Madonna e Guy Ritchie vão a leilão

O aclamado pintor escocês Peter Howson retratou uma Madonna nua deitada ao lado de seu ex-marido Guy Ritchie, que toca uma de suas coxas.

A pintura a óleo foi feita em 2005 e irá a leilão em Glasgow, na Escócia, na próxima quarta-feira, 27. Segundo a agência EFE, espera-se que a obra seja vendida por 22 mil libras (25.080 euros).

A obra foi concluída em 2005, e Brian Clements, o diretor da casa de leilões McTear’s, reconhece que depois da separação do casal, o quadro gerou maior interesse.

A imagem vai abaixo. E definitivamente, Madonna e Guy Ritchie são bem melhores pessoalmente, não acha?

Documentário sobre Ozzy Osbourne sai em 2010 (reflexões sobre o rock brasileiro e o estrangeiro)

Ozzy Osbourne: o príncipe das trevas

Por que o título deste texto aponta para o documentário sobre Ozzy Osbourne? Primeiramente porque, apesar de já termos um rock todo nosso, bem diferente do americano ou do inglês, que teoricamente seriam as referências primordiais, não precisamos deixar de ouvir as coisas boas que vêm de fora. Ozzy é uma delas. (…) O segundo motivo para chamar a atenção para o Ozzy é a notícia que li no Portal Rock Press: “Foi divulgado o trailer de Wreckage of My Past, documentário sobre Ozzy Osbourne produzido por Jack, filho do músico. (…) A previsão é de que filme chegue às telas em 2010. (…) Em 2008, Jack declarou que pretende “limpar” a imagem deixada por Ozzy na série The Osbournes. Além de apresentar a fase negativa do cantor, o documentário trará uma visão otimista do futuro do “príncipe das trevas””. “Limpar” a imagem de Ozzy? Acho difícil. Depois que submeteu a própria vida familiar à exposição total, num reality show, Ozzy caiu na vala comum das celebridades (decadentes, na minha opinião). O suposto “príncipe das trevas” tornou-se uma caricatura do que era, cheio de sensualidade, agudos e drogas. Hoje, sua figura mais deprime do que inspira.

Leia a integra do texto no blog da Identidade Musical.

Vai uma corzinha aí?

Enquanto os gringos lá no hemisfério norte se preparam para a estação mais aguardada do ano, o verão, nós aqui embaixo já começamos a tirar o nosso cashmere do guarda-roupas. Então nós resolvemos trazer um pouco de calor para este blog com imagens de astros da música bem a vontade tomando sol. As fotos foram publicadas pela revista norte-americana Rolling Stone e nós selecionamos algumas:


Os Beatles em Miami, 1964


Os Beastie Boys em Coney Island, 1985


O príncipe das trevas Ozzy Osbourne na piscina em 1985


Os Jackson 5 quando Michael ainda tomava sol, 1971


Robert Plant e o roadie do Led Zeppelin, Richard Cole, surfando em Honolulu em 1969


Mick Jagger em 1964, curtindo o sol da Flórida


Os Beach Boys na Califórnia, 1966


Elvis Presley no filme Blue Hawaii, em 1961.


Eddie Vedder, do Pearl Jam, no Havaí

E aí, esquentou?

Liam Gallagher é modelo e designer

Mais um astro pop se rende ao apelo fashion. A grife da vez é Pretty Green e seu dono é Liam Gallagher. O vocalista do Oasis também atua como designer da marca cuja primeira coleção ainda não foi lançada.

Obviamente, Liam é o modelo da primeira campanha da Pretty Green. Enquanto as peças ainda não foram reveladas pelo site oficial da marca, Liam divulgou algumas imagens de making of das fotos realizadas em Brighton, cidade na costa sul da Inglaterra. Ele foi clicado numa moto e descreveu a situação em seu Twitter: “Fotografando para o lançamento da Pretty Green, com as bolas congelando…”

“Estou fazendo isso porque gosto de roupas”, explica o cantor em vídeo no site oficial da Pretty Green.

Na próxima segunda-feira, 25 a coleção estará disponível no site da grife e a partir de 1 de junho as peças estarão disponíveis para venda on-line. A entrega, avisa, será mundial.

As fotos são de www.prettygreen.com

Tremendão na Trip

Erasmo Carlos em uma das fotos publicadas pelas Páginas Negras da Trip

A entrevista com o cantor e compositor Erasmo Carlos (segundo o próprio, o roqueiro engraçado), assinada pelos jornalistas Ronaldo Bressane e Nina Lemos, publicada na nas Páginas Negras da edição mais recente da revista Trip é algo realmente imperdível. Corram lá.

Os parceiros do blog da Identidade Musical também adoraram.

15 anos sem Sérgio Sampaio

Há 15 anos o Brasil perdia um de seus mais geniais artistas. Geniais e maltratados pelas circunstâncias: o cantor e compositor Sérgio Sampaio, natural de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo, que nasceu em 13 de abril de 1947 e morreu no Rio de Janeiro em 15 de maio de 1994. Sampaio, atirado em vida na vala comum dos malditos, gravou Eu Quero É Botar Meu Bloco na Rua (1973), Tem que Acontecer (1976), Sinceramente (1982) e Cruel, lançamento póstumo de 2006. Nós da redação do Showlivre.com celebramos a memória deste incrível artista.

Visitem o MySpace dedicado ao autor.

Nasi e a “Música Urbana”, da Legião Urbana (sobre autores e intérpretes)

O cantor Nasi no Estúdio Showlivre

Nasi, ex-vocalista do Ira, passou por apertos de ordem pessoal e profissional nos anos anteriores. Mas não custa insistir: o que menos nos interessa aqui na Identidade Musical é a vida particular dos músicos. Analisamos a obra – e a de Nasi tem estado mais fértil do que nunca. Assista abaixo ao vídeo da interpretação que ele deu à “Música Urbana”, de Renato Russo, no Estúdio Showlivre.

É desnecessário dizer que o ponto de partida para a obra de um grande intérprete é a escolha acertada do repertório. “Música Urbana”, de Renato Russo, por si só, é uma composição especial: de certa forma, compõe, com a outra “Música Urbana”, consagrada na gravação do primeiro disco do Capital Inicial, uma leitura do sempre saudoso vocalista da Legião Urbana a respeito da vida moderna nas cidades.

Leia mais no blog Identidade Musical.

Madame Saatan e Banda Calypso no Altas Horas

Madame Saatan

Banda Calypso

A aparição na Globo do Madame Saatan, ao lado da Banda Calypso (ambos foram atrações do Altas Horas), representa, na minha leitura, o reconhecimento de que os independentes estão anos-luz à frente dos tradicionais canais de veiculação da indústria cultural. Chimbinha, de certo modo, reinventou o negócio da música no Brasil.

É o que diz o professor de literatura Rogério Duarte no blog da Identidade Musical. Leiam.

O show do Camisa de Vênus na Virada Cultural: o Brasil no moto-perpétuo (ou a Panela do Diabo)

“Não é de hoje que Marcelo Nova é o Boca-do-Inferno do rock brasileiro (leia aqui outro texto a respeito do Camisa de Vênus, na Métrica do Grito). Para a multidão de fãs que estava na Praça da República no último sábado, à meia-noite – verdadeira Panela do Diabo – é lamentável o fato de o Camisa de Vênus não voltar definitivamente a produzir e cair na estrada com frequência; se pararmos para pensar, contudo, concluiremos que talvez seja melhor assim: todo o frescor das críticas que Nova e sua banda exalam por todos os poros poderia se perder, se o Camisa de Vênus mergulhasse num projeto de mero revival dos anos oitenta. Não foi revival o que se viu no sábado. O Camisa inovou, como sempre faz ao vivo, e – ao contrário do que aconteceu nos últimos anos com muitas bandas – entrou no palco sem repetir minuciosa e maquinalmente os arranjos do passado.”

É o que nos conta o professor de literatura Rogério Duarte no blog da Identidade Musical. Leiam.