Veja o ‘making of’ do disco dos Amanticadas

“Não fazer a coisa fácil, né?”

Os Amanticidas já nasceram e vão crescendo. O grupo paulistano lançou o seu primeiro disco em 2016 e tem se provado uma das revelações da cena independente. O documentário que acabam de lançar, um “making of” de seu primeiro disco, é um testamento disso. No vídeo eles recebem elogios desenfreados de ninguém menos que o pessoal da Isca de Polícia, banda mais conhecida por acompanhar o músico vanguardista Itamar Assumpção. Veja o “making of” da banda abaixo.

Falando em Isca de Polícia, a lendária banda fez um show há pouco tempo no centro cultural rio verde e o showlivre.com estava lá para registrar tudo. Confira abaixo também.

Confira uma versão brasileira do tema de Game of Thrones

O SAMBach é um projeto cujo o nome já diz tudo que você precisa saber. Eles unem dentro da mesma banda o eruditismo de um Bach com a batida do samba. Ou seja, é uma união da música popular com a música clássica. Coisa que eles conseguem fazer com apenas quatro músicos no palco. Quando o SAMBach passou por nossos estúdios, ele tocaram aqui uma versão para o tema principal de Game of Thrones, com direito a pandeiro. No caso, o SAMBach utiliza o violoncelo para fazer a melodia. Curiosamente, na série, o violoncelo costuma ser utilizado para representar a casa Stark. Ouça a apresentação no showlivre.com

Confira os vencedores da 28ª edição do Prêmio da Música Brasileira

Às vezes premiações podem parecer injustas. Você veja, o sonho de todo diretor de cinema é que seu filme ganhe um Oscar, é óbvio. Especialmente se esse diretor estiver começando. Isso porque, caso você ganhe um Oscar, fica bem mais fácil de conseguir que qualquer projeto subsequente seja aprovado. Ao mesmo tempo, o prêmio é dado com frequência a diretores mais experientes, que já conseguem aprovar o roteiro que for. Afinal, uma premiação não é um ato de caridade, é uma competição, supostamente meritocrática.

Grosso modo, há dois tipos de premiações mais comuns. A premiação que é decidida na base do voto popular e a premiação que é decidida por um comitê especializado. O Oscar, seguindo com o exemplo, é decidido por um grupo especializado. No caso, a “Academia”, que é formada por diversos membros do ramo. O que pode ser visto como injustiça também. Afinal, por que não dar o prêmio de melhor filme ao Homem Aranha, se foi o que mais vendeu no ano? Por que o critério não é esse? Por que aceitamos que um filme melhor seja um filme menos visto? Afinal, o preço da entrada era o mesmo. Por que não davam Grammy’s para a Britney Spears?

Não tem jeito, em todo lugar do mundo, no ramo que for, há tratamento preferencial. No Prêmio da Música Brasileira esse ano teve o que eu chamaria de “mais do mesmo”. Isso é, entre os ganhadores houveram nomes canônicos do nível de Maria Bethânia, Zeca Pagodinho, Tom Zé e por assim vai… Não é por ser “mais do mesmo” que isso signifique que a premiação errou. Claro que não. Quem vai dizer, por exemplo, que Maria Bethânia não merece um prêmio de melhor cantora de MPB. As contemporâneas que me desculpem, mas competição é dura. Pense Roger Federer, ainda ganhando Wimbledon aos 35 anos. Só que Bethânia tem 71. Isso porque a música é muito mais generosa com o tempo do que o esporte. Mas a comparação ainda vale. São veteranos ímpares cuja relevância permanece apesar do peso da idade. Em outras palavras, não é que esse “mais do mesmo” seja errado, muito pelo contrário, é indicativo de uma coerência da parte da crítica. O que é mais legal é quando há uma quebra com os “nomes de sempre”, e algo de novo leva o prêmio.

Aqui, no showlivre.com, muitas vezes temos o privilégio de capturar artistas cuja carreira depois estoura a nível nacional. Nesse ano, no Prêmio Da Música Brasileira, alguns dos ganhadores são artistas que passaram por nossos estúdios. São artistas que, a crítica que o diga, vale a pena ouvir. Confira abaixo a lista completa dos vencedores do prêmio e os programas do Estúdio Showlivre de quem levou o troféu pra casa.

MPB

Álbum: “The bridge” (Lenine e Martin Fondse Orchestra)
Cantor: Lenine (“The bridge”)
Cantora: Maria Bethânia (“Abraçar e agradecer”)
Grupo: MPB4 (“O sonho, a vida, a roda viva!”)
MELHOR CANÇÃO: “Descaração familiar” (Tom Zé)
REVELAÇÃO: BaianaSystem (“Duas cidades”)

CANÇÃO POPULAR

Álbum:”Elza canta e chora Lupi” (Elza Soares)
Dupla: Zezé di Camargo e Luciano (“Dois tempos”)
Grupo: Saulo Duarte e a Unidade (“Cine ruptura”)
Cantora: Ivete Sangalo (“Acústico em Trancoso”)
Cantor: Odair José (“Gatos e ratos”)


 

POP/ ROCK/ REGGAE/ HIP-HOP/ FUNK

Álbum: “Canções eróticas de ninar” (Tom Zé)
Grupo: BaianaSystem (“Duas cidades”)
Cantora: Maria Gadú (“Guelã ao vivo”)
Cantor: Rael (“Coisas do meu imaginário”)

SAMBA

Álbum: “Samba original” (Pedro Miranda)
Cantora: Roberta Sá (“Delírio no Circo”)
Cantor: Zeca Pagodinho (“O quintal do Pagodinho: Ao vivo – Vol. 3”)
Grupo: Casuarina (“7”)

REGIONAL

Álbum: “Cabaça d’água” (Alberto Salgado)
Grupo: Grupo Rodeio (“Trilhando o Rio Grande”)
Dupla: Zé Mulato e Cassiano (“Bem-humorados”)
Cantor: Alceu Valença (“Vivo! Revivo!”)
Cantora: Ana Paula da Silva (“Raiz forte”)

INSTRUMENTAL

Álbum: “A saga da travessia” (Letiers Leite e Orkestra Rumpilezz”)
Solista: Toninho Ferragutti
Grupo: Letiers Leite e Orkestra Rumpilezz (“A saga da travessia”)
Arranjador: Letieres Leite (por “A saga da travessia, de Letieres Leite e Orkestra Rumpilezz”)
Projeto visual: Giovanni Bianco (por “Amor geral”, de Fernanda Abreu)

CATEGORIAS ESPECIAIS

Álbum eletrônico: “Craca, Dani Nega e o dispositivo tralha” (Craca e Dani Nega)
Álbum infantil: “Os saltimbancos sinfônico” (Orquestra Petrobras Sinfônica)
Álbum em língua estrangeira: “Yentl em concerto” (Alessandra Maestrini)
Álbum erudito: “Ernesto Nazareth integral” (Maria Teresa Madeira)
Álbum projeto especial: “Delírio de um romance a céu aberto” (Zé Manoel)
Melhor DVD: “Rainha dos raios ao vivo” (Alice Caymmi)

Banda folk rock Vanguart toca em São Paulo

A primeira vez que eu ouvi falar no Vanguart foi em um programa da MTV em que uma série de bandas independentes eram acompanhadas em uma turnê pelo Brasil. O que me impressionou logo de cara na banda era uma óbvia referência a Bob Dylan, coisa que não é fácil de se fazer sem parecer uma imitação. Com Vanguart não parecia. Eles me soavam novo, ainda que com a influência bastante aparente.

Por um tempo acompanhei a banda online e cheguei a ir a alguns shows. As referências deles continuavam a me impressionar. Lembro por exemplo de ouvir-los cantar “Femme Fatal” do Velvet Underground em um show. Gostei da versão cantada por uma voz masculina, diferentemente da original que era cantada pela inesquecível Nico. Depois de algum tempo sem ouvir muito deles, mais por culpa minha do que da banda, eu entrei sem saber em um show no Estúdio SP, na rua Augusta. Era uma homenagem aos Beatles, onde a banda tocou pintadas do repertório inteiro da banda, desde “I Wanna Hold Your Hand” a “I Am The Walrus”. Lembro de mais uma vez ficar impressionado com a capacidade deles de emular um som de tão boa qualidade. Eu nem pensava mais em Bob Dylan, meus olhos viam a banda agora simplesmente como bons músicos e intérpretes excelentes.

Mesmo que tudo que escrevi até então seja um elogio, é injusto pensar neles como interpretes apenas. A banda tem compositores ímpares no cenário atual da música brasileira. Depois do shows dos Beatles, eu fui ver-los de novo em outro programa de televisão, não lembro qual. Dessa vez, havia também uma violinista de primeiro grau (Fernanda Kostchak), acompanhando os rapazes maravilhosamente. Logo me veio a imagem de Bob Dylan de novo, mais especificamente em Desire, disco no qual o violino é a chave de todos os arranjos. Embora tenha a ver, ao prestar atenção às letras eu também percebi que, longe de ser um Bob Dylan, o vocalista Hélio Flanders tinha voz própria. Uma voz cujo romantismo era, mais que qualquer coisa, único e brasileiro.

Dia 22 de julho, a banda toca em São Paulo, na casa de shows Estúdio, em São Paulo. Recomendo que vocês confiram para tirar suas próprias conclusões.

Serviço

Show: Vanguart –  “Beijo Estranho”
Dias: 22 de julho (sábado)
Horário: 17h (abertura da casa)
Local: Estúdio (Av. Pedroso de Moraes, 1036 – Pinheiros – São Paulo/SP)

Ingressos:

Pista – R$ 80 (inteira) / R$ 40 (meia–entrada) / R$ 40 (promocional doando 1Kg de alimento não perecível)
Pista Premium – R$ 160 (inteira) / R$ 80 (meia-entrada) / R$ 80 (promocional doando 1kg de alimento não perecível)
Venda online: www.clubedoingresso.com.br/vanguart
Censura Livre

Matanza Fest: festival de rock multigeracional em São Paulo

Nenhum homem é uma ilha. Querendo ou não, somos todos influenciados pelos que vieram antes de nós. Toda tradição tem os alunos e os mestres, até mesmo o rock. Não é uma obrigação de um artista veterano, nem de um contemporâneo, dar o devido crédito aos que fizeram sua cabeça. Os que fazem isso são os que se importam. São os que querem se inserir e ajudar a construir algo que é maior que eles mesmos. Por exemplo, é de se admirar que um artista veterano, que já conquistou seu público, venha a incentivar um artista que está começando. Demonstra que o que move aquele cara é a arte em si e não o seu bolso. Embora o bolso seja um bom incentivador também…

O Matanza é uma banda enorme. Literalmente e figurativamente. Eles estão firmes e fortes, fazendo 20 anos de banda e comemorando com um festival. O festival terá, além do Matanza, os veteranos do Inocentes, os punks do Muzzarelas e os metaleiros do Hatefulmurder. Para você ter uma ideia, o Inocentes tem 36 anos de banda; o Matanza, como disse, tem 20; os Muzzarelas, 26 anos; e os meninos do Hatefulmurder tem apenas nove. Essa mistura multigeracional promete um festival que será, acima de tudo, puro rock. Com essa inciativa, o Matanza dá um belo exemplo de como se fomenta uma cena, com bom gosto e atitude. O festival acontece em São Paulo, no Tropical Butantã, esse sábado das 21hrs a 04hrs.

SERVIÇO:
Dia: Sábado, 22/07/2017
Horário: 21h às 04h
Local: Tropical Butantã
Tel: (11) 3031-0393
Endereço: Avenida Valdemar Ferreira, 93, próximo ao metrô Butantã – São Paulo, SP
Classificação etária: 18 anos

Pontos de venda de ingressos:
Bilheteria do Tropical Butantã – Avenida Valdemar Ferreira, 93
Tel: (11) 3031-0393
Ou através do link:   https://goo.gl/XweKKq

Preços:
2° lote – Inteira: R$ 100,00
2° lote – meia-entrada: R$ 50,00
2° lote – promocional (levando 1 kg de alimento não perecível, exceto sal e açúcar): R$ 50,00
1° lote – Upgrade Open Bar (não dá acesso ao evento e deve ser comprado separadamente do ingresso. O Upgrade inclui acesso aos camarotes e open bar de cerveja Matanza, refrigerante e água: R$ 100,00

Morre o cantor do Linkin Park, Chester Bennington

Segundo o site americano TMZ, o cantor Chester Bennington foi encontrado morto em sua casa na Califórnia. Segundo a polícia, Chester teria cometido suicídio. O cantor, responsável pelo vocal melódico da banda Linkin Park, tinha apenas 41 anos de idade.

A notícia vem apenas dois meses depois da morte de Chris Cornell, vocalista do Soundgarden, que era amigo pessoal de Chester.

O showlivre.com presta homenagem ao cantor com uma versão da música “In The End”, que o Cabana Jack fez quando passou por aqui.

Saiu hoje o novo clipe do rapper Hungria Hip Hop

Rappers também amam. O rap do Hungria Hip Hop é um testamento disso. As letras do cantor, compositor e rapper costumam falar de maneira afetiva sobre amar, sem perder o casco que tem a linguagem das ruas. Hoje ele lançou o clipe da “Coração de Aço”. O rapper já tinha apresentado a música ao vivo no show do Danilo Gentili. Mesmo antes de lançá-la oficialmente, a música logo virou um sucesso na internet. Agora os fãs que ouviram online o áudio não-oficial retirado do programa de humor, vão poder escutar a faixa pra valer.

O rap é um estilo que, ao vivo, transparece muito a personalidade do artista. Para fazer um bom show de rap é preciso atitude mais que qualquer coisa. Isso porque ao vivo não basta tocar a música exatamente como está no disco. O público não deixa, o momento não deixa, a energia de um palco ao vivo é muito diferente do que a energia de um estúdio. Quando o Hungria passou por aqui no showlivre.com, ele mostrou como é fazer rap ao vivo de verdade, com atitude e caráter. Ouça abaixo como foi o show por aqui e veja o novo clipe.

Aliados lançam música otimista nesses tempos difíceis

A banda de rock Aliados acaba de lançar a música “That´s Real”. Apesar do nome, a música é cantada em português. Ela tem uma letra que levanta os espíritos, um solo de guitarra cabuloso e uma melodia cativante. A banda de Santos – (SP) promete uma experiencia memorável, com uma pegada remanescente a do seus famosos conterrâneos do Charlie Brown Jr. Ouça a música nova e a passagem da banda pelo Estúdio Showlivre.

Festival em São Paulo incentiva o músico de rua

Mesmo antes de se existir ruas, quem criava música era o músico de rua. Eu explico. Seja lá qual for sua cultura, antes da indústria fonográfica e seus microfones feitos para encaixotar em um produto, quem criava música era gente na rua. E se não era rua, era grama, era barro, o que for. Era ao ar livre. O blues é um claro exemplo disso. Toda base do que é tido como “Americana” (o cancioneiro tradicional estadunidense) tem as suas bases nos músicos de rua que tocavam blues. A música evoluía e crescia por conta de pessoas que caminhavam pelo continente, com o instrumento debaixo do braço, que traziam o que tinham para oferecer para estranhos de outros terras e, de quebra, aprendiam alguma coisa também.

É difícil imaginar um mundo sem grandes celebridades e estrelas da música. Vivemos em uma sociedade totalmente obcecada com esses conceitos. Em outras épocas, o músico era tido como um artesão como qualquer outro. Privilegiado puramente pela felicidade que sua música trazia, pelo entretenimento tão necessário para a jovialidade da sua comunidade. Famosas eram as músicas. Havia repertórios, compositores, claro, mas as pessoas não viajavam o mundo em turnês escandalosas como um Justin Bieber da vida. A música era fomentada em ambientes locais e se espalhava gradualmente para terras vizinhas. E bota gradual nisso. É por isso que a música da Grécia é tão diferente da música da Irlanda ou do Madagascar, ou de onde quer que seja. As pessoas tinham orgulho da estética musical de sua terra e, apesar dos que falam que música é transcendental, não gostavam de ouvir aquilo a que não estavam acostumados.

Por bem ou por mal, as coisas mudaram. Um lado positivo é que musicófilos ecléticos como eu podem escutar músicas do mundo inteiro e se deleitar no que elas oferecem. Há uma visível quebra no nacionalismo musical, no gosto atrelado a um só estilo de música. Porém, de maneira geral, ainda há estilos arrebatadamente mais populares que outros e os puristas que não ouvem outra coisa se não aquilo que permeia o seu meio. Essas são as músicas que mais tocam no rádio. No Brasil, por exemplo, o gênero que mais toca é Sertanejo, em seguida MPB, depois Samba, Pagode, Forró, Rock… E assim vai. Se você toca Tango, Polka ou até mesmo Jazz, no Brasil, tecnicamente você se trata de uma anomalia. O engraçado é que hoje, quando se anda na rua, muitas vezes o que se ouve são esses estilos menos populares.

A rua, que era tradicionalmente o lugar onde se tocava aquilo que era mais comum, mais popular, hoje se tornou um espaço para a cultura alternativa. Tá cheio de músico de jazz na paulista, vá lá e você verá. Veja abaixo, por exemplo, a apresentação dos Mustaches e os Apaches, banda que sempre tocou na rua. Eles fazem música que é uma mistura de blues, com jazz, com rock, com tudo… Eles usam um washboard para a percussão! E o legal é que eles fazem sucesso na rua. O povo adora, esse mesmo povo que na rádio ouve exclusivamente sertanejo.

No dia 20 de Julho, será realizado, no impecável Bourbon Street, um show para incentivar o busker, termo usado para falar de músico de rua. Nele, se apresentarão Kick Bucket, Street Blues, Lilian Jardim e Lucia Zorzi. São todos artistas distintos, com personalidade própria. Vale a pena conferir para continuar a incentivar essa prática antiga que deu tanto à música do mundo inteiro.

Serviço

Local: Bourbon Street | Rua dos Chanés, 127 – Moema – SP
Bilheteria Bourbon Street: Rua dos Chanés 194 – de 2ªf.a 6ª.f das 9h às 20h, sábado e feriado das 14h às 20h
Fone para reserva: (11) 5095-6100 (Seg. a sexta) das 10h às 18h
Data : 20/07/2017-  quinta-feira
Horário: 21h30
Abertura da casa: 20h00
Duração:  cada banda fará apresentação de cerca de 30/40 minutos
Couvert  Artistico: R$ 45,00
Venda também pela  Ingresso rápido – 11 4003 1212 – www.ingressorapido.com.br
Classificação indicativa: 18 anos e 16 anos acompanhado de responsável
Capacidade: 550 pessoas
Estacionamento/ Valet: R$ 25,00
Aceita todos os cartões de débito e crédito.
Acessibilidade motora
Ar condicionado.
Wi-fi – senha na casa
Homepage: http://www.bourbonstreet.com.br/

Novo clipe d’O Terno brinca com a cultura online

Os fãs da banda O Terno não precisam esperar mais. Eles estão de volta com mais um clipe criativo e bem-humorado. Além de ser uma das bandas mais interessantes no rock atual, todos os clipes do grupo contam com um humor único. O novo clipe, para a música “Não Espero Mais”, não decepciona. No clipe, a banda brinca com vários aspectos da cultura online. Eles utilizam do meio em que estão inserido para fazer um clipe lúdico, com direito a estética 3D, Skype, barrinha de streaming e muito mais!

Veja a passagem da banda pelos nossos estúdios e o novo clipe.