com expoentes de outros segmentos, além de experimentar o contato com artistas de outros países e culturas. Na prática, o público pode observar essas iniciativas nas exposições recentes em que a galeria trouxe o inglês Pure Evil, os argentinos do DOMA, FASE, Buenos Aires Stencil e Run Don´t Walk e, por último, a norte-americana Tara McPherson.

Conheça os artistas

Rubens Matuck, 57 anos, apresenta pinturas a óleo e folha de ouro sobre pedaços de madeira de lei, encontrados no lixo urbano. Matuck, artista de reconhecida importância no cenário contemporâneo, tem uma alma pop criada com muita erudição.
Ele é pesquisador compulsivo e sabe tudo sobre madeira, sobre pintura Tao, quadrinhos, caligrafia árabe e infindáveis assuntos que formam seu caldeirão cultural. Sua obra é densa conceitualmente, sem ser enfadonha.

Maurício Kuhlman aka MZK (http://www.choquecultural.com.br/?area=bio&aid=14), 40 anos, mostra sua pintura sintética sobre vários suportes, entre esculturas, telas, objetos e na própria parede. MZK é um ícone da cultura pop surgida antes da internet.
Fortemente influenciado pela cultura pop que existia antes do punk, MZK incorpora muito bem a linguagem dos quadrinhos, do design gráfico e da música em sua obra.

Nove (http://www.flickr.com/photos/digitalorganico), 26 anos, estréia na Choque Cultural, com uma exposição de pinturas feitas em acrílica e spray sobre paredes, telas e restos de móveis de madeira encontrados na rua.
É um artista da nova geração que está recuperando o gosto pelo apuro técnico, pela práxis das artes plásticas. Nove mostra muito vigor na pesquisa e experimentação de suportes e explora bem a tensão entre a sua estética delicada colocada sobre superfícies rudes.

Rubens Matuck, MZK e Nove
De 5 a 30 de setembro de 2009
Galeria Choque Cultural
Rua João Moura, 997, Pinheiros, São Paulo
Telefone: (11) 3061-4051
www.choquecultural.com.br
galeria@choquecultural.com.br
Terça-feira a sábado, das 12h às 19h
Grátis/ Livre

Sidney Filho entrevista Vitão Bonesso

Vitão Bonesso: mais de 20 anos de “Backstage”

Sidney Filho entrevista o jornalista e radialista Vitão Bonesso. Uma das autoridades brasileiras quando o assunto é música pesada ao redor do mundo, Bonesso é apresentador do tradicional programa “Backstage”, transmitido pela Kiss FM (www.kissfm.com.br), todos os domingos das 22 à meia noite e também 24 horas no site www.radiobackstage.com. Leia no blog Rock Pará.

O Tempo marca os Móveis Coloniais de Acaju (Parte I: a fratura afetiva e a chave que não funciona mais)


Lembro-me exatamente do momento em que virei fã dos Móveis Coloniais de Acaju: foi no instante exato da audição de “Aluga-se-vende”, cuja letra e sonoridade me impressionaram demais:

“Aluga-se-vende”, desde o título, remete ao final das relações – e a dimensão material, leia-se financeira, que esse evento traumático acaba ganhando. Trata-se de tema, de certa forma, novo. Que o leitor não me entenda mal: términos de namoros e casamentos talvez sejam o assunto mais antigo das canções; o fato de as pessoas tentarem compensar essa fratura afetiva com o suposto remédio (que é, também e principalmente, veneno) do dinheiro e das brigas judiciais é que talvez seja novidade.

Leia a íntegra do texto de Carlos Rogério no Blog da Identidade Musical.